Enquetes

Dia 12 de fevereiro, Vitória da Conquista e Serrano se enfrentam no Baianão 2012. Qual resultado?

Ver resultados

Loading ... Loading ...

Editorias
Busca por data
Newsletter


  • Arquivos

    anuncie_no_tribuna

    1 comentário para “”

    • Geraldo Santos Guimaraes disse:

      Antes de deixar a suplência de Deputado Federal, com retorno do
      Ministro Geddel Vieira Lima, Mão Branca ainda teve tempo de protagonizar mais uma de suas estultices, ao dizer em histórico (?) pronunciamento de despedida do mandato, o que todos nós já sabíamos: “Deixo o parlamento e volto as minhas origens, porque eu sou mesmo é forrozeiro”. Aliás, este foi o papel que ele jamais se desincumbiu ao chegar ao Congresso, e isso ficou claro quando o folclórico Deputado Federal, numa atitude inusitada, quis introduzir o uso do chapéu no Plenário da Casa, rompendo com um costume que vem de séculos, sob o argumento de que, o seu eleitor o identificava daquela forma. A idéia foi sepultada com louvor e o resultado foi o arquivamento do Projeto de Resolução, pela Mesa Diretora da Casa. Segundo os seus amigos mais próximos, alguns laranjas, com quem ele dividia as verbas destinadas as assessorias, Mão Branca com aquela iniciativa, tinha um objetivo claro: queria por uma via, nada convencional, criar um fato, chamar a atenção da grande mídia, e aproveitar o espaço para divulgar o seu trabalho artistico e projetar-se musicalmente a nível nacional. Não deu certo. Deu com os burros n’àgua, e sua projeção ficou circunscrita a alguns minguados municípios baianos. Nas suas poucas aparições na tribuna da Câmara dos Deputados, Mão Branca não fez outra coisa, senão dar alôs para gestores públicos (prefeitos) e colegas fazendeiros, de sua base eleitoral, responsáveis pelas contratações de seus shows.
      Próximo de deixar o mandato-tampão, Mão Branca ainda teve tempo de apresentar mais uma de suas mais belas obras legislativas: A instituição do Dia Nacional do Sexo. Ao justificar tão imbecil idéia, o fanfarrão agora ex-deputado, disse que o seu propósito era acabar com a hipocrisia da endemonização da prática sexual, e tornar o ato uma coisa normal e corriqueira, uma iniciativa, que se partisse de alguém com tutano, e por ser ainda tabú na sociedade brasileira, inevitavelmente teria que passar por audiências públicas, onde se pudesse aferir a opinião dos segmentos sociais interessados em debater o assunto. Em última análise, o Deputado Mão Branca, não queria outra coisa senão banalizar o ato sexual e transformá-lo num ato animal sem nenhum pudor.
      Para não cansar o leitor com as minhas digressões, por fim, lembraria mais um dos episódios que marcaram a passagem do itapetinguense ( macanariense, conquistense, seu lá..): a retirada de sua assinatura de um abaixo assinado, que precisava de 251 assinaturas, para a abertura de uma CPI, a fim de apurar denuncias de participação de figurões da republica em homérico caso de corrupção. Jutsiça se lhe faça, Mão Branca não agiu sozinho, teve como comparsa em mais essa sandice, o Deputado Clodovil Hernandes ( o Clô).
      Há quem diga que rolou muita grana no gesto patriótico (?), do representante do povo. Como Mão Branca é averso a dinheiro, eu resisto em acreditar. Claro, acusação difícil de ser provada, por causa do compadrio como as coisas rolam no CN, quando o assunto é corrupção e falta de vergonha a cara.
      Dessa forma, Mão Branca, retorna as suas origens pior do que entorou e consegue ser um unimidade negativa.

    Deixe um comentário

    Spam Protection by WP-SpamFree

    Recado do Blog
    Parceiros



    customisable counter