Foto: Portal Chapada

Foto: Portal Chapada

Somente em novembro, 7.900 hectares do Parque Nacional da Chapada Diamantina, na Bahia, foram destruídos por incêndios. Em todo o ano de 2015, foram quatro grandes episódios de destruição pelo fogo, e a área total afetada no espaço de preservação ambiental que abrange seis municípios é de aproximadamente 15 mil hectares.

A destruição de orquídeas, a morte de animais e impacto sobre as nascentes são apontados como as principais consequências. Após análise de imagens de satélites, os dados atualizados sobre a área atingida foram divulgados nesta quarta-feira (2), por César Gonçalves, chefe do parque, que tem extensão total de 152 mil hectares. “Todos os focos são resultado da ação humana. Não sabemos entretanto quais as motivações”, afirma.

Segundo ele, o último incêndio de grandes proporções, ocorrido no mês passado, já foi controlado, apesar de existirem ainda pequenos focos.

A Secretária de Meio Ambiente da Bahia (Sema) informou que foi realizado sobrevoo na manhã desta quarta-feira nas áreas atingidas e foi constatdo que os principais focos foram debelados após as chuvas que atingiram na região nos últimos dias. Ainda assim, conforme o órgão, as equipes do Programa Bahia Sem Fogo continuam monitorando a área para evitar que os incêndios voltem a acontecer. O Corpo de Bombeiros Militares disse que permanece trabalhando com um helicóptero e dois aviões na região.

“Na região do parque, está tudo sob controle. Os pequenos focos persistem em áreas inacessíveis, próximo ao Vale do Capão, ao fundo do Morro Branco, mas não ameaçam as outras áreas. Mesmo assim, seguimos com monitoramento”, destacou, em contato com o G1.

Desde janeiro, o parque registrou entre 30 e 40 focos de incêndios. “Desses, quatro foram de grandes proporções. Em janeiro, foi em Mucugê. Em setembro, o fogo atingiu Andaraí e, no mês passado, foram dois grandes focos no norte do parque, entre os municípios de Lençóis e Palmeiras. Caso pegarmos o ano inteiro, a área afetada é de aproximadamente 15 mil hectares”, disse.

O chefe do Parque Nacional afirma que espera nova chuva na região para que todos os focos sejam extintos. “A gente aguarda que chova novamente, o que deve acontecer no fim de semana, e deve resolver isso definitivamente. Mas caso não chova, não descartamos o surgimento de novos focos. Há a suspeita de que um novo [foco] surgiu em Andaraí, mas estamos investigando ainda”, disse.

O trabalho de combate ao fogo em todo território baiano envolve brigadistas voluntários capacitados pela Sema, Bombeiros Militares, técnicos do Inema e de prefeituras locais, Defesa Civil, Secretaria de Segurança Pública (SSP), Força Aérea Brasileira (FAB), Exército Brasileiro, brigadas do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO).

Conforme a Sema, até o momento, foram investidos mais de R$ 8 milhões em fiscalização preventiva, capacitação de brigadistas, aquisição de equipamentos de proteção individual e coletiva, investimentos em aeronaves, veículos tracionados e atividades de educação ambiental para sensibilização das comunidades.

Desde janeiro, o parque registrou entre 30 e 40 focos de incêndios. “Desses, quatro foram de grandes proporções. Em janeiro, foi em Mucugê. Em setembro, o fogo atingiu Andaraí e, no mês passado, foram dois grandes focos no norte do parque, entre os municípios de Lençóis e Palmeiras. Caso pegarmos o ano inteiro, a área afetada é de aproximadamente 15 mil hectares”, disse.

O chefe do Parque Nacional afirma que espera nova chuva na região para que todos os focos sejam extintos. “A gente aguarda que chova novamente, o que deve acontecer no fim de semana, e deve resolver isso definitivamente. Mas caso não chova, não descartamos o surgimento de novos focos. Há a suspeita de que um novo [foco] surgiu em Andaraí, mas estamos investigando ainda”, disse.

O trabalho de combate ao fogo em todo território baiano envolve brigadistas voluntários capacitados pela Sema, Bombeiros Militares, técnicos do Inema e de prefeituras locais, Defesa Civil, Secretaria de Segurança Pública (SSP), Força Aérea Brasileira (FAB), Exército Brasileiro, brigadas do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO).

Conforme a Sema, até o momento, foram investidos mais de R$ 8 milhões em fiscalização preventiva, capacitação de brigadistas, aquisição de equipamentos de proteção individual e coletiva, investimentos em aeronaves, veículos tracionados e atividades de educação ambiental para sensibilização das comunidades.
G1