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:: 25/jan/2009 . 1:12

Estado clínico de Alencar é satisfatório, diz hospital

Boletim médico divulgado sábado (24) pelo hospital Sírio-Libanês informa que o estado clínico do vice-presidente da República, José Alencar, 77 anos, é “satisfatório”. Ele passou por avaliações clínicas e será submetido a nova cirurgia para retirada de um tumor abdominal neste domingo (25).

Alencar se internou na manhã da quinta (22) no hospital para realização de exames. O vice-presidente faz tratamento contra um câncer no abdome. Em dezembro, foi internado no mesmo hospital para tratar-se de uma insuficiência renal. Ele recebeu alta dois dias depois.

Confira abaixo a íntegra do boletim médico, assinado pelo diretor técnico hospitalar, Antônio Carlos Onofre de Lira, e pelo diretor clínico, Riad Yunes:

“José Alencar Gomes da Silva, 77 anos, Vice-Presidente da República, permanece no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde se internou na última quinta-feira (22/01).

O Vice-Presidente passou por avaliações clínicas e será submetido à cirurgia para a retirada de tumor abdominal na manhã deste domingo, que será coordenada pelo Prof. Dr. Ademar Lopes.

O estado clínico do paciente é satisfatório e a equipe que o assiste é composta pelos doutores Paulo Hoff, Roberto Kalil Filho e Ademar Lopes.”

G1

Prêmio da Mega-Sena acumulou para quatro milhões e meio de reais

O prêmio sorteado pela Mega-Sena neste sábado (24) acumulou. Segundo a Caixa Caixa Econômica Federal, o valor estimado para o próximo prêmio é de R$ 4,5 milhões. O sorteio de número 1.042 aconteceu em Maceió (AL).

Confira as dezenas sorteadas:

13-18-25-30-46-51

Ninguém acertou as seis dezenas, mas 79 apostas acertaram a quina e devem receber R$ 13.627,16, cada. Já a quadra teve 4.761 bilhetes acertadores, que levarão R$ 226,12.

Correio da Bahia

Prefeituras estão na mira das ONGs

Requisição para consulta e exames ginecológicos para um homem e compra de pneus de caminhão para serem utilizados em ambulância são apenas duas das inúmeras irregularidades descobertas na prestação de contas do município de Esplanada (a 183 km de Salvador). A descoberta foi feita pelo Grupo de Políticas Públicas de Esplanada (GPPES), que tem como objetivo fiscalizar o poder público da cidade. Criado em 2004, o grupo que é uma espécie de ONG sem regulamentação, tem vivido, ao longo de cinco anos, momentos complicados regados a ameaças de morte, perseguições e tentativa de suborno, mas o maior problema, segundo os componentes, é a omissão por parte dos órgãos competentes.

“Entramos com várias representações no Ministério Público que até o momento nada fez. O que mais nos deixa triste é a omissão”, destacou João Alves, um dos integrantes do grupo. Ele é formado por representantes de sindicatos, movimentos sociais e sociedade civil que, cansados de testemunhar as irregularidades e falta de transparência por parte do poder público na cidade, resolveram mudar a realidade e começaram a fiscalizar as contas públicas. Mas o pontapé inicial, segundo os “fiscalizadores”, como se denominam, foram dois cursos promovidos pela Igreja Católica sobre políticas públicas e direito cível e criminal. “Com estes cursos começamos a ver a cidade com outros olhos e enxergamos o que estava ali em nossa frente e parecia camuflado. Então resolvemos correr atrás do tempo perdido e fomos fiscalizar as contas do município, o que causou choque nos políticos e na a sociedade”, lembra Maria Elizabete Amorim, uma das fundadoras do grupo.

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Atuação de adolescentes no tráfico no estado cresce 136%

Marcos* estava com 15anos quando fumou o primeiro baseado. Até então, tinha verdadeira ojeriza ao cheiro da maconha, erva que sempre esteve presente em seu cotidiano de menino pobre, nascido e criado ao lado de uma pequena boca-de-fumo. Para sustentar o que rapidamente se tornou um hábito, passou a fazer pequenos favores para garotos maiores, que trabalhavam no ponto-de-venda. Aos 17, tornou-se um deles. Olheiro, soldado, jóquei. Esses foram os postos escalados pelo jovem, que trocou a canseira de vender amendoim nas praias por uns trocados para faturar, sem suar, até mais de R$10 mil por mês vendendo queijo, pó e mato. No jargão do tráfico, esses três produtos são, respectivamente, crack, cocaína e maconha.

O ingresso no tráfico de meninos como Marcos não é um fenômeno exatamente novo. Mas vem ganhando status de epidemia. Embora não haja como mensurar com exatidão quantos são os adolescentes e as crianças que integram a folha de pessoal desses criminosos, alguns dados oficiais confirmam o que o dia-a-dia não tem como esconder: em dois anos (de 2006 a 2008)o volume de flagrantes de ato infracional por tráfico cresceu 136% na Delegacia do Adolescente Infrator (DAI), saltando de 61 para 144 casos.

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Tá na hora de subir: começa neste domingo nova era para o tricolor

Ao subirem as escadas, antes de rolar a bola na reabertura do Estádio de Pituaçu, os jogadores do Bahia estarão também deixando para trás os degraus de um atraso que quase paralisou o clube durante todo o ano passado.

Sem mando de campo, ficou difícil vencer os jogos e manter os compromissos em dia.O clube teve de se valer de Feira de Santana e Camaçari para receber seus visitantes. Agora, não. O time já tem seu coliseu, em ‘Pituaço’, perto da praia e com toda a infraestrutura dos melhores estádios do país.

E o vai-e-vem da questão do embargo pode estar perto do fim. Na madrugada de ontem, o Tribunal Regional Federal devolveu a discussão da fiscalização do impacto ambiental à esfera estadual – o que implica dizer que governo do estado e prefeitura reassumem ar esponsabilidade sobre o caso.

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Preço alto reduz em mais de 10% utilização do GNV

gnvO consumidor sentiu no bolso a alta de preços e reduziu o uso do gás natural veicular (GNV)) na hora de abastecer o carro. Dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) mostraram que, entre novembro de 2007 e o mesmo mês de 2008, houve queda de 10,49% na demanda pelo tipo de combustível. Em Salvador, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o preço médio do metro cúbico de GNV é de R$ 1,848; já o litro do álcool tem preço médio de R$ 1,750.

Segundo a associação, a queda foi ocasionada principalmente pelas constantes altas nos preços do combustível, que abalou a confiança do consumidor referente ao GNV. “A falta do uso do GNV em transporte particular significa crescimento da inflação, já que os transportadores vão optar por veículos a álcool e gasolina, cujo custo de abastecimento é bem mais alto, além de desemprego”, preocupa-se o presidente da Associação Brasileira do Gás Natural Veicular (ABGNV), Antônio Mendes. Segundo ele, somente em São Paulo, 500 oficinas especializadas na conversão para GNV foram fechadas, com perda de 2,8 mil empregos diretos em 2008.

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