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:: 3/nov/2014 . 9:40

A imagem do gestor público*

Uemerson Florêncio Sheikh“A imagem não basta ser boa, tem que ser competitiva. Imagem competitiva é aquela que: Gera negócios (Conquista clientes, acionistas, parceiros, fornecedores, etc.); Atrai, mantém e motiva os melhores profissionais; Consegue a boa vontade de certos públicos (abre portas, dá credibilidade a entidade, etc). Se a imagem é tida como boa, mas não dá o retorno mencionado, ela não é competitiva. A imagem tem que mostrar serviços, ter retorno.” (Imagem Empresarial, Roberto de Castro Neves, Ed. Mauad, 1998)

Para tanto, na relação com a sua imagem priorize três aspectos:

Imagem transmitida: É o que você mostra em tempo real. Estará sempre explicita nas seguintes questões: A sua forma de se dirigir as pessoas em geral (falada ou escrita), o conjunto de gestos que acompanham ou não as suas falas, as roupas e calçados que você utiliza, o cardápio que escolhe, o perfume, entre outros aspectos passíveis de compreensão e leitura.

Imagem percebida: É como as pessoas em geral lhe enxerga, pois já afirmava o velho ditado: “A primeira impressão é a que fica”. Agora reflita: Com base nas suas atitudes como será que as pessoas do seu universo direto ou indireto lhes veem? De acordo com a sua conduta, você deve ter uma fama que desconhece, já pensou nisso? Se esta fama for negativa, um dia virá de forma desagradável e você precisa correr para iniciar um Reaparelhamento Tático – RETA aplicado a gestão de desafios públicos.

Imagem desejada: É como você idealiza ser visto, é o seu sonho de consumo de muitos gestores públicos. Sabe porquê? Na maioria das vezes nas suas relações interpessoais você afirma através da sua fala e o seu corpo nega simultaneamente o que foi dito ou pode acontecer também ao contrário, negar ou o corpo afirmar. Em geral, este problema se dá em função dos gráficos dispersos na tentativa de ser um gestor convincente e comovente. Creia que nesta relação altamente competitiva são raros, os gestores públicos que conseguem esta façanha, pois há uma grande necessidade de reposicionamento estratégico na condução da sua comunicação interdisciplinar. :: LEIA MAIS »

Crise orçamentária: Governo afirma que não destinará mais recursos para as Universidades em 2014

O governo mais uma vez descumpre seus acordos e afirma que não destinará mais recursos para as Universidades Estaduais da Bahia (Ueba) esse ano.

Em reunião realizada entre reitores, Secretaria de Planejamento, Secretaria de Administração, Secretaria de Educação, Secretaria da Fazenda e o deputado José Neto, no dia 29 de outubro, o governo deixou clara sua falta de vontade política em resolver os graves problemas financeiros das Ueba. Segundo informações do Fórum de Reitores, os R$ 7 milhões prometidos para as verbas de manutenção, investimento e custeio não serão disponibilizados, o que vai agravar ainda mais a situação das Universidades.

Em 2014, as Ueba sofreram uma redução de quase R$ 12 milhões nas verbas de manutenção investimento e custeio em relação ao ano anterior, ampliando assim, a crise orçamentária. Com a pressão do Movimento Docente, em junho o governo se comprometeu a incrementar o orçamento em R$ 14 milhões. Após a Semana de Mobilização, em setembro, o governo repassou R$ 7,8 milhões para a folha de pessoal. Contudo, a outra parcela do recurso nunca chegou às contas das Universidades.

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Conselho de Ética aprova perda de mandato do deputado Luiz Argôlo

Depuado-Luiz-ArgoloO Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28), por 13 votos a 4, o relatório do deputado Marcos Rogério (PDT-RO) pela perda de mandato do deputado Luiz Argôlo (SD-BA) por quebra de decoro parlamentar. Dessa decisão cabe recurso à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

O parlamentar baiano foi mencionado em reportagem da revista Veja como possível beneficiário de recursos ilícitos movimentados pelo doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato, da Polícia Federal. Segundo a publicação, coube a Youssef transferir R$ 120 mil para o chefe de gabinete de Argôlo e efetuar pagamentos em dinheiro de contas vinculadas ao deputado.

Favorável à inocência de Argôlo, o deputado Wladimir Costa (SD-PA) afirmou que o relatório de Marcos Rogério “é inconsistente, por não apresentar provas concretas sobre acusações de tráfico de influência e desvio de recursos, apenas a transcrição de denúncias ‘caluniosas’ veiculadas pela mídia”.

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