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Justiça estadual e federal continuam em greve na Bahia

A Justiça Estadual e a Federal continuam em greve na Bahia, nesta quarta-feira, 12. Os servidores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) completam cinco dias de braços cruzados, enquanto os trabalhadores do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) estão parados há dois dias.

Em decorrência da mobilização, a Ordem dos Advogados do Brasil, seção Bahia (OAB), solicitou que o TJ-BA suspenda os prazos processuais durante a paralisação do judiciário estadual. O objetivo, de acordo com o órgão, é evitar prejuízos para as partes, no entanto, o TJ-BA ainda não se posicionou sobre o pedido. A mesma medida foi acatada pelo TRT, por conta da greve dos servidores federais.

Estado – Os servidores querem participar das decisões do TJ-BA sobre as medidas para desonerar a folha de pagamento do órgão, em adequação à Lei de Responsabilidade Fiscal. Eles também pedem a revogação do decreto 152/2010, que corta a Gratificação Especial de Eficiência (GEE) dos salários mais baixos e pedem a extinção dos cargos do REDA.

Com a greve do judiciário baiano, são mantidos apenas os serviços de emissão de guia de sepultamento, alvará de soltura, habeas corpus, liminar para casos de saúde e de ligação de água e luz. A categoria tem assembleia marcada para esta sexta-feira, 14.

Federal – Já os servidores da Justiça Federal estão reunidos nesta quarta na sede do sindicato, em Sussuarana, para acompanhar a votação do Plano de Cargos e Salários (PCS) na Câmara de Deputados. A aprovação do projeto é uma das reivindicações da categoria, que também quer a reprovação do PLP 549/09, que congela as despesas com pessoal do poder público por dez anos.

Durante a greve são mantidos apenas os serviços de emergência, como emissão de habeas corpus e liminar de saúde.
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1 resposta para “Justiça estadual e federal continuam em greve na Bahia”

  • Levy Luiz Souza Santos disse:

    SOFISMANDO O INSOFISMÁVEL
    O que se esconde por trás das aparências? O domínio do alfa e o ômega, de “a” a “z”, para expressão do pensamento, é instrumento peculiar daquele que adquire conhecimento. E esse instrumento cortante e afiado que é o domínio ou dom da palavra, é privilégio de poucos. Essa pura arte do domínio do alfabeto por aquele que a domina, possui relevo incontestável da capacidade que alguém tem de expressar-se convincentemente acerca do que pensa ou crê, independentemente de onde esteja balizada sua convicção, se no erro ou acerto, se na verdade ou na mentira. Por expressão da convicção daquele que domina tal arte, vale dizer que, debulhando o alfabeto de “A” a “Z” ou de “Z” a “A, pode-se vender o erro como acerto e apropriar-se da mentira em detrimento da verdade. Dogmática é a arte de sofismar! Mestres nesta arte são poucos. Como exemplo cito o Sr. Fernando Henrique Cardoso, cujo domínio da arte de sofismar no meio político é inerente da sua personalidade e propriedade exclusiva do seu conhecimento e desenvolvimento acadêmico, ou seja, alguém que domina com maestria o dom da palavra como ele, vez ou outra, brinca com as palavras, passeando pela omissão, dirigindo e induzindo o erro, vendendo a mentira e expropriando a verdade. Sua competência na arte de sofismar o torna um mestre nessa arte. No meio religioso apócrifos, essa é uma ferramenta inseparável dos chamados teólogos. No meio jurídico porém, essa arte de sofismar é artefato usado implacavelmente por aqueles que mediocremente usam o dom da palavra, para sorrateiramente, abalroar a verdade. Agora quando vejo uma Presidente de Tribunal de Justiça usar desse expediente indo à imprensa para afirmar que na Justiça baiana não há qualquer servidor recebendo altos salários “ilegalmente”, creio eu, estar ela, SOFISMANDO O INSOFISMÁVEL? Ou não? Ou creio estar eu, atingido por essa dúvida cruel?! É ilegal ou não, receber salários acima do teto constitucional? Quando afirma: “ter sido flexível na elaboração do texto, pois se tivesse seguido as sugestões do CNJ os prejuízos para os servidores seriam maiores.” Essa insofismável flexibilidade quase me convence! Ou vale a pergunta: “O que está por trás das aparências”?
    Por Levy Luiz Souza Santos

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