agosto 2019
D S T Q Q S S
« jul    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

:: ‘Revistas’

Qual é o sexo do seu cérebro?

Época

As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres.

Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo.

“O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

:: LEIA MAIS »

Viajar é carregar sacolas

Veja

Viajar é conhecer lugares inusitados, ter contato com outras culturas, perambular por museus, encantar-se em igrejas… Ah, não, vamos falar a verdade: para muitos turistas é, sobretudo, fazer umas comprinhas. Tanto que muitos viajantes têm suas prioridades bem claras: primeiro lojas e depois passeios turísticos.

Em lugar de Louvre, Vaticano e Metropolitan, entram Gucci, Diesel e Calvin Klein. Melhor ainda se as grifes sedutoras oferecerem grandes descontos e estiverem agrupadas num outlet, como é chamado o paraíso dos consumistas dignos desse nome. Para quem se encaixa nesse contingente, os Estados Unidos são o sistema solar das compras, Nova York seu principal planeta e Woodbury Common o satélite mais atraente.

Situado a uma hora de Manhattan (outlets exigem dedicação – ficam fora dos grandes centros), é uma espécie de shopping a céu aberto com 220 lojas, desde as mais convencionais até marcas estelares como Balenciaga, Chanel, Valentino e Giorgio Armani. Os descontos vão de 25% a 65%.

:: LEIA MAIS »

‘Nunca acreditei no fracasso’ diz Protógenes

Carta Capital

No dia 7 de setembro, durante as comemorações do 187º aniversário de Independência do Brasil, o delegado Protógenes Queiroz vai se filiar a um partido político e se preparar para concorrer, em 2010, a uma vaga na Câmara dos Deputados.

Em estado de graça desde a apresentação da nova denúncia contra o banqueiro Daniel Dantas, em 6 de julho, a dois dias do primeiro aniversário da Operação Satiagraha, Queiroz decidiu reforçar o número de viagens e palestras (mais de cem, em um ano) que faz País afora.

CartaCapital: O senhor foi afastado, primeiro, do comando da Operação Satiagraha, depois, das funções de delegado. Em algum momento, achou que aquele trabalho de investigação iria fracassar?
Protógenes Queiroz: Nunca acreditei que todo o esforço de investigação da Satiagraha, ao longo de quatro anos, fosse fracassar. Sempre acreditei na capacidade técnica dos meus companheiros da Polícia Federal, apesar de muitos lá dentro terem sofrido os mesmos problemas que sofri.

:: LEIA MAIS »

Palácio da discórdia

IstoÉ

Janelas empoeiradas, tapumes e uma cratera com sete metros de profundidade chamam a atenção de quem passa pelo Palácio do Planalto. O edifício símbolo do poder presidencial entrou em reforma há apenas um mês, mas a obra já virou alvo de ações judiciais devido a um pedido de crédito suplementar de R$ 118,2 milhões e ainda corre risco de ser paralisada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Parte da construção – o estacionamento – foi embargada há uma semana pelo governo do Distrito Federal (GDF) sob a alegação de que o terreno é de propriedade pública. A empreiteira Porto Belo abriu um enorme buraco para construir uma garagem de dois pavimentos, com passagens subterrâneas. O risco de que a reforma descaracterize o conjunto urbanístico da capital, tombado pelo patrimônio histórico, levou o Ministério Público a instaurar um inquérito.

:: LEIA MAIS »

Gugu: ‘Eu não importava mais para o SBT’

Veja

Na segunda-feira, Gugu Liberato e Silvio Santos tiveram uma reunião de mais de duas horas no SBT. O objetivo do encontro – o primeiro entre ambos desde que Gugu concretizou sua transferência para a rival Record, há três semanas – era resolver um impasse.

 Como o contrato com a emissora de Silvio só expiraria em março de 2010, Gugu seguia à frente do Domingo Legal – mas o clima de mal-estar no bastidor ficou insustentável. Na reunião, os dois concluíram que a melhor saída era antecipar o rompimento e deixar de lado as multas milionárias previstas contratualmente.

Agora livre de vez do SBT, Gugu tem sua estreia na Record anunciada para 9 de agosto. Nessa entrevista realizada na quarta-feira passada em seu novo camarim na Record, o apresentador fala pela primeira vez da saída do SBT, das expectativas no novo emprego – e até do segredo de seus cabelos loiros.

O senhor flertou várias vezes com a Record nos últimos anos, mas acabava sempre optando por continuar no SBT. Por que agora, enfim, resolveu mudar de emissora?
Por um conjunto de fatores. Havia, em primeiro lugar, a questão financeira. Eu já andava insatisfeito desde 2006, quando o Silvio impôs uma redução de meus ganhos pela metade (de até 4 milhões de reais mensais, os rendimentos de Gugu caíram para no máximo 2 milhões). Pelo sistema que ele instituiu, deixei de ser um funcionário contratado para ser sócio da emissora.

:: LEIA MAIS »

Políticos devem se render às redes sociais

Veja

Políticos de todo o mundo invadiram a internet depois do sucesso da estratégia de campanha de Barack Obama durante as eleições americanas de 2008, que utilizou redes sociais como Facebook, MySpace, YouTube, Flickr, AsianAve e Twitter – por onde o democrata, depois de eleito, anunciou o nome de seu vice, Joe Biden.

Chefes de estado e de governo como Nicolas Sarkozy (França), Angela Merkel (Alemanha), Silvio Berlusconi (Itália) foram alguns líderes que seguiram os passos do americano. No Brasil, o interesse da classe política pelo assunto já está sendo considerado a nova estratégia de marketing político para as eleições de 2010.

:: LEIA MAIS »

Saneamento básico: Retrato do Brasil Colonial

Carta Capital

A precariedade do saneamento básico brasileiro não se restringe às periferias metropolitanas e cidades pequenas e médias das regiões mais pobres e desestruturadas do território brasileiro, onde a situação beira a calamidade pública há décadas. Para ficar em um exemplo, o esgoto gerado anualmente pelo turismo intenso em Campos do Jordão, a estância paulista de inverno localizada na Serra da Mantiqueira, vai parar integralmente nos rios que cortam a cidade ou das proximidades, sem nenhum tipo de tratamento.

A situação do saneamento nessas cidades é resultado do crescimento econômico concentrador de renda e do desenvolvimento social perverso característicos do País. Os vergonhosos indicadores relativos à distribuição de água potável e, ainda pior, de coleta e tratamento de esgoto materializam a fracassada “modernização conservadora” nacional, conforme a definição do economista Celso Furtado.

Um problema eminentemente municipal – a falta de infraestrutura sanitária – cujos efeitos são muitas vezes regionais, já que a saúde de um rio reflete-se em toda a qualidade da bacia hidrográfica da qual faz parte.

:: LEIA MAIS »

A tecnologia ficou invisível

Época

Você acorda para trabalhar. No banheiro, o espelho indica seu peso, sua idade, o nível de colesterol e a pressão sanguínea informados por sensores implantados em seu corpo. Também mostra a série de exercícios físicos que você deve fazer para manter seu organismo saudável.

Na cozinha, sua mãe prepara o café. A geladeira apresenta os produtos cujo prazo de validade está chegando ao fim e envia para o mural digital da cozinha a lista de itens que devem ser comprados. O equipamento, com tela sensível ao toque e webcam integrada, também exibe fotos de seus amigos e parentes. É o aniversário de seu tio que mora no exterior. Você grava um vídeo desejando felicidades. Com a ponta do dedo, arrasta o arquivo até a foto do aniversariante. Pronto, a mensagem é enviada para o e-mail de seu tio.

Já no carro, você se dá conta de que esqueceu o endereço da reunião marcada para esta manhã. Com um comando de voz, seus e-mails aparecem no display do carro. Ao selecionar o endereço com o toque do dedo, o GPS indica o melhor caminho a seguir. Coisa de filme? Em alguns anos, sua rotina poderá ser assim.

:: LEIA MAIS »

A guerra das tevês

IstoÉ

Há três meses, o apresentador Gugu Liberato, 50 anos, resolveu ceder às investidas da Rede Record. Marcou um almoço no restaurante The Waves, em um hotel em Alphaville, na Grande São Paulo, com os executivos da emissora. Começava, oficialmente ali, um namoro que contou com outro encontro em sua casa, vários telefonemas e um jantar com a presença do bispo Honorilton Gonçalves, vicepresidente artístico da Record, que na ocasião fez uma proposta por escrito a Gugu.

Após 36 anos no SBT, por contrato, Silvio Santos teria a possibilidade de cobrir a oferta. Mas o sinal verde para partir veio do próprio patrão: “Gugu, não vou impedi-lo de ir porque você não vai ganhar esse dinheiro todo em lugar nenhum. Vai!” Na quinta-feira 25 à tarde, o apresentador assinou com a Rede Record. Terá um programa de auditório de quatro horas de duração aos domingos, que deverá ir ao ar entre 18h e meia-noite.

:: LEIA MAIS »

Entrevista: Britto Jr. vive seus dias de Pedro Bial

Apresentador de reality show não disputa prêmios milionários, mas concorre a críticas. Foi assim com o global Pedro Bial, nas primeiras edições do Big Brother Brasil, e está sendo assim com o também jornalista Britto Jr., da TV Record, que desde 1º de junho comanda A Fazenda – atração que confina celebridades em um sítio em Itu, interior de São Paulo.

A resposta do público ainda está aquém das expectativas e do investimento da Record (30 milhões de reais) em A Fazenda. Mas a liderança por 27 minutos na Grande São Paulo, no último domingo, com picos de 23 pontos no Ibope, começa a animar a emissora a realizar uma segunda edição, ainda neste ano. Para Britto Jr., A Fazenda já merece nota oito. Confira a entrevista do apresentador a seguir.

As comparações com Pedro Bial o incomodam?
A comparação com o Pedro Bial é descabida, no sentido de que ele já faz há nove anos o Big Brother, e que, quando ele fez o primeiro, o segundo, o terceiro e, se eu não me engano, até o quarto, todo mundo falava mal dele. Só que, com o tempo, o Bial foi provando que estava certo, que o estilo estava correto, que a maneira como conduzia era correta. E ele, particularmente, também fez auto-análise, usou de autocrítica e foi ajustando o tom. É a mesma coisa que está acontecendo comigo.

:: LEIA MAIS »

Onde estão os éticos?

IstoÉ

A foto já estava encomendada. O grupo de nove senadores auto-intitulados “éticos” programou um almoço para a última terça-feira 16 no gabinete de Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Posariam diante dos holofotes como os responsáveis por tentar livrar a instituição do fosso profundo em que se encontra desde o início do ano, quando eclodiu o escândalo do pagamento de horas extras aos servidores em pleno recesso e o das diretorias fantasmas destinadas a acomodar afilhados políticos e garantir mordomias.

Mas tão logo vazou a notícia sobre o encontro nos corredores do Senado, o celular de Jereissati não parou mais de tocar. “Vai ter reunião dos éticos? Também quero ir”, repetiram mais de 15 senadores. “Eu fui convidado”, fez questão de dizer o senador Almeida Lima (PMDB-SE) e outros que eram questionados sobre o assunto em plenário.

Resultado: o almoço foi cancelado. Em vez de uma mesa farta, houve uma reunião austera, no dia seguinte, no gabinete de Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). A pressão da maioria dos senadores descaracterizou o convescote dos “éticos.”

:: LEIA MAIS »

A Lei Seca está dando certo. Mas precisa melhorar

Época

Aprovada e sancionada sob muita polêmica em 2008, a lei 11.705, conhecida como Lei Seca, que estabeleceu limites mais rígidos para o ato de beber e dirigir, passou nos últimos dias por uma análise minuciosa.

Depois de um ano em vigor, completado neste sábado (20), todos querem saber: a lei deu certo? Pode ser aperfeiçoada? Como isso deve ser feito? Ao responder a essas questões, autoridades do governo e especialistas são unânimes em um ponto: o aumento da fiscalização deve ser o aspecto central do sucesso efetivo da Lei Seca.

“A lei teve bons resultados e produziu um debate importante, mas se ela for desmoralizada, será um retrocesso fenomenal”, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

:: LEIA MAIS »

Marina presidente

Carta Capital

Cresce o movimento para que a senadora Marina Silva assuma sua candidatura à presidência da República em 2010. No site http://marinasilvapresidente.ning.com/, há mais de um mês no ar, 1.782 pessoas assumem como membros da campanha, dizendo;

“Este é um movimento apartidário e não-institucional para que Marina Silva seja Presidente do Brasil. Identificamos em Marina uma forte liderança política e ambientalista com capacidade para assumir a Presidência da República.

Apostamos na candidatura dessa mulher, brasileira e planetária, com potencial político e pedagógico para expressar a emergente – e emergencial – transição para a Democracia com Sustentabilidade. Marina tem força para concretizar as mudanças e transformações fundamentais que poucas lideranças políticas, hoje, teriam a capacidade de acessar para tornar realidade.”

:: LEIA MAIS »

Entrevista com Gilmar Mendes: “Sou alvo de um movimento organizado”

IstoÉ

Depois do polêmico bate-boca com o ministro Joaquim Barbosa em abril, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, recebeu o apoio de boa parte de seus colegas. Mas tem sido alvo de abaixo-assinados na internet e enfrenta protestos contra sua permanência à frente do STF, algo inédito na história do Judiciário. Na quarta-feira 3, ele foi vaiado por estudantes após audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Em entrevista à ISTOÉ, Gilmar afirmou que ficou no meio de um tiroteio ideológico, desde o momento em que concedeu dois habeas-corpus ao banqueiro Daniel Dantas. Para Gilmar, a maior exposição do STF torna as pessoas que o integram mais expostas, mais suscetíveis a eventuais ataques. Mas ressalta que a autoridade da mais alta corte do País “é inequívoca”.

ISTOÉ – Existe um descompasso, hoje, entre a opinião pública e o Poder Judiciário? Seria o caso de ouvir as ruas?
Gilmar Mendes – O embate que surge nesse tipo de colocação é saber se no combate à impunidade nós deveríamos fazer concessões no que diz respeito à observância dos direitos e garantias individuais. Entendo que a questão não está à disposição do julgador. A Constituição não deixa esse espaço. Combate à impunidade? Sim. Combate ao crime organizado? Sim. Mas dentro dos paradigmas do Estado de Direito.

:: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia