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:: ‘Entrevista’

Entrevista: Britto Jr. vive seus dias de Pedro Bial

Apresentador de reality show não disputa prêmios milionários, mas concorre a críticas. Foi assim com o global Pedro Bial, nas primeiras edições do Big Brother Brasil, e está sendo assim com o também jornalista Britto Jr., da TV Record, que desde 1º de junho comanda A Fazenda – atração que confina celebridades em um sítio em Itu, interior de São Paulo.

A resposta do público ainda está aquém das expectativas e do investimento da Record (30 milhões de reais) em A Fazenda. Mas a liderança por 27 minutos na Grande São Paulo, no último domingo, com picos de 23 pontos no Ibope, começa a animar a emissora a realizar uma segunda edição, ainda neste ano. Para Britto Jr., A Fazenda já merece nota oito. Confira a entrevista do apresentador a seguir.

As comparações com Pedro Bial o incomodam?
A comparação com o Pedro Bial é descabida, no sentido de que ele já faz há nove anos o Big Brother, e que, quando ele fez o primeiro, o segundo, o terceiro e, se eu não me engano, até o quarto, todo mundo falava mal dele. Só que, com o tempo, o Bial foi provando que estava certo, que o estilo estava correto, que a maneira como conduzia era correta. E ele, particularmente, também fez auto-análise, usou de autocrítica e foi ajustando o tom. É a mesma coisa que está acontecendo comigo.

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Entrevista: “A meia-entrada inviabilizou o Forró Virou”, diz Pedro Massinha

Repórter Diêgo Gomes
Às 12:30

O TRIBUNA DA CONQUISTA trouxe mais uma inovação para seus leitores: entrevista em Vídeo. A primeira é com Pedro Alexandre Massinha, produtor de eventos na município de Vitória da Conquista e sul da Bahia. Massinha fala do São João na cidade, a expectativa para o Trivela, a inviabilidade do Forró Virou e também dos festejos juninos no Sudoeste. Veja o vídeo abaixo.

Entrevista com Gilmar Mendes: “Sou alvo de um movimento organizado”

IstoÉ

Depois do polêmico bate-boca com o ministro Joaquim Barbosa em abril, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, recebeu o apoio de boa parte de seus colegas. Mas tem sido alvo de abaixo-assinados na internet e enfrenta protestos contra sua permanência à frente do STF, algo inédito na história do Judiciário. Na quarta-feira 3, ele foi vaiado por estudantes após audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Em entrevista à ISTOÉ, Gilmar afirmou que ficou no meio de um tiroteio ideológico, desde o momento em que concedeu dois habeas-corpus ao banqueiro Daniel Dantas. Para Gilmar, a maior exposição do STF torna as pessoas que o integram mais expostas, mais suscetíveis a eventuais ataques. Mas ressalta que a autoridade da mais alta corte do País “é inequívoca”.

ISTOÉ – Existe um descompasso, hoje, entre a opinião pública e o Poder Judiciário? Seria o caso de ouvir as ruas?
Gilmar Mendes – O embate que surge nesse tipo de colocação é saber se no combate à impunidade nós deveríamos fazer concessões no que diz respeito à observância dos direitos e garantias individuais. Entendo que a questão não está à disposição do julgador. A Constituição não deixa esse espaço. Combate à impunidade? Sim. Combate ao crime organizado? Sim. Mas dentro dos paradigmas do Estado de Direito.

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José Dirceu: “Ninguém quer enfrentar Lula em 2014″

IstoÉ

Na próxima semana, o exministro José Dirceu vai a Goiânia e a Palmas. Segue depois para Belém e outras cidades do Norte. Além de mobilizar a militância petista, o alvo preferencial de suas articulações é o PMDB.

Nesta entrevista, Dirceu diz que 2010 “não será uma eleição fácil”. Por isso, atribui especial importância aos acertos do PT com os peemedebistas na Bahia, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e até mesmo em São Paulo. “Muitos políticos do PMDB não querem a aliança com Serra e eu pago para ver o Serra cumprir o acordo com o Quércia”, explica.

Como revelou ISTOÉ na última edição, Quércia fez acordo com o governador paulista e tem viajado pelo País com o objetivo de levar o PMDB para a candidatura tucana. Dirceu acompanha com faro fino os movimentos dos tucanos: “O Aécio tem dito a interlocutores que não será vice de Serra. E, se o Serra não tiver apoio do Aécio, ele não ganha a eleição.”

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Entrevista com ACM Jr.: CPI da Petrobras não é palanque eleitoral

Apontado como potencial presidente da recém criada CPI da Petrobras, o senador baiano Antonio Carlos Magalhães Júnior (DEM) promete que a comissão irá investigar eventuais irregularidades cometidas na empresa durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

– É natural (investigar). Se o procedimento vier errado lá de trás, ele será investigado inteiramente.

Suspeitas de irregularidades na distribuição de royalties a municípios, uma suposta manobra contábil para evadir cerca de R$ 4 bilhões e até mesmo os contratos de patrocínio da Petrobras devem ser alvo de investigação da CPI. Em entrevista ACM Júnior admite que a maioria governista na comissão irá prejudicar as investigações na empresa. E nega que a instalação da CPI seja eleitoreira.

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Entrevista com Fernanda Montenegro

“O ator é o demônio que dá passagem a outra entidade esquizofrênica dentro dele”, costuma dizer Fernanda Montenegro, 79, aos jovens intérpretes que lhe perguntam como se constrói um personagem.

Quem a vê em cena, no monólogo “Viver sem Tempos Mortos”, na pele da porta-voz do feminismo, Simone de Beauvoir (1908-1986), e depois conversa com ela “à paisana” sobre a peça que estreia em São Paulo nesta quinta entende perfeitamente a descrição. Sob o sol forte da tarde de outono, há em Fernanda um rastro palpável da filósofa francesa.

A ternura com que, no palco, Beauvoir recorda os primeiros encontros com o futuro companheiro Jean-Paul Sartre é análoga à de Fernanda ao falar, num sorriso saudoso, do começo do casamento com Fernando Torres, morto em 2008.

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Jardel: “A cocaína destruiu o meu lar”

IstoÉ

Jardel fez muito sucesso no Grêmio

Jardel fez muito sucesso no Grêmio

Este ano, o jornal A Bola, tradicional diário esportivo de Portugal, quis saber da imprensa especializada e dos leitores quem foi o melhor estrangeiro de todos os tempos a pisar nos campos lusos. O vencedor foi o centroavante Mário Jardel Almeida Ribeiro, o brasileiro Jardel, conhecido lá como Super Mário. Não pela estatura (1,88 metro), mas por ter anotado 186 gols em 186 jogos naquele país.

Jardel despontou para o futebol no Vasco da Gama, conquistou títulos no Grêmio e fez fama em Portugal, no Porto e no Sporting, principalmente. Lá, ganhou cinco troféus Bola de Prata de maior artilheiro do campeonato português e duas Chuteiras de Ouro (maior artilheiro da Europa). Era um fenômeno dentro da área, especialista em gols de cabeça. A Copa do Mundo parecia ser um caminho natural, mas ele foi preterido por Felipão, em 2002, quando o Brasil conquistou o penta. Ele, que na época já não conseguia vencer a dependência de álcool e cocaína, afundou de vez.

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Entrevista: “Trabalhadora do sexo é hipocrisia”

A filósofa paulistana Gabriela Leite não precisava ser prostituta, mas decidiu que esta seria sua profissão. Hoje, aos 51 anos, há duas décadas dedicada às causas das trabalhadoras do sexo e criadora da ONG Davida, de onde surgiu a grife Daspu, ela lança seu livro de memórias. Filha, mãe, avó e p… (Editora Objetiva) conta a história desta decisão e os caminhos por onde ela passou, além de orientar suas “colegas” em relação à profissão. Casada, duas filhas e uma neta, Gabriela garante que não tem nenhuma vergonha de seu passado. Quando alguém pergunta, não hesita em dizer que é “prostituta aposentada” – mesmo sabendo que vai chocar seu interlocutor. Também não desaconselharia sua neta, caso ela quisesse seguir a mesma profissão. “Eu diria apenas que ela lutasse por seus direitos”, afirma.

ÉPOCA – Por que você escreveu este livro?
Gabriela Leite – Sempre quis escrever alguma coisa sobre o que já vivi. Acho que boas histórias merecem ser contadas. Há três anos recebi o convite da editora Objetiva e comecei. Demorei a entregar. Escrever foi dolorido, lembrar de certas coisas não foi fácil.

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Vitória e ASA empatam na estréia da Copa do Brasil

Não foi o resultado ideal, mas o Vitória conseguiu voltar de Maceió com vantagem na Copa do Brasil. Jogando no Estádio Rei Pelé, a equipe rubro-negra empatou em 1 a 1 com o ASA de Arapiraca. O jogo foi válido pela partida de ida da primeira fase da competição.

Glaucio marcou para o time rubro-negro, enquanto Augusto empatou para o time da casa. Com o resultado, o Leão pode empatar sem gols no jogo de volta, no Barradão, no dia 18 de março.

No primeiro tempo, o Vitória não encontrou dificuldades na partida e dominou as ações em campo. Aos 31min, Apodi lançou a bola na área e Glaucio, de cabeça, abriu o placar no Rei Pelé.

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‘O homem baiano é o que mais trai’, diz médico Ricardo Cavalcanti

Em uma casa ampla, no bairro de Piatã, o médico e sexólogo pernambucano Ricardo Cavalcanti, 76 anos, é espontâneo e direto nas respostas sobre o comportamento sexual do baiano. Ex-presidente da Federação Latino-Americana de Sexologia e vice-presidente da Academia Internacional de Sexologia Médica, Ricardo trabalha há mais de uma década na capital baiana, onde mantém um consultório na Pituba.

Desvenda a diferença entre as atitudes das mulheres nos bairros e o jeito ‘adocicado’ da baiana – herança africana. Ele se diz surpreso com a pesquisa que apontou em 2008 as soteropolitanas em segundo lugar do ranking da insatisfação com o sexo, em dez capitais pesquisadas. Segundo a pesquisa Mosaico Brasil (realizada pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas/USP), as mulheres de Salvador colocam o sexo como último item quando o assunto é qualidade de vida.

É verdade que as soteropolitanas estão insatisfeitas com a vida sexual? O que a gente nota no consultório não é isso. Vou responder a Carmita Abdo (autora da pesquisa Mosaico Brasil) com Carmita Abdo. Ela publicou em 2004 uma pesquisa sobre saúde sexual que ouviu mais de três mil mulheres no país. Ela quis saber qual o índice de relacionamento extraconjugal. Ora, por aí deduz-se qual o graude insatisfação dasmulheres.

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‘Depois da polícia, vamos olhar a política’

José Padilha, do polêmico Tropa de Elite, fala dos seus novos trabalhos e dos impactos que a crise vai gerar no cinema

José Padilha, do polêmico Tropa de Elite, fala dos seus novos trabalhos e dos impactos que a crise vai gerar no cinema

Crise econômica, pirataria, queda de público nos cinemas. Nada parece abalar o fôlego criativo do diretor José Padilha. Sua agenda a curto, médio e longo prazo está cheia; o lançamento do documentário Garapa no Festival de Berlim, o aguardado Tropa de Elite 2, além de diversas parcerias internacionais, entre elas, com a produtora de Brad Pitt. O diretor adianta, ainda, que seu próximo longa de ficção, Nunca Antes na História Deste País, pretende fazer com os políticos brasileiros algo semelhante ao que Tropa de Elite fez com a polícia – uma profunda análise, levando em conta o jogo de forças e as complexidades dessa instituição pública. A expectativa é que o filme seja lançado pouco antes da eleição presidencial, “para as pessoas saberem em quem estão votando”, afirmou o cineasta.

Neste filme que você está produzindo, como vai ser abordada a política brasileira? É um longa de ficção. Eu e o Luiz Eduardo Soares estamos ainda escrevendo o roteiro. Nossa ideia é analisar a política brasileira de uma maneira parecida à que fizemos com a polícia no Tropa de Elite. Depois da polícia, vamos olhar a política.

Vocês vão fazer um raio-x das instituições políticas? Investigamos quem são os políticos, qual é o jogo deles para se eleger, que tipo de aliança se faz, como se financiam as campanhas e no que esse financiamento implica depois de uma eleição. Vamos olhar para situações semelhantes à do mensalão, por exemplo – embora não seja um filme sobre o mensalão e nem só sobre o governo Lula. É sobre a política no Brasil, em todos os governos e em todas as instâncias. Estamos pesquisando esse processo que se repete em todos os níveis de administração do Brasil e que, na minha opinião, acaba por moldar o que acontece no País.

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Entrevista com Wagner Moura

Nada da grosseria e valentia do famoso Capitão Nascimento, agora é a vez do doce, romântico e sensível Pedro. O baiano Wagner Moura interpreta o personagem Pedro no filme ‘Romance’, de Guell Arraes, e esteve em Salvador para acompanhar a pré-estréia do longa.

Aproveitando a visita de Wagner à capital baiana, o iBahia.com não perdeu a oportunidade de bater um papo com um dos melhores atores brasileiros.

Em entrevista ao portal, o ator falou sobre o seu personagem em ‘Romance’, contou sobre os futuros projetos e comentou sobre o polêmico posicionamento do ator Pedro Cardoso em relação a banalização do nu. Confira na íntegra a entrevista.

iBahia.com – Seus personagens, sempre deixam uma marca nos telespectadores. Esse traz algo de diferente?
Eu nunca tinha feito um personagem assim antes. É um ator, que já é uma coisa diferente, né? Um ator, representando um outro ator. E é um personagem muito sensível, é um artista, eu nunca tinha feito um personagem assim. É bem interessante um artista fazendo outro artista. É um personagem ótimo e cheio de meta teatro, meta ator, meta projeto.

iBahia.com – Existe alguma identificação entre você e o personagem?
Todo personagem que eu faço sou eu mesmo de certa forma. E tento fazer o personagem parecido comigo, tento colocar minha história, minha cara e o meu jeito neles. De certa forma sempre tem uma parte da gente, uma parte daquele personagem que a gente se identifica e com Pedro não é diferente.

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