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:: ‘Saúde’

Governo e pesquisadores descartam problemas com vacina contra HPV

vacina_febre_amarelaO Ministério da Saúde defendeu o resultado da avaliação de uma equipe de médicos da Universidade de São Paulo (USP) sobre o caso de reações adversas a vacinas contra HPV em jovens no Acre. Segundo os profissionais, os pacientes tiveram uma crise “psicogênica”, e não um problema em decorrência da substância aplicada na imunização.

A apresentação ocorreu nessa semana, em Rio Branco, e contou com a presença de representantes da Secretaria de Saúde, do Ministério Público e da Assembleia Legislativa do estado. Mais de 80 jovens apresentaram diversos sintomas após tomar a vacina, dando origem a suspeitas disseminadas em redes sociais.

A equipe de médicos da USP selecionou 12 jovens e observou-os para avaliar a condição médica. O diagnóstico não indicou qualquer reação à substância, mas o que definiram como “crise não-epilética psicogênica”. Os sintomas teriam emergido em razão de um conjunto de fatores, desde o receio em relação à própria vacina até condições socioeconômicas. A crise se espraiou entre as pessoas da região.

“Esta doença ocorre em razão de um conjunto de problemas psicossociais. O fator estressante emocional é a vacinação. Não apenas o ato da vacinação, mas a crença compartilhada por aquele grupo de que a vacina pode ser perigosa. Essa apreensão provoca nas pessoas que já são vulneráveis o surgimento dos sintomas, que são agravados por estímulos que vão reforçando a ocorrência das crises”, disse o médico da USP Renato Luiz Marchetti.

Segundo ele, essa reação já foi verificado em relação a outros tipos de vacina, como as para o vírus H1N1, malária e tétano. Nesses casos, houve também um espraiamento “a partir da crença compartilhado de que tem algo acontecendo”. :: LEIA MAIS »

No Dia Mundial de Combate à Dor, nessa quinta (17), médicos alertam para problema de saúde pública

Closeup of young man touching temples with fingers as if suffering from severe migraine, feeling sick, isolated on gray background

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a dor crônica (aquela que se caracteriza por durar mais de três meses) é um grave problema de saúde pública. Ela se tornou um tema médico tão importante que, nos últimos anos, já é reconhecido como área de atuação específica na prática médica. Só no Brasil, de acordo à Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (Sbed), cerca de 35% da população (ou seja, mais de 70 milhões de pessoas) sofre com este problema. As síndromes dolorosas crônicas mais comuns são: dor nas costas, nas articulações, na cabeça, as musculares e aquelas ligadas ao tratamento e padecimento de doenças, como câncer.

A dor crônica interfere no cotidiano das pessoas, prejudicando o desempenho no trabalho, nas atividades de casa, no sono, nas relações pessoais e causa impacto até na economia. Segundo dados da Previdência Social sobre a saúde do trabalhador, a dor lidera o ranking de causas de afastamento do trabalho, afetando, inclusive, pacientes jovens em idade economicamente ativa. Entre os idosos, a prevalência de dor crônica é também alta, associada, muitas vezes, à presença de doenças crônicas e degenerativas e à falta de atividades físicas. O impacto, muito além do sistema previdenciário, é também sobre o sistema de saúde, público ou privado, já que o aumento da procura às emergências médicas, às internações hospitalares repetidas e a exames e procedimentos cirúrgicos é sintomático (e poderia ser evitado). :: LEIA MAIS »

Sarampo: 21 milhões de crianças deixam de ser vacinadas todos os anos

blog-editora-sanar-vacina-hepatite-aEntre 2010 e 2017, 169 milhões de crianças em todo o mundo (média de 21 milhões anuais) não receberam a primeira dose da vacina contra o sarampo, alertou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Para a entidade, o aumento no número de crianças não vacinadas abriu caminho para os surtos de sarampo que atualmente atingem vários países.

A diretora-executiva do Unicef, Henrietta Fore, destacou que o vírus do sarampo sempre encontrará crianças não vacinadas e que é preciso vacinar todas elas, tanto em países ricos como em nações pobres.

“A base para os surtos de sarampo que estamos testemunhando hoje pelo mundo foi estabelecida há anos”, lembrou. :: LEIA MAIS »

Bahia tem aumento de 94% dos casos de dengue em 2019

O número de casos de dengue – doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti – cresceu 94,1% em 2019, se comparado ao mesmo período de 2018, que registrou 204 casos. Este ano, do dia 1º de janeiro ao dia 18, foram notificados 400 casos da doença em 55 municípios.

Em função do risco de surtos e epidemias, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP), divulgou um alerta voltado aos profissionais de Saúde dos municípios baianos. As orientações, além de contemplar os casos de dengue, inclui as outras arboviroses (zika e chikungunya), também transmitidas pelo Aedes aegypti.

Alertar para a suspeição dos sinais e sintomas compatíveis com as arboviroses e mobilizar equipes de saúde para medidas de prevenção e controle são algumas das recomendações da DIVEP.

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Brasil tem 10.274 casos confirmados de sarampo

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

Desde o início de 2018 até 8 de janeiro de 2019, o Brasil registrou 10.274 casos confirmados de sarampo. Atualmente, o país enfrenta dois surtos da doença: no Amazonas, onde há 9.778 casos e, em Roraima, onde foram contabilizados 355 ocorrências.

Casos isolados foram anotados em São Paulo (3), Rio de Janeiro (19), Rio Grande do Sul (45), Rondônia (2), Bahia (2), Pernambuco (4), Pará (61) e Sergipe (4), além do Distrito Federal (1).

Foram registrados ainda 12 óbitos por sarampo: quatro em Roraima, seis no Amazonas e dois no Pará.

Os surtos, segundo o Ministério da Saúde, estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus que circula no Brasil é o mesmo da Venezuela, país com surto da doença desde 2017.

Por meio de nota, o ministério informou que a explosão de casos confirmados no Amazonas é resultado de uma força-tarefa realizada no final de 2018 em Manaus, quando mais de 7 mil casos que estavam em investigação foram concluídos. :: LEIA MAIS »

Vacinação: campanha contra pólio e sarampo termina hoje

OndinaA Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo termina hoje (14) em todo o país. De acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, cerca de 800 mil crianças ainda não tomaram as vacinas contra as duas doenças. Todas as crianças de 1 ano a menores de 5 anos devem se vacinar independentemente da situação vacinal.

Na faixa etária de 3 e 4 anos, a cobertura vacinal está acima da meta, com 96,95% para sarampo e 95,44% para poliomielite. A maior preocupação do Ministério da Saúde é com a faixa de 1 ano de idade, cuja cobertura ainda está em 85,45%.

No total, mais de 10 milhões de crianças foram vacinadas com mais de 22 milhões de doses. A média nacional de cobertura de vacinação em sarampo está em 94,7% e em poliomielite, 93,6%.

O sarampo e a poliomielite são doenças infectocontagiosas que podem resultar em complicações graves para as crianças, podendo levar até a morte. :: LEIA MAIS »

Mutirão de Castração será realizado em Vitória da Conquista

Prevenir possíveis doenças e reduzir a quantidade de ninhadas indesejadas são alguns dos benefícios do processo de castração de animais.

Com o objetivo de desenvolver ações educativas e cuidar da saúde de animais, acontece, de 23 a 25 de setembro, o 1º Mutirão de Castração desenvolvido em uma parceria da Uesb com o médico veterinário Rodrigo Mendes Carvalho.

Com apoio do projeto de extensão “Ações educativas sobre o cuidado com animais domésticos e de rua para promoção da saúde única”, coordenado pela professora Gabriele Marisco, do Departamento de Ciências Naturais (DCN) da Universidade, a ação será realizada na Rua P, nº 20, loteamento Jardim Ganabara, bairro Felícia, em Vitória da Conquista.

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Lançado o I Congresso do Sudoeste Baiano de Medicina, Terapias Integrativas e Complementares

Lançamento MEDIC_3_Foto rafael FloresFoi oficialmente lançado na noite desta terça-feira (11), no restaurante Maria do Sertão, o I Congresso do Sudoeste Baiano de Medicina, Terapias Integrativas e Complementares (I MEDIC). O evento multidisciplinar acontece entre os dias 11 e 13 de outubro no Colégio Modelo em Vitória da Conquista (BA).

O I MEDIC tem a proposta de colocar em pauta as Práticas Integrativas e Complementares, as chamadas PICs, tratamentos que utilizam recursos terapêuticos, baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para a prevenção de doenças. São eles: aromaterapia, bioenergética, cromoterapia, hipnoterapia, ozonioterapia, terapia de florais, dentre outros.

Em março de 2018 o Ministério da Saúde incorporou 10 destes tratamentos, aumentando para 29 os procedimentos oferecidos pelo SUS e tornando o Brasil o país que proporciona o maior número de práticas integrativas disponíveis na atenção básica. Diante dessa nova demanda, o I MEDIC tem o desafio de elucidar questões importantes sobre as práticas, desmistificando-as e fazendo-as serem reconhecidas pelo público em geral, principalmente pela área médica.

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A cada 40 segundos, há um suicídio no mundo

01No Brasil, há um suicídio a cada 45 minutos.  Os dados mundiais indicam que ocorre uma tentativa a cada três segundos e um suicídio a cada 40 segundos. No total, chega-se a 1 milhão de suicídios no mundo. Provocar o fim da própria vida está entre as principais causas das mortes entre jovens, de 15 a 29 anos, e também de crianças e adolescentes.

No esforço para mudar esses números, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu que a data de 10 de Setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.  Há quatro anos a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), promove a campanha nacional Setembro Amarelo.

À Agência Brasil, o presidente eleito da Associação Psiquiátrica da América Latina (Apal) e superintendente técnico da ABP, Antônio Geraldo da Silva, destacou a importância da campanha para prevenção e conscientização.

“Esses números são altíssimos, mas nós sabemos que são falhos. Mesmo assim, são assustadores.” :: LEIA MAIS »

Ministério da Saúde quer combater fake news com serviço pelo WhatsApp

Ministério da Saúde lança serviço de combate à Fake News

Ministério da Saúde lança serviço de combate à Fake News

Um canal no aplicativo WhatsApp vai possibilitar que a população consulte se a notícia sobre saúde que ecebeu na redes sociais é verdadeira ou falsa. O anúncio foi feito hoje (27) pelo Ministério da Saúde. De acordo com a pasta, qualquer cidadão poderá adicionar gratuitamente o número (61) 99289-4640 nos contatos do celular.

“Ele servirá exclusivamente para verificar com os profissionais de saúde nas áreas técnicas da pasta se um texto ou imagem que circula nas redes sociais é verdadeiro ou falso. Ou seja, é um canal exclusivo e oficial para desmascarar as notícias falsas e certificar as verdadeiras”, informou o ministério, por meio de nota.

No comunicado, o diretor de Comunicação Social da pasta, Ugo Braga, classifica as chamadas fake news como “praga da modernidade” que vem sendo usada de toda forma para manipular, enganar, iludir e prejudicar. “No caso da saúde, é muito mais grave, porque a notícia falsa mata”, reforçou, ao citar o WhatApp como principal veículo de transmissão de notícias falsas. :: LEIA MAIS »

40 anos do bebê de proveta e os avanços da medicina reprodutiva

Em 25 de julho de 1978 nascia na Inglaterra Louise Joy Brown, a primeira bebê de proveta do mundo.

O procedimento criado por pesquisadores britânicos revolucionou a medicina reprodutiva com o método inovador de juntar os óvulos com os espermatozoides dentro de um laboratório, transferindo posteriormente os embriões para o útero.

A realização desse procedimento foi o pontapé inicial para o avanço tecnológico que permitiu ampliar as possibilidades de tratamento da fertilidade.

Para se ter dimensão do quanto a medicina reprodutiva evoluiu nos últimos 40 anos, até o final da década de 1980 as chances de sucesso nas fertilizações não ultrapassavam 15%.

Não existia o ultrassom transvaginal, os laboratórios e os equipamentos eram bem menos desenvolvidos e o procedimento era realizado por meio de laparoscopia, tornando-o mais arriscado e menos eficaz. Diante desse cenário, as chances de uma gravidez acontecer eram quase nulas.

De lá para cá muita coisa mudou. O método para realização de uma fertilização in vitro (FIV) hoje é minimamente invasivo. A evolução tecnológica possibilita que as chances de sucesso no tratamento variem de 50% a 60% em mulheres de até 35 anos. A técnica evoluiu tanto que, a cada ciclo de fertilização in vitro, a chance de gravidez é maior do que em um ciclo natural de um casal jovem e saudável.

No Brasil, o primeiro bebê de proveta nasceu em 1984 no interior do Paraná. Nesta época, ainda não estava disponível no país a tecnologia para avaliar a qualidade dos embriões e, com isso, os médicos optavam por transferir vários embriões em desenvolvimento. O entendimento era que quanto mais embriões o útero recebesse, maior seria a chance de uma gravidez.

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Feira Agroecológica incentiva consumo de produtos orgânicos

Você sabe quais os impactos do consumo de alimentos e produtos com agrotóxicos? Mas onde encontrar opções livres desses produtos químicos? Pensando nisso, um grupo de profissionais da Uesb deu início nesta sexta, 3, a uma Feira Agroecológica, no campus de Vitória da Conquista.

Reunindo pequenos produtores da região, a Feira será realizada toda sexta-feira, em um espaço em frente ao Módulo Antônio Luís Santos (Luisão), das 9 às 21 horas. No local, será possível encontrar hortaliças, verduras, mel, ovos, plantas e uma série de produtos orgânicos e livres de agrotóxicos.

Dentro dessa consciência, é possível encontrar até cosméticos produzidos de forma natural. Michele Andrade é artesã e vem desenvolvendo uma produção própria de produtos dentro desse segmento, como batons, sabão, desodorante etc. “Eu tinha uma preocupação com a parte de alimentação, uma alimentação mais saudável, consumir mais orgânicos. Isso foi crescendo e acabei trazendo para a parte de cosméticos. A Feira é uma fonte de informação, que eu posso divulgar meu trabalho, as pessoas conhecerem e também estimular essa consciência do que consumir”, explicou Andrade.

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Vitória da Conquista: Jovem dá à luz em casa e abandona bebê no guarda-roupa

Uma jovem de 22 anos abandonou a filha recém-nascida dentro do guarda-roupa após dar à luz sozinha em casa na segunda-feira, 6, em Vitória da Conquista (a 527 km de Salvador), no sudoeste baiano.

A Polícia Militar (PM-BA) informou que a criança foi localizada pela bisavó da jovem no início da noite, horas depois do parto, que teria sido feito pela própria mulher.

A idosa ouviu o choro do recém-nascido abafado pelo guarda-roupa e acionou a polícia. Os policiais estiveram no imóvel junto com o Conselho Tutelar e uma ambulância do Serviço de Antedimento Móvel de Urgência (Samu).

O bebê foi levado para o Hospital Esaú Matos, enquanto a mãe foi localizada na casa de um vizinho. Conforme a PM, ela estava nervosa e, inicialmente, negou que o bebê fosse dela. Após ser levada à unidade, confirmou que é a mãe da menina. Ela teria abandonado porque queria um menino.

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Campanha de Vacinação contra poliomielite e sarampo começa nesta segunda

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa nesta segunda-feira (6) em todo o país. A meta é imunizar mais de 11 milhões de crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos, público mais suscetível a complicações de ambas as doenças. O Dia D de Mobilização Nacional foi agendado para 18 de agosto, um sábado, mas a campanha segue até o dia 31 de agosto.
De acordo com o Ministério da Saúde, foram adquiridas 28,3 milhões de doses de ambas as vacinas – um total de R$ 160,7 milhões. Todos os estados, segundo a pasta, já estão abastecidos com 871,3 mil doses da Vacina Inativadas Poliomielite (VIP), 14 milhões da Vacina Oral Poliomielite (VOP) e 13,4 milhões da Tríplice Viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba.

Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, todas as crianças dentro da faixa etária estabelecida serão imunizadas – mesmo as que já estão com o esquema vacinal completo. Neste caso, a criança vai receber um outro reforço. A campanha ocorre em meio a pelo menos dois surtos de sarampo no Brasil, em Roraima e no Amazonas. No caso da pólio, 312 municípios registram baixas taxas de cobertura vacinal contra a doença. :: LEIA MAIS »



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