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:: ‘Revistas’

O lado bom da amargura

Veja

A atriz Lilia Cabral tem sido abordada nas ruas por mulheres indignadas com a situação de sua personagem na novela Viver a Vida, de Manoel Carlos. As espectadoras acham o fim da picada que Tereza, ex-modelo elegante e mãe exemplar, tenha sido abandonada por seu marido cafajeste, Marcos (José Mayer).

E ficaram irritadíssimas com a cena em que Tereza flagrou a heroína Helena (Taís Araújo), que fisgou o coração de seu ex, provando o vestido de noiva em seu quarto na mansão da família em Búzios (como se já não fosse humilhação suficiente, convenhamos, se sujeitar a dividir a mesma casa de praia após o divórcio).

“Digo às mulheres que também morro de raiva. Naquela cena, minha vontade era jogar um sapato na cara da Helena”, afirma a atriz. Por enquanto, essa desforra é incompatível com a personagem. Lilia faz de Tereza a imagem viva da resignação e infelicidade femininas, um registro que se tornou sua marca nos folhetins.

Em Páginas da Vida (2006), também de Manoel Carlos, ela subiu de patamar ao representar Marta, uma mulher amargurada cujas ambições de ascensão social acabaram frustradas pelo casamento com um marido banana. Mais recentemente, em A Favorita (2008), interpretou Catarina, dona de casa anulada por um marido castrador e violento.

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Os candidatos a santos brasileiros

IstoÉ

Irmã dulce, padre Bento e padre donizetti, todos postulantes à santificação

A junta médica formada por especialistas das cidades de Varginha, Belo Horizonte (MG) e São Paulo debruçouse sobre o caso de Ana Lúcia Meirelles Leite e sentenciou: a mineira de Caxambu tinha um buraco no coração e precisava ser operada às pressas, pois havia risco de morte. Corria o ano de 1995, Ana Lúcia estava com 49 anos e os médicos sabiam que lutavam contra o tempo.

A dona de casa tinha uma doença grave conhecida como CIA, sigla para comunicação intra-atrial, que fazia o sangue venoso se misturar ao arterial, dificultava a oxigenação sanguínea e sobrecarregava o pulmão. A cirurgia foi marcada para o dia 17 de julho, na capital paulista. Um dia antes da operação, Ana Lúcia teve febre altíssima e o procedimento foi adiado em uma semana.

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O leitmotiv de Polanski

CartaCapital

Na sua cela em Zurique, Roman Polanski não tem motivos para estar otimista. Paira no horizonte, bastante anuviado, a perspectiva de uma extradição e de um julgamento pelo estupro há três décadas de uma menina de 13 anos e a hipótese de longo tempo atrás das grades.

Em Los Angeles. Naquela cidade, Polanski drogou, embebedou e violentou a adolescente Samantha Gailey na jacuzzi da casa do ator Jack Nicholson (que não estava presente). Então com 44 anos, o cineasta foi detido por 42 dias para ser avaliado por psiquiatras. Em seguida pagou fiança e fugiu para Paris, onde vive desde 1978.

O franco-polonês Polanski, arrestado no aeroporto de Zurique quando chegava para uma homenagem do festival de cinema da cidade suíça, talvez espere que as vozes de celebridades o coloquem em liberdade.

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Nó no estômago

Veja

Para as pessoas realmente obesas, as opções são duras: enfrentar a variedade de doenças quase sempre associadas a quem está várias dezenas de quilos acima do peso desejado ou cortar, literalmente, o estômago.

Chamada de cirurgia bariátrica por derivação gástrica, a operação reduz o estômago a um pedaço mínimo diretamente ligado à porção média do intestino e pode ter uma série de complicações.

As mais comuns são fístulas, hemorragias e embolia pulmonar, num primeiro momento; infecções, aderências intestinais e anemia, posteriormente.

Em razão da multiplicidade de riscos do método tradicional, vem sendo bem recebida como opção menos arriscada uma técnica nova, a gastrectomia vertical, que tira um pedaço menor do estômago e mantém todas as suas conexões originais, sem desvios nem atalhos.

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A guerra midiática e o Brasil

Época

Honduras é hoje um país dividido entre apoiadores do presidente deposto Manuel Zelaya, apelidado de “Mel”, e simpatizantes do presidente interino Roberto Micheletti. A situação é curiosa pois não há terceira via.

Ou você é a favor de Zelaya, ou você gosta de Micheletti. Qualquer opinião diferente soa estranha aos ouvidos dos hondurenhos. É como se, no campeonato brasileiro, só houvesse o Fla-Flu.

Esse cenário se repete nos meios de comunicação do país. As televisões estatais, nas mãos de Micheletti, são usadas deliberadamente para atacar Zelaya. Denúncias de que ele teria desviado dinheiro público para gastar com uma de suas paixões, os cavalos, pipocam sem parar.

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Ele ainda parece presidente

CartaCapital

O ex-presidente americano Bill Clinton está constantemente em campanha. Força do hábito, para quem nunca saiu do cenário político mundial.

Por isso, na terça-feira, 22, o curto espaço que o separava da porta da limusine à uma entrada de serviço do Hotel Sheraton, na rua 52, em Manhattan, tomou-lhe 18 minutos cravados.

Dedicou o tempo a um afã de apertos de mãos, fotos com admiradores e, até, a resposta à uma pergunta não muito simpática de CartaCapital. “Existem críticos que qualificam seu trabalho na Clinton Global Initiative como benemerência de uma oligarquia sem representação eleitoral. O que o senhor tem a dizer sobre isso?”.

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Brasil olímpico

IstoÉ

Na sexta-feira, 2 de outubro, será anunciada, em Copenhague, na Dinamarca, a cidade que sediará a Olimpíada de 2016. Estão na disputa, Chicago (EUA), Madri (Espanha), Tóquio (Japão) e o Rio de Janeiro.

Pela primeira vez, um município brasileiro tem chances reais de se tornar a capital esportiva do mundo. A previsão é de que o resultado da votação seja apertadíssimo – o placar poderá ser definido por uma margem de dois ou três votos.

Sem um favorito claro e com os projetos e documentação já apresentados aos membros do Comitê Olímpico Internacional (COI), o embate nesses últimos dias é político. E o Brasil está indo com tudo para esta disputa. “Para os outros países, será apenas uma olimpíada.

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Progressivas, uni-vos

Veja

Diz a politicamente incorreta sabedoria popular, tal como manifestada em para-choques de caminhão, que cabelo ruim é igual a bandido: ou está armado ou está preso. Cabelo bom, conforme o modelo universalmente cultuado, é liso, brilhante, esvoaçante, sem excesso de volume.

Exatamente o efeito da escova progressiva, a técnica milagrosa, embora quimicamente complicada, inventada por cabeleireiros do subúrbio do Rio de Janeiro em cujo altar mulheres de cabelão bandido se postam a cada quatro meses, mais ou menos.

Consagrado em nível nacional, o alisamento feito com formol, uma solução química de odor estonteante, e queratina, tipo de proteína existente em cabelos, pele e unhas, ultrapassou fronteiras.

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Opinião: Salvador e a crise penitenciária

Wálter Fanganiello Maierovitch, Carta Capital

O crime organizado de matriz pré-mafiosa mostra os músculos na cidade baiana de Salvador. A delinquên-cia organizada difunde o medo na população. Incendiar ônibus, atacar postos policiais, ferir, matar e submergir para evitar permanente embate com as forças de ordem é tática que a delinquência associada utiliza desde 7 de setembro.Aliás, tática empregada, no Brasil e no exterior, por organizações criminosas especiais, que não são meras quadrilhas ou bandos.

Em Salvador, os ataques parecem inspirados na onda de violência paulista promovida em 2006. Na ocasião, uma potente associação criminal, nascida em presídio à semelhança da mafiosa Sacra Corona Unita (Puglia-Itália), e conhecida por Primeiro Comando da Capital (PCC), colocou de joelhos o governo de São Paulo.

Isso serviu para demonstrar, de maneira definitiva, o fracasso da militarizada e truculenta política de segurança pública do governo Geraldo Alckmin: antes dos ataques, a polícia havia anunciado, e o governador silenciado, o fim do PCC.

Descobriu-se, logo depois das ações de maio de 2006, que a cúpula de governo do PCC controlava os presídios e de lá saíram as ordens para paralisar a cidade e o Estado.
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Esperanto pode virar disciplina facultativa nas escolas

Época

Enquanto o Senado se prepara para votar a polêmica reforma eleitoral, a Comissão de Educação, Cultura e Esporte da Casa aprovou na tarde desta terça-feira (15) um inusitado projeto que inclui o esperanto como disciplina facultativa no ensino médio das escolas brasileiras.

O projeto, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), candidato a presidente da República em 2006, inclui um parágrafo no artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases dizendo que as aulas de esperanto são facultativas, mas que “sua oferta se torna obrigatória caso a demanda justifique”. Pelo texto, as escolas terão três anos para se adequar à lei.

Na justificativa do projeto, Buarque, que foi reitor da Universidade de Brasília (UnB), diz que “se a escola quer ser um agente da paz”, o ensino do esperanto “pode ser um fator importante, não só pelo idioma que oferece, como também pelo espírito de pacifismo que simboliza”.

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A imprensa sob ameaça

IstoÉ

O processo de redemocratização na América Latina completou duas décadas, mas os governantes ainda não se acostumaram a conviver com a liberdade de imprensa. Nós últimos meses, as limitações ao exercício do jornalismo voltaram a assombrar a região.

No Brasil, o caso mais clamoroso é o da censura judicial ao jornal “O Estado de S.Paulo”, que foi proibido de dar notícias sobre negócios do empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Não se trata de fato isolado que saiu da cabeça de um juiz. A má vontade com a imprensa é crescente.

Na terça-feira 15, Sarney afirmou, durante sessão em homenagem ao Dia Internacional da Democracia, que no Brasil “a mídia passou a ser uma inimiga do Congresso e das instituições representativas”.

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É seguro guardar tudo online?

Época

Um dia, acreditei no sonho de que poderia me desapegar dos arquivos materiais e levar uma vida mais leve, com aparelhos portáteis e todos os meus arquivos guardados em sites na internet.

Eu poderia ignorar o disco rígido do meu computador, aposentar o HD externo e me libertar da obsessão de queimar back-ups em DVDs. Guardaria minhas fotos no Flickr, vídeos no YouTube, contatos dos amigos no Facebook, documentos e planilhas no GoogleDocs e agenda no calendário do Google. Essas empresas se oferecem para armazenar nossos preciosos dados.

Eles são divididos em fragmentos de informação e pulverizados entre milhares de servidores próprios e alugados, espalhados por vários continentes, conectados por redes de comunicação rápida. Tudo isso forma um complexo sistema que os engenheiros batizaram de nuvem de computação.

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O maior escândalo da F-1

IstoÉ

Antes festejada pela excelência de seus pilotos, carros e equipes, a Fórmula 1 atravessa uma temporada de baixo-astral. A má fase começou há dois anos, com a acusação de espionagem feita pela Ferrari contra a McLaren, e continuou em 2008, com a crise financeira derrubando drasticamente os investimentos.

Por esse motivo, a Honda abandonou as pistas e grandes equipes caíram de produção. Neste ano, a BMW já anunciou que vai deixar a F-1 e a Toyota pode seguir o mesmo rumo.

Para piorar, os amantes do automobilismo viram estourar na última semana aquele que pode ser o maior escândalo da F-1: a denúncia de que o piloto Nelsinho Piquet teria recebido – e cumprido – ordens do diretor esportivo da Renault, Flavio Briatore, para bater o carro contra a mureta no Grande Prêmio de Singapura de 2008 e, assim, beneficiar seu colega de equipe Fernando Alonso.

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Marina chega ao PV em tom de campanha

Veja

Teve tom de campanha eleitoral o discurso da senadora Marina Silva, neste domingo, durante o evento de sua filiação ao Partido Verde (PV).

Marina ainda não confirma, mas é apontada como candidata do PV à presidência da República em 2010. A senadora se desligou recentemente do Partido dos Trabalhadores (PT), onde militou por cerca de 30 anos.

O PV fez da filiação de Marina um acontecimento, com um evento para aproximadamente 1.000 pessoas no Espaço Rosa Rosarum, em São Paulo, de acordo com informações do site do partido. Em sua apresentação, Marina recapitulou sua biografia, lembrou sua ligação com a causa ambiental e, à la Obama, falou em “mudança”.

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