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Vacina contra H1N1: Bahia registra 3º pior desempenho do País

A vacinação contra a gripe A está bem abaixo do esperado na Bahia. É o que mostra um levantamento divulgado nesta quarta-feira (31) pelo Ministério da Saúde.

Segundo os médicos, as dúvidas sobre possíveis efeitos colaterais do medicamento têm sido um dos principais motivos da falta de procura pela vacina.

Depois de muitas dúvidas a mãe de Raquel resolveu vacinar a filha contra a gripe A. ‘Eu estava esperando para saber se teria alguma reação, alguma novidade sobre a vacina, se serviria para as crianças ou não”, conta Raquel Sampaio, advogada.

O medo da nova vacina tem afastado muitos baianos da prevenção. Nos postos de saúde a procura tem sido baixa. Em um deles, no Vale das Pedrinhas, a espera é pequena para quem precisa se vacinar. No Quinto Centro, na Av. Centenário, apesar da fila, a vacinação está tranqüila, sem correria.

Em Itabuna, no sul do estado, e em Barreiras, na região oeste, de acordo com a diretoria regional de saúde, a procura pela vacina também é menor do que o esperado. A segunda etapa de vacinação termina nesta quinta-feira (01) com saldo negativo para o estado. De acordo com o Ministério da Saúde, a Bahia teve uma das piores taxas de vacinação do país.

Das 331.422 crianças que deveriam ser vacinadas, apenas 48.368 foram imunizadas, registrando o terceiro pior resultado do país. A Bahia só fica atrás de Roraima e do Acre. A situação é mais preocupante entre as grávidas. De 286.997 gestantes, apenas 21.668 procuraram os postos.

A baixa vacinação na Bahia, segundo a coordenadora do programa de imunização do estado, se deve principalmente ao medo da população a possíveis efeitos colaterais.

“A vacina é segura, tendo alto poder de proteção e uma baixa possibilidade de eventos adversos ocorrerem”, garante Patrícia Guirra, coordenadora de imunização da SESAB.
BATV

2 respostas para “Vacina contra H1N1: Bahia registra 3º pior desempenho do País”

  • As pessoas estao acordando para a realidade: que a gripe é branda, que a vacina nao é tao segura quanto a OMS e o ministério da saúde afirmam e que os laboratórios farmaceuticos tiveram grande influencia sobre a OMS para diminuir o criterio para proclamar a pandemia nível 6 e a recomendacao para vacinar todos os países.

    Foi comprovado que nos países que nao vacinaram nao houve mais mortes do que naqueles que se vacinaram:

    http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/diario-digital-de-portugal-gripe-ah1n1.html

    “Houve uma manipulação e uma encenação por parte da OMS”, acusou a eurodeputada ecologista francesa Michèle Rivais, que disse que a gripe A foi “a crônica de uma pandemia anunciada sob a qual se esconderam interesses econômicos da indústria farmacêutica”.

    A ministra polaca da Saúde, Ewa Kopacz, sublinhou que os governos “não devem ser reféns dos laboratórios”, explicando que a Polónia decidiu recusar encomendas de vacinas contra a pandemia por causa das condições impostas pela indústria, que pareceram “pelo menos duvidosas”.

    Kopacz referiu que os laboratórios recusaram assumir responsabilidade por quaisquer efeitos nefastos das vacinas.

    A ministra da polonia frisou que não só se registaram menos mortes por causa do vírus H1N1 do que por causa da gripe sazonal, como os países que não fizeram campanhas de vacinação não tiveram mortalidade maior.

    Veja tambem:
    http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/opiniao-de-profissionais-altamente.html

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