a3 governador Rui Costa anunciou nesta terça-feira (11) que o racionamento de água em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, será encerrado. De acordo com o governador, as manobras para o fim da distribuição alternada de água na cidade do sudoeste da Bahia começam na quarta-feira (12).

Rui Costa disse ainda que o encerramento do racionamento, que começou em maio de 2016, foi definido após o nível da barragem de Água Fria II ter chegado a 100%. Somou-se a isso a conclusão das obras da adutora do Gaviãozinho.

No final do mês de junho, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) informou que o racionamento continuaria e até divulgou na internet um novo calendário de abastecimento revezado, que seria entregue impresso à população neste mês de julho. Contudo, com o fim do racionamento, a população da cidade não vai mais ter a distribuição de água alternada.

Antes do anúncio do governador, a Embasa já havia revelado que por conta das chuvas que estão caindo na região, os níveis de água nas barragens Água Fria I e II, que ficam em Barra do Choça, também no sudoeste da Bahia, e que abastecem Vitória da Conquista, estavam melhores.

Além das barragens, a Embasa informou que a construção da adutora do Gaviãozinho, em Vitória da Conquista, passará por fases de testes nos próximos três meses.

Segundo a empresa, o empreendimento pode representar um incremento de 30% no volume de água para o Sistema Integrado de Abastecimento de Água (SIAA) de Vitória da Conquista. A medida também vai proporcionar a recuperação gradativa e manutenção dos níveis de segurança do Sistema de barragens de Água Fria I e II.

O fornecimento de água em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, foi racionado desde 23 de maio de 2016, segundo a Embasa. De acordo com a empresa, a ação tinha como objetivo garantir a continuidade do abastecimento de água no município. A medida foi necessária por conta da falta de chuvas na região, que reduziu o volume de água armazenado nas barragens de Água Fria I e II.

Diante da redução da disponibilidade hídrica, os bairros e localidades rurais da cidade foram divididos em dois grupos, “A e B”, que receberam água de forma alternada, por períodos de três dias consecutivos para cada grupo. Durante o período de racionamento, a empresa distribuiu calendários com as datas de abastecimento de água em cada grupo.

Na época do início do racionamento, as barragens ofertavamm apenas 13 mil litros de água por dia, mas para atender a demanda da cidade, seriam necessários 48 mil litros.

G1