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:: ‘Política’

Guilherme também foi empossado

Eleito prefeito pela terceira vez

Eleito prefeito pela terceira vez

Logo após a posse dos vereadores, o prefeito eleito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes, também foi empossado pela terceira vez, como chefe do poder executivo municipal.

No discurso feito, Guilherme relembrou a candidatura de 1992 pelo PV, na qual o ex-prefeito de Vitória da Conquista também tinha sido seu candidato a vice. “Diziam que não teríamos mais de dois mil votos, mas tivemos 14 mil”, ressaltou o prefeito.

Já José Raimundo disse estar saindo da prefeitura “sorrindo e dando risada, pois os governos do PT contruiu uma nova Vitória da Conquista”. Perguntado pelo TRIBUNA se seria candidato em 2010 a deputado, o ex-prefeito afirmou que seu nome está colocado mas “só o tempo poderá responder. Então, vamos esperar até 2010 e ver o que acontece”.
Da redação

Posse dos eleitos em Conquista

A Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista empossou hoje, 1º de janeiro, os 15 vereadores eleitos, mais o prefeito Guilherme Menezes e o vice Ricardor Marques. A solenindade contou com a presença de diversas autoridades do município, além do deputado estadual Waldernor Pereira (PT) e do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Zilton Rocha.

Logo após a solenindade, ocorreu a eleição para a Mesa Diretora da Câmara. Como apenas uma chapa concorreu ao cargo, 14 vereadores votaram a favor e uma abstenção, do total de 15 votos possíveis. O presidente da Mesa será Gildásio Silveira (PT), tendo como vice o vereador Jean Fabrício (PCdoB), Gilzete Moreira (PSB) e Joel Fernandes como 1º e 2º secretários, respectivamente.
Da redação

Posse dos eleitos em Itapetinga

possevereadoresEm Cerimônia realizada no Fórum José Alfredo Neves da Rocha, tomaram posse na tarde de hoje em Itapetinga os 15 vereadores eleitos, o prefeito José Carlos Moura e o vice Edilson Lima.

O vereador mais idoso, Jacy Almeida, assumiu temporariamente a presidência da Câmara, convocando a eleição para a presidência no biênio 2009- 2010. Duas chapas concorreram ao cargo, sendo eleito como presidente da Câmara Marcos Gabrielli do PT, Benilson Correia Leite (DEM) como vice, primeiro secretário João de Deus do PMDB, segundo secretário Naara Duarte do DEM e o também democrata Fabiano Alves como terceiro secretário.

Nas palavras do vereador Gilson de Jesus (PC do B), prevaleceu o pluripartidarismo, numa chapa diversificada que visa o bem comum da cidade.
Por Mellina Montanha

Renan Calheiros pode assumir PMDB em 2009

Volta ao poder

Uma ofensiva junto aos governadores peemedebistas, capitaneada pelo senador José Sarney (PMDB-AP), garantiu o apoio da maioria dos senadores do partido ao nome de Renan Calheiros (PMDB-AL) para o cargo de líder da legenda em 2009, exatos 14 meses depois do parlamentar alagoano ter renunciado à presidência do Senado em meio a denúncias de corrupção. A liderança faz parte do pacote com que a cúpula peemedebista e o Planalto trabalham para evitar disputa entre o PT e o PMDB na sucessão do Senado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva programa uma reunião com a cúpula do PMDB dia 12 ou 13 de janeiro, para arrancar uma definição de Sarney. Ou o senador assume de vez que é candidato, ou libera a cadeira em definitivo para uma composição com o PT de Tião Viana (AC). Um dirigente peemedebista com trânsito no Planalto informa que Lula quer esclarecer o quadro. Argumenta que, na última conversa com Sarney, ouviu do senador que não seria candidato “em hipótese alguma”. A despeito da negativa, porém, seus correligionários seguem sustentando que ele é “candidatíssimo”. Um interlocutor palaciano diz que, por isto mesmo, Lula pedirá à cúpula partidária que se manifeste e, se Sarney assumir o desejo de presidir o Senado, ficará “muito tranqüilo”. Caso contrário, o presidente insistirá no entendimento em torno de Viana.

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Divergências até entre aliados podem brecar reeleição de Marcelo Nilo

O cenário que antes parecia favorável para o tucano Marcelo Nilo, no que diz respeito ao embate presidencial da Assembléia Legislativa, parece ter ganhado novos contornos e, conseqüentemente, enfraquecido o seu desejo de reeleger-se. Há poucos dias, Nilo com base no bom trânsito que avalia ter no parlamento, dava sua candidatura como ganha. Entretanto, pelo menos três legendas já se manifestaram contrárias a essa possibilidade. As divergências, inclusive, estão partindo de legendas da própria base governista.

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