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:: ‘Opinião’

Caso de Fábio Assunção engrandece o debate sobre o alcoolismo

O ator Fábio Assunção ganhou os noticiários nos últimos dias, depois de fazer um acordo com a banda La Fúria e com o compositor Gabriel Bartz para que os lucros recebidos com uma música que leva seu nome e faz alusão ao uso desenfreado de álcool e drogas seja destinado para instituições que tratam dependência química.

Muito mais do que um ato de solidariedade, a postura de Fábio traz à sociedade um debate que precisa ser feito para se possa avançar na forma como se vê e se trata essa patologia que afeta mais de 200 milhões de pessoas. O diferencial de um caso que poderia ter sido de mera banalização do sofrimento do dependente foi o posicionamento do ator, que gera um saldo positivo para o episódio.

“A atitude de Fábio Assunção mostra uma maturidade em querer mostrar que existe um problema que precisa ser visto e cuidado de uma forma consciente. A dependência de álcool não é seriamente debatida em sociedade. Esse episódio pode alcançar muita gente e também abrir diversas discussões, levando esse tema à uma discussão mais qualificada e profunda”, destaca o psicólogo e diretor técnico da Holiste Psiquiatria, Ueliton Pereira.

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A base nacional comum curricular: Desafios a escola de educação infantil e as professoras

*Prof. Dr. Reginaldo de Souza Silva

O resultado da luta por uma educação de qualidade no Brasil esta expresso em vários documentos – Constituição de 1988, LDB 9394-96, Plano Nacional de Educação de 2014 e, mais recentemente na BNCC da educação infantil e ensino fundamental. Documento de caráter normativo que define o conjunto de aprendizagens essenciais que todo(a)s o(a)s aluno(a)s devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, a fim de assegurar seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento.

Na Educação Infantil – creche 0 a 3 anos e, pré-escola 4 a 5 anos, entre eles estão: Conviver com crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas, brincar de diversas formas, em diferentes espaços, tempos e parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, criatividade e, experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais.

Em época de ataque a democracia e apologia a violência como garantir: o direito de participar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando, explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia., expressar-se como sujeito criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens.e conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário.

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A escada se lava de cima para baixo

Celso Tracco*

Uma das máximas na atividade empresarial é que “a escada se lava de cima para baixo”.

Ela faz analogia ao trabalho de uma assessoria contratada por determinada empresa que precisa de uma real transformação para sobreviver, pois o seu modelo de negócio está se deteriorando e ela não consegue, sozinha, se reerguer. Ou seja a “limpeza” tem de começar pela diretoria e ir descendo até chegar à base, degrau por degrau.

Muitas vezes, o gestor da empresa, que teve sucesso no passado, não quer perceber que o seu tempo passou, que seus métodos são ultrapassados. Continua se agarrado ao seu posto de maneira monolítica. O gesto pode até ser nobre, poético, heroico, mas é inócuo e principalmente egocêntrico. Pensa em si mas não no bem comum.

Nas próximas eleições de outubro, o Brasil precisa começar a lavar a escada de cima para baixo. Uma verdadeira limpeza, com produtos bem fortes, daqueles que removem toda a sujeira. Certamente dará muito trabalho, será extenuante e precisaremos de muitas mãos.

A escada do poder, cujo degrau mais alto é simbolizado pelo Palácio do Planalto, deveria ser de limpeza imaculada, porém, está imundo de tantos detritos, de tantos dejetos, de tantos restos de material velho e abandonado. Olhando bem de perto seu aspecto causa nojo e repulsa. Não adianta fazer uma limpeza assim por cima, leve, apenas para constar. Temos realmente de nos empenhar para eliminar toda a sujeira.

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Desenvolvimento acelerado da tecnologia dificultará o controle das fake news

Na era da informação digital, a preocupação com as fake news, ou notícias falsas, cresce na mesma velocidade da tecnologia.

Do domínio nas redes sociais à preocupação com a interferência nas eleições de 2018, o impacto na opinião pública é inegável. Para o professor da FGV e especialista em inovação Arthur Igreja, à medida em que o desenvolvimento avança, fica mais difícil controlar o problema, dado o surgimento de robôs cada vez mais inteligentes, que chegam mais longe em menos tempo.

Segundo ele, vivemos uma onda de desenvolvimento de algoritmos de inteligência artificial capazes de gerar fake news que pareçam aceitáveis, engajando humanos e aumentando o impacto. “Porém, grandes plataformas como Facebook e Google, até por uma questão de credibilidade do usuário e sustentabilidade do seu negócio, farão cada vez mais investimentos na direção contrária, criando algoritmos especializados em detectar fake news. Mas ainda está distante uma inversão considerável desta tendência”, explica.

Pesquisa desenvolvida pela empresa Pew Research indica que o ecossistema de notícias falsas ataca alguns dos instintos humanos mais profundos – a busca pelo sucesso e poder. Sendo assim, a proliferação de fake news continuará a degradar o ambiente de informações on-line na próxima década, já que os agentes manipuladores usarão novas ferramentas digitais para aumentar o alcance e a velocidade da propagação.

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Um estado patrimonialista e a cleptocracia sistêmica

Prof. Dirlêi A Bonfim*

O que sobra para a sociedade, dentro de um estado patrimonialista, com fortes características da “Plutocracia”, o que realmente fica para a sociedade em geral…? Apenas pagar a conta para a manutenção do estafe? E utopicamente acreditar que de fato pode interferir e quem sabe um dia mudar este estado de coisas…? “Em linhas gerais, prevalecem as estirpes que remontam à colonização”, é claro que o poder e o dinheiro mudaram de mãos, aliás, isso acontece o tempo todo. A história do patronato político brasileiro, é a de um sistema patrimonialista e oligárquico, de um poder concentrado nas mãos das classes dominantes, ao longo de décadas. Trata-se de herança portuguesa, que privilegia a intervenção e a participação do Estado na atividade econômica: “tudo para o enriquecimento da nação e o proveito do grupo que a dirige”. Segundo, Faoro, (2002), “… a colonização do país dividiu seu território em capitanias sob o domínio de velhos coronéis e sua descendência. A rigor, os donatários e chefes das províncias não foram instituídos por acaso”. Constituíam o centro de controle e financiamento eleitoral de campanhas para governadores, presidentes, deputados e senadores. Sempre tivemos gestões temerárias, incompetentes e corruptas, se apropriando do “erário público”, como se fosse integrante do “patrimônio privado”.

Patrimonialismo é um conceito desenvolvido pelo sociólogo alemão Max Weber (1864-1920), no fim do século XIX, e aplicável tanto à disciplina de história quanto à sociologia. Esse conceito tem o objetivo de compreender um modo específico de dominação, ou de poder, que atinge as esferas econômica e sociopolítica. Como o próprio termo indica, patrimonialismo deriva das palavras patrimônio e patrimonial e pode ser definido como uma concepção de poder em que as esferas pública e privada confundem-se e, muitas vezes, tornam-se quase indistintas. Assim sendo, um líder político é qualificado como patrimonialista quando, ao assumir um cargo na esfera pública (o de governador, por exemplo), acaba “instrumentalizando”, isto é, criando mecanismos de controle, a estrutura estatal para satisfazer as suas necessidades pessoais, ou seja, privadas.

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A Lei Maria da Penha em relações homoafetiva

*Por Paulo Akiyama

A definição de família tornou a ser revista desde que em 5 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal, ao julgar a ADI 4.277 e a ADPF nº 132, da relatoria do Ministro Ayres Brito, reconheceu a união homoafetiva como entidade familiar. Ao interpretar o artigo 1.723 do Código Civil, conforme a Constituição Federal, garantiu aos parceiros homossexuais os mesmos direitos e deveres da união estável, entendida como sinônimo de família.

Como tal decisão dispõe de efeito vinculante e eficácia contra todos, a inclusão das uniões homoafetivas no âmbito do Direito de Família não requer tratamento destacado. Portanto, ao invés de se falar em “homem e mulher”, a referência é feita a “duas pessoas”.

Após estar sedimentado por efeito vinculante o reconhecimento de união de pessoas do mesmo sexo, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) editou a resolução de nº 175 no ano de 2013, que dispôs sobre a habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas do mesmo sexo.

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FoMo de quê? – Você já ouviu falar na expressão”FoMo”?

*Marcia Jorge

Este termo foi criado no ano 2000 pelo estrategista de marketing Dan Herman e significa “Fear of Missing Out”, que pode ser traduzido para o português como “medo de estar perdendo algo”.

Atire a primeira pedra quem nunca sentiu aflição, ansiedade e até angústia ao abrir as redes sociais e ver muitos dos seus amigos em um evento que você sequer ficou sabendo, ou então as pessoas usando uma frase ou um bordão que você não sabe a origem, e pior: todo mundo a sua volta, aderindo a uma moda que você não conhecia…

Sim, a indústria que mais se aproveita desse “pavor de ficar por fora” é a Moda, porque ela precisa disso para continuar bem e viva, porém cabe a nós decidirmos que se nós ficaremos bem e vivos com algo que constantemente nos incute esse medo de ficar para trás.

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Tempo quente e chuvoso exige cuidados com limpeza em condomínios

Por Amilton Saraiva

fotoA proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor do Zika vírus, da dengue e do chikungunya é favorecido pelo clima quente e úmido, presente na maior parte do Brasil nesta época do ano. Segundo o Ministério da Saúde, é neste período que as fêmeas do mosquito encontram mais água parada para fazer a desova, com isso, o número de mosquitos aumenta e os registros das doenças transmitidas por ele também.

No caso da Febre Amarela, o que está ocorrendo em algumas localidades é um ciclo silvestre, quando um macaco infectado é picado por um mosquito (dos gêneros Haemagogus e Sabethes), e depois pica um humano não vacinado. Mas, se essa pessoa contaminada for picada pelo aedes aegypti, ele também se torna um transmissor.

O grande agravante no caso de alguns condomínios é o fato de estarem próximos a grandes reservas naturais ou terem uma área verde interna, com a livre circulação de animais silvestres, o que favorece a proliferação dos insetos. Por isso, no caso da febre amarela é fundamental se precaver com a vacinação, mas também acautelar-se com atitudes simples, que podem mudar o cenário devastador desta e de outras enfermidades! Para evitar, é necessário o combate aos criadouros do mosquito em todos os locais possíveis, e principalmente em residências de rua e condomínios residenciais, pois no caso da dengue já se comprovou que 80% dos infectados contraem a enfermidade em área residencial. :: LEIA MAIS »

Indenizações irrisórias nos juizados especiais incentivam o ilícito e fulminam advocacia

UBIRAJARA ÁVILA Presidente da OAB Subseção de Vitória da Conquista

UBIRAJARA ÁVILA
Presidente da OAB Subseção de Vitória da Conquista

Quando um cidadão busca junto ao Poder Judiciário uma reparação em virtude de um dano moral sofrido, a indenização é sempre fixada por critérios subjetivos, ou seja, com base no livre arbítrio dos magistrados. Por mais que se queira falar de circunstâncias objetivas que possam aumentar ou reduzir os valores estabelecidos, efetivamente não há balizas bem definidas para mensuração.

Embora inúmeras notícias já tenham dado conta de supostos sistemas tarifários criados por tribunais, havendo quem divulgue em redes sociais inclusive tabela supostamente oriunda do STJ, inegavelmente as indenizações por dano moral são sempre estabelecidas nos casos concretos conforme a sensibilidade de cada juiz.

Nesta toada, criticar ou elogiar determinada indenização arbitrada se torna uma tarefa extremamente difícil.
Mas o fato é que perceptivelmente as indenizações por dano moral nos Juizados Especiais do TJ/BA sofreram drástica redução de valores nos últimos tempos, quase sempre com argumentos relativos ao combate a chamada “indústria do dano moral”.

Pois bem.

Como advogado, o que tenho notado é que, na prática, isso tem causado o imenso prejuízo à população e a advocacia, sobretudo a iniciante. :: LEIA MAIS »

Continuidade da democracia no país está em risco

 

Por Claudio Lamachia, advogado e presidente nacional da OAB

 Claudio Lamachia, advogado e presidente nacional da OABO colapso do sistema partidário e eleitoral brasileiro tem passado por diferentes e cada vez mais agravadas fases e, finalmente, chegou à etapa em que coloca em risco a continuidade da democracia no país. A ameaça mais evidente ao Estado Democrático de Direito é a possibilidade de ocupantes momentâneos do poder usarem as instituições para se protegerem das denúncias de que são alvo e fazerem alterações perenes no arranjo institucional com o único objetivo de resolverem problemas pessoais e do presente.

Outra grave ameaça à democracia decorre indiretamente das falhas no sistema representativo e está atrelada à insuportável sensação de impunidade predominante na sociedade. Trata-se do risco de que este momento infeliz de incerteza e imprevisibilidade seja usado para aumentar o caráter policialesco do Estado e dar a alguns poucos agentes públicos o poder de ingerência na vida de cada cidadã e de cada cidadão brasileiro.

É preciso refletir e atuar contra o impulso de algumas autoridades públicas que caem na tentação de agir à margem da lei durante a mais grave crise institucional vivida pelo país desde o fim da ditadura militar. Não existe fim nobre capaz de justificar a tomada de decisões contrárias à legislação, como é o descumprimento de regras estabelecidas para a persecução penal. A lei existe para todos e assim deve ser aplicada. Qualquer proposta divergente desse valor republicano apenas contribui para jogar o Brasil no mais do mesmo da lama que nos trouxe até aqui: um país profundamente agredido pela corrupção e pelos desvios cometidos por parte dos detentores do poder e de funções públicas. :: LEIA MAIS »

Intolerância religiosa

*Por Janguiê Diniz

Há algum tempo escrevi alguns artigos sobre intolerância religiosa. Não surpreendido, o assunto voltou ao debate sendo assunto na prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem 2016 ao solicitar dos estudantes “Os caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.

A intolerância religiosa é, certamente, um dos sentimentos mais nauseabundo em nosso planeta. Esta discussão conduz a verdadeiras guerras, em nome, supostamente, de uma religião, como se fosse possível estabelecer qual delas “estaria com a razão”, haja vista que o fanatismo religioso está entranhado em milhões de pessoas. Cada religião tem suas diferenças quanto a alguns aspectos, porém a grande maioria se assemelha em acreditar em algo ou alguém do plano superior e na vida após a morte.

Quantas religiões temos no Brasil? Inúmeras. Segundo o IBGE, dos 208 milhões de brasileiros, 123,2 milhões declararam no último censo que são católicos; 42,1 milhões são evangélicos ou pentecostais; 4,0 milhões disseram que são espíritas kardecistas, 15,1 milhões não possuem religião e 1,4 milhão indicaram as mais variadas religiões. As diversas religiões também têm ganhado espaço na política nacional. Embora a maioria dos congressistas se declarem católicos, os evangélicos já são 75 deputados e senadores, ou seja, cerca de 13% dos religiosos do Congresso.

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Buscando o Sol que nos aquece

*Por João Cássio

cantor-joao-cassioPor incrível que pareça, política, espiritualidade e cultura já foram temas comuns nas letras dos rock’s nacionais que tocavam nas rádios brasileiras. Os Engenheiros do Hawaii foi uma das bandas mais relevantes nesse sentido.

O álbum “Simples de Coração” (1995), por exemplo, mistura sonoridades de rock, MPB, psicodelia e tradicionalismo gaúcho com letras contendo lirismo e críticas objetivas à sociedade.

Unindo conteúdo de qualidade e apelo pop, a canção “A Promessa” é a mais interessante enquanto crítica ao sistema. Nela, encontramos um paradoxo essencial do nosso tempo: nunca recebemos tanta informação e, ao mesmo tempo, nunca estivemos tão desinformados. Ou seja: “Estou ligado a cabo a tudo o que acaba de acontecer”, mas “Não ouço nada o que eu ouço não diz nada”.

A canção denuncia diretamente o viés mercadológico da influência da mídia nas mentes das pessoas. “A propaganda é a arma do negócio. No nosso peito bate um alvo muito fácil”. Porém, usando a canção como mote para uma análise mais profunda, é possível encontrar “interferências” mais sutis e, por isso mesmo, mais perigosas da máquina propagandista à psique da população dormente. Omitindo detalhes, distorcendo fatos, modificando contextos ou simplesmente desinformando, consegue-se formatar as opiniões dos indivíduos a respeito de qualquer assunto e, assim, induzir seus comportamentos em relação ao mesmo.

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NEYMARDEPENDÊNCIA, OU EQUIPE?

Por Ubaldino Figueiredo

Depois de um período de afastamento, por força de disposições legais, retorno no dia em que a torcida brasileira está em estado de graça, primeiro pela recuperação da seleção brasileira, na disputa das eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia, sob o comando de TITI e, depois pela vitória retumbante, num “sapeca Iaiá” na temida Argentina de Messi & Cia.

Foram cinco jogos, cinco vitórias que fizeram com que a seleção ocupasse a primeira colocação na classificação geral, com 24 pontos ganhos, seguida do Uruguai, com 23 pontos, enquanto que a Argentina ocupa a sexta colocação, abaixo do Chile e Equador, logo os países que não fazem fronteira com o Brasil. Caso se encerrasse, hoje, as eliminatórias “los Hermanos” não iriam nem para a repescagem. Dos cinco jogos realizados pela seleção, sob o comando de TITI, o Neymar participou de quatro, com participação decisiva, marcando gols ou dando assistência para os companheiros marcarem, no entanto, podemos verificar que o time não depende somente dele para construir boas jogadas, fazer gols, envolver os adversários. :: LEIA MAIS »

Quando a saudade bate forte

Flávio Perfil 4

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro

As vezes a saudade bate forte no coração, para isso, basta ouvir uma estrofe de determinada música, sentir uma fragrância, ver um ambiente ou um objeto, e como se o tempo não tivesse passado. Imediatamente se revive o que já deveria estar esquecido, mas que teima em surgir e luta para se manter no presente.

As imagens se formam, alternam em boas lembranças e situações que nunca existiram, mas que foram desejadas. Mas em nenhum momento o tempo passa nas lembranças, visto que a saudade impede o envelhecimento nas imagens formada das pessoas. Todos se mantém com a mesma idade e o corpo da época e então: a saudade.

Mas ela é verdadeira? Não há dúvida que sim, pois é o que sentimos. Mas será que teria o mesmo efeito caso enxergasse a pessoa ao vivo, alterada pelos anos? Com suas histórias e pessoas que hoje fazem parte da sua vida? Será que gostaria de novamente viver um relacionamento com essa hoje em dia? A resposta geralmente é não, quando em consultório é montado o cenário atual. :: LEIA MAIS »



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