taxiOs Jogos Olímpicos Rio 2016 deverão movimentar até US$ 1,05 bilhão em turismo, apenas no que se refere a visitantes estrangeiros. Cálculo leva em consideração a previsão do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) de que o Brasil receberá entre 300 e 500 mil pessoas de fora do país e levantamento do Ministério do Turismo que calculou o gasto médio do estrangeiro durante a Copa do Mundo de 2014: US$ 2.099,00.

Para o gestor de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, o gasto médio em turismo deve ser um pouco maior, de US$ 3 mil por pessoa. Nesse caso, a movimentação financeira final poderá atingir US$1,5 bilhão.

A entrada de dólares no Brasil certamente terá aumentos significativos durante o evento. Na visão de Vinícius Lummertz, presidente do Embratur, o fluxo de câmbio que o evento trará é positivo, mas não garante a desvalorização da moeda norte-americana frente ao real. Representantes do mercado financeiro concordam. Para Galhardo, o ingresso da moeda já é esperado, o que faz com que provavelmente não afete as cotações.

Mas isso não significa que não seja positivo. “De qualquer forma, irá movimentar o mercado, mesmo que muitos visitantes já venham com reais em mãos. Pode ajudar a melhorar o desempenho da economia como um todo, principalmente em um tempo de desânimo no mercado como o que estamos vivendo. Não digo que irá resolver o problema, mas ajuda”, afirma.

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 deverão movimentar até US$ 1,05 bilhão em turismo, apenas no que se refere a visitantes estrangeiros. Cálculo leva em consideração a previsão do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) de que o Brasil receberá entre 300 e 500 mil pessoas de fora do país e levantamento do Ministério do Turismo que calculou o gasto médio do estrangeiro durante a Copa do Mundo de 2014: US$ 2.099,00.

Para o gestor de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, o gasto médio em turismo deve ser um pouco maior, de US$ 3 mil por pessoa. Nesse caso, a movimentação financeira final poderá atingir US$1,5 bilhão.

A entrada de dólares no Brasil certamente terá aumentos significativos durante o evento. Na visão de Vinícius Lummertz, presidente do Embratur, o fluxo de câmbio que o evento trará é positivo, mas não garante a desvalorização da moeda norte-americana frente ao real. Representantes do mercado financeiro concordam. Para Galhardo, o ingresso da moeda já é esperado, o que faz com que provavelmente não afete as cotações.

Mas isso não significa que não seja positivo. “De qualquer forma, irá movimentar o mercado, mesmo que muitos visitantes já venham com reais em mãos. Pode ajudar a melhorar o desempenho da economia como um todo, principalmente em um tempo de desânimo no mercado como o que estamos vivendo. Não digo que irá resolver o problema, mas ajuda”, afirma.

Segundo estimativas do Embratur, o país receberá de 300 a 500 mil visitantes estrangeiros durante as Olimpíadas. A projeção de visitantes domésticos, por sua vez, fica a cargo do Ministério do Turismo. Ainda não há dados oficiais, pois as vendas de ingressos não foram finalizadas, mas Lummertz, que também é ex-secretário nacional de Políticas do Turismo, opina que esse número ultrapassará a marca de 1 milhão. De acordo com o Comitê Rio 2016, três milhões de ingressos já foram vendidos: dois milhões para o público local e 1 milhão para fora do Brasil. Isso corresponde a 50 e 40% do total de entradas, respectivamente.

E o governo trabalha para atrair um número ainda maior de turistas. Para isso, facilita a entrada de estrangeiros no país. “O Ministério das Relações Exteriores tem reforçado a estrutura de seus 227 postos no exterior. O objetivo é agilizar a emissão de vistos e cooperar com órgãos de segurança e serviços consulares estrangeiros”, informa o Embratur.

Para suprir uma demanda tão grande por hospedagem, a capital carioca vive um cenário de crescimento no número de quartos disponíveis – que atualmente ultrapassa 39 mil, mas no ano olímpico deve chegar a 61 mil, segundo projeções da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ). Estimativa da Rio Negócios é um pouco mais conservadora. De acordo com a agência, serão 51.100 quartos dentre hotéis, albergues e pousadas. Os principais bairros beneficiados serão Barra da Tijuca, Copacabana e Ipanema.

Segundo a Empresa Olímpica Municipal, apenas a “Família Olímpica” – formada por funcionários credenciados, desde jornalistas até árbitros e membros do Comitê Olímpico Internacional – responderá por 37 mil vagas em hotéis, além de 7,4 mil quartos em Vilas de Acomodação. A alta procura exigirá formas alternativas de acomodação, que já foram estudadas pelas entidades competentes.

A plataforma online Airbnb se tornou fornecedora oficial dos Jogos Olímpicos de 2016 e hoje aceita cartões de crédito nacionais, boletos e parcelamento. Estima-se que, sozinha, ela oferecerá entre 60 e 80 mil leitos. O presidente do Embratur ainda lembra que locais próximos à capital também serão procurados, estimulando o turismo de cidades como Petrópolis, Teresópolis, Búzios e Angra dos Reis. “A situação é bastante confortável”, comenta.
JornaldoBrasil