É grande a expectativa da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (Assetba) em torno das eleições para a mesa diretora do TJ-BA, que ocorrem na próxima sexta-feira (20).

Apesar de não ter o direito de voto, os servidores associados esperam que o processo eleitoral resulte na vitória de um candidato que reestabeleça o diálogo não só com a categoria, mas com todos os segmentos da comunidade judiciária.

“Não vamos manifestar apoio a nenhum candidato, mesmo porque não votamos, mas esperamos, sinceramente, que o presidente do próximo biênio (2016/2017) seja mais democrático e enxergue os servidores como parte do processo judiciário”, opinou o presidente da Assetba, Antonio Diamantino.

Entre as mudanças que a entidade espera que o próximo comandante do Corte adote estão: dar transparência à gestão e proporcionar total acesso aos dados financeiros e orçamentários da Casa, que não têm sido disponibilizados nos últimos anos.

Assim que o nome do novo presidente do TJ-BA for anunciado, a Assetba pretende se juntar às outras entidades representativas das diversas categorias do judiciário baiano para solicitar uma audiência conjunta, a fim de manter uma política de coesão entre as instituições e a presidência da Corte.

“Não vejo outro caminho para tirar o judiciário da crise em que ele se encontra, se não o diálogo e a transparência. E é justamente isso que pretendemos estabelecer com o próximo gestor, para que possamos encontrar soluções que não prejudiquem ninguém. Torcemos para que vença um candidato capaz de restaurar a paz roubada na comunidade judicial”, completou Diamantino.
ASCOM Assetba