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Foto: Manu Dias

O governador reeleito da Bahia, Jaques Wagner (PT), tomou posse na manhã deste sábado (1º) na Assembleia Legislativa, em Salvador.

Wagner e o vice -governador, Otto Alencar, foram acompanhados até o plenário pelos deputados estaduais.

“Sou eternamente grato ao generoso povo da Bahia, terra na qual cheguei muito jovem, que adotei e que me adotou e cuidou de mim como um filho: me protegeu, me abraçou e andou ao meu lado numa árdua caminhada até chegarmos aqui, pela segunda vez. Sinto-me de alma lavada, pois colocamos à prova o nosso projeto e ele foi aprovado”, disse Wagner em discurso após a posse. Wagner seguiu para Brasília, onde participa da solenidade de posse da presidente Dilma Rousseff.

Histórico
Wagner foi eleito governador pela primeira vez em 2006, com 52,89% dos votos, quando quebrou um ciclo de quatro mandatos consecutivos do PFL à frente da Bahia. Ele chegou ao poder depois de derrotar seu principal concorrente na disputa, o então governador Paulo Souto (PFL), lançado à política pelo senador Antônio Carlos Magalhães (PFL) e que o havia derrotado quatro anos antes.

Ele era governador quando ACM morreu, em julho de 2007, por conta de problemas cardíacos. Antes de ser governador, Wagner ocupou o Ministério do Trabalho no governo Lula (entre janeiro de 2003 e janeiro de 2004) e também foi ministro da Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Com a crise do “mensalão”, foi designado Ministro das Relações Institucionais.

Jaques Wagner fez carreira política na Bahia, mas nasceu no Rio de Janeiro. Pai de três filhos, é casado com Maria de Fátima Carneiro de Mendonça.

Sua iniciação na vida política teve origem no movimento estudantil, a partir de 1968. O petista foi presidente do diretório acadêmico da Faculdade de Engenharia da PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro.
Correio*