Familiares dos acusados de envolvimento em esquema de fraudes em licitações e desvios de verbas públicas estão reunidos em frente ao complexo prisional da Mata Escura, em Salvador, neste sábado, 13, aguardando o cumprimento dos mandados de habeas corpus que determina a liberação dos presos. Os familiares reclamam da ação policial, que dizem ser arbitrária e afirmam que os acusados são inocentes.

Dos 43 presos durante a Operação Carcará, da Polícia Federal em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF), realizada entre quarta e quinta-feira, 42 serão soltos, incluindo os sete prefeitos que haviam sido detidos.

A Justiça acatou o pedido de habeas corpus feito pelas defesas dos acusados de participar de um esquema de fraudes em licitações e desvios de verbas públicas, que teria causado um prejuízo de pelo menos R$ 60 milhões aos cofres públicos, em 21 municípios do interior baiano. O único acusado que continua detido é o empresárioEdson dos Santos Cruz, apontado como mentor e líder do esquema, que cumpre prisão preventiva de 30 dias.
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