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:: 25/out/2009 . 22:49

Sidélia Lemos vence eleição em Cândido Sales

Aconteceu neste domingo em Cândido Sales, novas eleições para definir prefeito e vice da cidade.

A candidata de Eduardo Pontes(DEM) e Jaimilton Acioly(PMDB), Sidélia Lemos(PR/DEM/PMDB) venceu a disputa com 7.895 votos.

Foram 1.596 votos de diferença contra Amilton Fernades Vieira, candidato do PSDB/PT que obteve 6.299 votos.

Muita confusão, bomba de efeito moral e várias prisões aconteceram no município, que possui aproximadamente 16 mil eleitores. A posse da prefeita eleita acontecerá dia 09 de novembro.

Prefeita – Sidélia é ligada ao Senador César Borges(PR). Foi cotada para ser candidata a vice-prefeita na coligação de Eduardo Pontes em 2008, porém preferiu sair como candidata a vereadora. Foi votada por 871 eleitores, ou 5,71% dos votos válidos na época.

E o presente chegou

CartaCapital

Em outubro de 2008, o clima da festa de premiação das Empresas Mais Admiradas no Brasil era de perplexidade e aturdimento. Há poucas semanas, ruíra o muro do neoliberalismo. O fantasma de 1929 assombrava.

Só uma voz otimista se fez ouvir, a de Lula. No discurso de encerramento do evento, o presidente comemorou o crescimento de 5% previsto para 2008 e exortou os empresários a apostarem no País. Foi o ensaio do termo “marolinha”, que tanto debate provocaria no primeiro semestre.

Marolinha talvez não tenha sido, como lembrou Mino Carta, diretor de redação de CartaCapital, mas o Brasil mostrou uma capacidade inédita de se destacar em meio a uma crise que se espalhou por todo o globo. Em mais uma noite de festa das mais admiradas, realizada na segunda-feira 19, em São Paulo, ficou claro que o empresariado nacional superou a apreensão.

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De quem é o TCU?

IstoÉ

Na terça-feira 20 o Tribunal de Contas da União (TCU) viveu um dia de festa. Entre fileiras de pomposos Dragões da Independência, um tapete vermelho foi estendido para receber o mais novo ministro do tribunal, José Múcio (PTB).

Concorrida como poucas, sua posse foi prestigiada por governadores de todos os matizes políticos, ministros de Estado e lideranças da base aliada e da oposição.

O clima de cordialidade que marcou o evento não conseguiu, no entanto, disfarçar a guerra que vem sendo travada pelo controle do órgão responsável por fiscalizar as contas públicas. Setores do governo acusam o tribunal, em que a maioria dos ministros militou na oposição, de politizar a sua atuação.

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Ministério da Saúde e CNBB vão trabalhar juntos no combate à aids

Época

O Ministério da Saúde e a CNBB anunciaram nesta quinta-feira (22) uma parceria para o combate do contágio do vírus da aids.

A ideia principal do projeto é usar os agentes pastorais para conscientizar a população da importância do diagnóstico precoce da doença. Inicialmente, a ação vai acontecer em cinco capitais: Manaus, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre e João Pessoa.

De acordo com o diretor adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Eduardo Luiz Barbosa, os agentes pastorais terão o papel de multiplicadores de informação. “A Igreja Católica tem uma grande capacidade de alcançar, não só os fiéis, mas também toda a comunidade em torno das igrejas e paróquias”, diz.

Segundo ele, os agentes já estão capacitados para informar a população sobre como fazer o teste e onde buscar tratamento. A Pastoral da Aids, por exemplo, está presente em 142 das 272 dioceses do Brasil e possui 13 mil agentes envolvidos no trabalho de acompanhamento das pessoas com HIV e seus familiares. Na Pastoral da Criança são 260 mil agentes e na da Saúde 80 mil.

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Os “Judas” da caravana da ministra

Veja

No evangelho político do presidente Lula, se Judas Iscariotes, o apóstolo traidor, fosse brasileiro, Jesus Cristo teria de fazer com ele uma aliança tática para governar. A analogia é estranha, mas deriva de uma receita testada nos últimos anos pelo próprio presidente.

Para garantir uma maioria folgada no Congresso, Lula lançou-se nos braços dos fariseus históricos da política brasileira. Dá-lhes cargos, verbas e visibilidade. Em troca, recebe apoio e proteção.

Apesar dos escândalos que fraternidades assim estão fadadas a produzir – e já produziram aos borbotões –, os altíssimos índices de popularidade do governo sustentam a convicção oficial de que esse é o caminho certo, o modelo mais apropriado para viabilizar ambiciosos projetos de poder.

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