17% dos recém-nascidos no estado não fazem o teste do pezinho
Um alerta na área da saúde. Mesmo sendo de graça, o teste do pezinho deixa de ser feito em 17% dos recém-nascidos da Bahia. O teste deve ser feito em todos os recém-nascidos, entre o terceiro e o sétimo dia de vida.
‘A gente pode detectar fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e aminoacidopatias. Essas doenças, exceto a anemia falciforme, podem levar ao retardo mental’, explica Maria Inês, coordenadora do centro de diagnóstico.
O Laboratório da Apae, em Salvador, é o serviço de referência do Ministério da Saúde para diagnosticar doenças através do teste, que é feito de graça pelo SUS. Na capital, os postos de saúde também oferecem o teste de graça. Na rede particular, o teste do pezinho pode ainda detectar pelo menos mais 20 tipos de doença. Nesse caso, o exame é pago.
Em Feira de Santana, 20% das crianças não fazem o exame do pezinho. Mas uma média de mil testes por mês é enviada para diagnóstico em Salvador. Em Vitória da Conquista, são 450. Em Itabuna, 420. Em Barreiras, 200 por mês e em Juazeiro, 200 enviados pela Apae.
Correio*














