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    ‘Revistas’

    Novas armas contra a hepatite C

    Carta Capital

    A hepatite C é muito mais comum do que se imagina: 1% a 1,5% dos brasileiros são portadores crônicos do vírus causador da doença, o HCV.

    Ao contrário das hepatites A e B, a regra da hepatite C é tornar-se crônica: cerca de 80% dos que adquirem o vírus serão incapazes de eliminá-lo. A evolução é lenta e silenciosa, mesmo quando já existem lesões avançadas no fígado.

    A transmissão do HCV ocorre através do contato com o sangue de pessoas infectadas (risco alto), por via sexual (risco baixo) e da mãe infectada para o filho (cerca de uma transmissão em cada vinte partos).

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    Fernando Meirelles quer fazer série sobre Jean Charles

    Fernando Meirelles propôs à Rede Globo uma série sobre Jean Charles, brasileiro morto a tiros no metrô londrino, em 2005, após ser equivocadamente tomado como terrorista pela polícia local. A informação vem da coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo desta quarta, 20. O programa, apresentado à cúpula artística da emissora no início do mês, poderia ser tanto um seriado como uma microssérie.

    O projeto pode estar ligado a Jean Charles, co-produção Brasil-Inglaterra dirigida por Henrique Goldman e com Selton Mello no papel-título. O filme entra em cartaz no dia 26 de junho. Goldman entrou no filme por indicação de Meirelles, que, convidado ao mesmo posto, teve de recusar, por conta de outros compromissos. Jean Charles foi inicialmente planejado como um especial para a TV britânica.

    O cineasta – responsável pelo filme brasileiro de maior repercussão internacional nas últimas décadas, Cidade de Deus, e produções globais como Ensaio Sobre a Cegueira e O Jardineiro Fiel – está com a bola cheia na Globo. Uma das grandes apostas do canal é sua minissérie, Som e Fúria. Previsto para julho, o programa vai retratar, em 12 episódios, os bastidores de uma companhia de teatro shakesperiana.

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    Gripe H1N1: número de casos sobe e atinge novos países, diz OMS

    Veja

    O número de casos confirmados da gripe H1N1 subiu para 8.480 em todo o mundo, mas o número de mortes permanece estável em 72, segundo os últimos dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgados neste domingo.

    A confirmação de casos na Índia, Malásia e Turquia amplia o número de países atingidos pela doença para 39, informou a OMS. A vasta maioria de casos aconteceu no México e nos Estados Unidos. A disseminação da doença levou a OMS a declarar que uma pandemia é iminente. No dia 29 de abril ela elevou o alerta de pandemia para nível 6.

    A OMS informou que o México tem 2.895 casos registrados, incluindo 66 mortes. Os Estados Unidos reportaram 4.714 casos, com quatro mortes. Já o Canadá teve 496 casos e a Costa Rica, nove, cada um com uma morte.

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    Amazônia: Contribuição à tragédia

    CartaCapital

    Um acordo entre líderes do governo e da oposição permitiu a aprovação, no plenário da Câmara dos Deputados, na quarta-feira 13, da Medida Provisória 458, que prevê a regularização fundiária de lotes de até 2,5 mil hectares na Amazônia.

    Graças à mobilização da bancada ruralista, no entanto, os posseiros ficaram isentados da obrigação de recuperar áreas de preservação, uma das condicionantes ambientais previstas no texto original, enviado pelo presidente Lula ao Congresso no início de fevereiro.

    A medida propõe a doação de terrenos de até um módulo fiscal (no máximo 100 hectares) aos pequenos posseiros e a regularização de lotes com até 1,5 mil hectares por meio da venda direta aos ocupantes. O excedente, entre 1,5 mil e 2,5 mil hectares, também pode ser legalizado, mediante compra em licitação pública.

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    Brasil está entre os países que mais sediam eventos no mundo

    Época

    O Rio é um dos destinos mais procurados para eventos

    O Rio é um dos principais destinos de estrangeiros

    Um ranking divulgado nesta sexta-feira (15) pela ICCA (International Congress and Convention Association) revela que o Brasil foi o sétimo país mais procurado para sediar eventos internacionais no ano de 2008.

    Os dados coletados pela entidade revelam uma evolução no setor, já que em 2003 o país ocupava apenas a 19ª posição entre as sedes mais procuradas.

    Uma pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra o quanto o crescimento da escolha do país para abrigar congressos e eventos internacionais é positiva para a economia brasileira. Enquanto um turista de lazer gasta, em média, US$ 73,53 por dia, e o de negócios, US$ 165,14 por dia, o estrangeiro que participa de eventos no Brasil acaba gastando US$ 314,70.

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    Saiba por que o governo vai mexer no rendimento

    Veja

    Herança dos tempos de inflação descontrolada e indexação, o rendimento da Caderneta de Poupança é tabelado por lei. A ideia foi proteger o poupador dos mirabolantes planos heterodoxos que, com uma frequência assustadora, infernizavam a vida dos brasileiros. Funcionou. A Caderneta tornou-se uma instituição nacional. Mexer nela dá pavor a qualquer governante. Esse é o medo que agora assola o Planalto. Vive-se ali uma luta intensa entre a necessidade econômica de reduzir o rendimento da Caderneta e o pânico de passar à história como mais um governo a solapar o suado dinheirinho do poupador brasileiro.

    Como se chegou a esse dilema? A explicação é simples. A Caderneta compete com o Tesouro pela poupança do brasileiro. A remuneração oferecida pelo Tesouro é baseada na taxa básica de juros. Se ela é muito baixa, a remuneração do investimento dos brasileiros nos fundos de renda fixa também é baixa. Por outro lado, protegida por lei, a Caderneta continua remunerando o poupador tão bem ou melhor do que os títulos do tesouro. O problema é que o governo precisa captar recursos pela venda dos títulos. É assim que ele financia sua dívida sem emitir dinheiro e produzir inflação. É por essa razão que o governo precisa conseguir uma maneira palatável de fazer com que os fundos de renda fixa lastreados nos títulos da dívida do governo oferecidos pelos bancos aos brasileiros sejam mais atraentes do que a Caderneta de Poupança. Mas como fazer isso sem produzir uma crise política?

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    Jardel: “A cocaína destruiu o meu lar”

    IstoÉ

    Jardel fez muito sucesso no Grêmio

    Jardel fez muito sucesso no Grêmio

    Este ano, o jornal A Bola, tradicional diário esportivo de Portugal, quis saber da imprensa especializada e dos leitores quem foi o melhor estrangeiro de todos os tempos a pisar nos campos lusos. O vencedor foi o centroavante Mário Jardel Almeida Ribeiro, o brasileiro Jardel, conhecido lá como Super Mário. Não pela estatura (1,88 metro), mas por ter anotado 186 gols em 186 jogos naquele país.

    Jardel despontou para o futebol no Vasco da Gama, conquistou títulos no Grêmio e fez fama em Portugal, no Porto e no Sporting, principalmente. Lá, ganhou cinco troféus Bola de Prata de maior artilheiro do campeonato português e duas Chuteiras de Ouro (maior artilheiro da Europa). Era um fenômeno dentro da área, especialista em gols de cabeça. A Copa do Mundo parecia ser um caminho natural, mas ele foi preterido por Felipão, em 2002, quando o Brasil conquistou o penta. Ele, que na época já não conseguia vencer a dependência de álcool e cocaína, afundou de vez.

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    Ditadura Militar: Em homenagem ao repressor

    Época

    Fleury foi um herói nacional para amigos

    Fleury foi um "herói nacional" para "amigos"

    Um dos carros no estacionamento da igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro do Sumaré, em São Paulo tem um adesivo de um batalhão do Exército no vidro. Perto dele, um motoqueiro vestido com uma jaqueta militar encosta sua Harley Davidson. A maioria dos presentes tem mais de 60 anos. Muitos ostentam na lapela broches da polícia, do Exército, de organizações que se intitulam de direita, como a União Nacionalista Democrática (UND), e de movimentos católicos.

    Nas rodinhas, eles discutem exaltados as injustiças de suas aposentadorias (“isso não pode ser abono, tem de ser incorporado ao salário!”), lembram da “revolução de 1964” (“não foi golpe: o pessoal do Jango é que queria dar golpe”), comentam a “bagunça em que o país se transformou” e falam bem do amigo que os levou até ali. As conversas são interrompidas às 19h em ponto, quando o padre convoca para a cerimônia. Um contingente de ex-policiais, advogados e alguns militares entram na igreja para a missa em memória dos 30 anos da morte do delegado Fleury.

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