Recentemente, o Esporte Clube Bahia definiu que o presidente seria o deputado federal, Marcelo Guimarães Filho(PMDB). Em um de seus discursos iniciais, Marcelinho, como é conhecido, afirmou que iria mudar a forma de administrar o maior time de tradição do Nordeste, mais precisamente o Bahia.

Inovou no futebol baiano, quando contratou o ex-presidente do arquirrival Vitória, Paulo Carneiro. Para quem não se lembra, Carneiro falava poucas e boas do Bahia. Na política, Carneiro e o Marcelo Guimarães, o pai, faziam parte do mesmo grupo político. Sendo que os dois eram deputados estaduais e “manda chuvas” do rubro-negro e tricolor respectivamente.

Porém, nada mais anormal, para não dizer outra coisa, foi o anúncio da diretoria, “pedindo” aos torcedores que ajude o clube, comprando o ingresso no valor de R$ 30, pasmem, 30 reais, para uma partida do Campeonato Baiano.

Não estamos desmerecendo o Baianão, mas sim, os desmandos existentes, de a muito tempo, no tricolor de aço. A culpa não é do torcedor, que vai ao estádio para ver um time, de segunda, de Segunda Divisão nacional. A culpa é desse grupo que comanda o Bahia há várias décadas, por conta disso, está vem passando crises e mais crises. E, ainda querem, que o torcedor pague o pato, ou melhor, o ingresso.
Da redação