VASCO VASCONCELOS*

As chuvas torrenciais que estão castigando os Estados do Rio, Minas e São Paulo, ceifando centenas de vidas e deixando ao infortúnio milhares de irmãos brasileiros, merecem uma reflexão dos nossos governantes no sentido de intensificar maior controle do desmatamento da vegetação nativa e o uso irregular do solo e criar um banco de dados mundial e unificar informações de sensoriamento remoto, para monitorar e prever catástrofes e desastres naturais com horas ou até mesmo dias de antecedência.

Neste momento de dor e sofrimento conclamo cerca de 2,5 milhões de Bacharéis em Direito devidamente qualificados pelo Estado (MEC) aptos para exercício da advocacia, impedidos do livre exercício da advocacia pela OAB, que insiste em afrontar a Constituição, o Estado de Direito e os Direitos Humanos, a pararem de encher os cofres da OAB, cerca de R$ 66 milhões por ano, dizendo não ao caça-níquel Exame da OAB, haja vista que o Tribunal Constitucional de Portugal acaba de declarar inconstitucional o Exame de Ordem de Portugal, e os Ministros do Egrégio STF deverão mirar na celeridade e o exemplo moralizador e humanitário dos seus colegas lusitanos e extirpar de vez esse câncer (o caça-níquel da OAB) do nosso ordenamento jurídico, verdadeiro mecanismo de exclusão social, o qual gerando fome desemprego e doenças psicossociais.

Vamos todos contribuírem pelo menos com R$ 50,00 destinados à Cruz Vermelha dos Estados castigados com o fito de aliviar todas as rugosidades sofridas, ajudar as famílias atingidas pelo temporal, objetivando a reconstrução das vidas dos desabrigadas e desalojadas. Os Direitos Humanos agradecem.

*VASCO VASCONCELOS – Analista e Escritor