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Dia 12 de fevereiro, Vitória da Conquista e Serrano se enfrentam no Baianão 2012. Qual resultado?

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    Com a tag ‘ACM’

    Com PSD, Wagner terá tropa maior que a de ACM

    Ao patrocinar a criação do PSD na Bahia, o governador Jaques Wagner (PT) colherá como dividendo uma hegemonia na Assembleia Legislativa maior do que a de Antonio Carlos Magalhães (1927-2007) no auge de seu poder, nos anos 90.

    Se sair do papel, o partido de Gilberto Kassab nascerá na Bahia como a segunda maior bancada da Assembleia (11 deputados), atrás somente do PT, e com cinco deputados federais.

    Dos 11 deputados estaduais, 10 foram eleitos em legendas que fazem oposição ao governador na Assembleia, como DEM e PMDB. Com a migração dos oposicionistas para a base, Wagner terá a seu lado 49 dos 63 deputados estaduais.

    Quando governador (1991-1994), ACM chegou a contar com uma base de 44 deputados, mas o apogeu de seu grupo político ocorreu na eleição de 1998, quando César Borges (então PFL) foi eleito governador junto com uma bancada de 47 aliados.

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    WikiLeaks: As conversas com ACM e José Carlos Aleluia na Bahia

    Crítica e combate deram a tônica da conversa entre um representante da embaixada americana com os políticos baianos José Carlos Aleluia e o falecido Antônio Carlos Magalhães (ambos do PFL, atual DEM).

    Os encontros ocorreram em 12 de setembro de 2006 em Salvador e são descritos em um cable enviado a partir da embaixada americana em Brasília 9 dias depois.

    O conselheiro político da embaixada americana foi recebido por José Carlos Aleluia em um café da manhã na casa do político. O baiano estava frustrado com a possibilidade iminente de Lula ganhar a eleição. No entanto, Aleluia acreditava que Alckmin poderia virar o jogo em um eventual 2º turno.

    Para ele, o primeiro mandato do então presidente havia sido marcado por abuso de autoridade, política econômica pobre e corrupção arraigada. Dois dos maiores problemas eram o gasto público desenfreado e o baixo investimento do governo.

    Aleluia diz que Lula usou seu poder para comprar os tribunais, as universidades, a Polícia Federal e o Ministério Público.

    O político cita a criação de novas universidades e a incumbência estatal de custear acadêmicos em cargos vitalícios além de pensões às mulheres de pesquisadores como formas de Lula comprar a comunidade universitária. “A folha de pagamento pública está inchada!”, Aleluia alerta o representante americano e diz que “o Brasil virou um país de concursos”.

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    Na Bahia, Serra lembra ACM e manifesta otimismo quanto a 2º turno

    Ao receber hoje em Salvador o título de cidadão soteropolitano, o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, elogiou o senador Antonio Carlos Magalhães, morto em 2007, e citou o poeta baiano Gregório de Matos (1636-1695) para criticar setores que tentam promover censura no Brasil.

    O candidato não quis comentar os resultados das últimas pesquisas de intenção de voto, mas declarou-se otimista em relação à possibilidade de chegar ao segundo turno das eleições presidenciais.

    “Como não mencionar o grande Gregório de Matos, que enfrentou os poderosos no seu tempo e exerceu com acidez e clareza a crítica política. Desconfio que se Gregório existisse hoje, talvez alguns dos censores que andam por aí tentariam calá-lo”, disse Serra.

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    Três anos após a morte de ACM, família do político baiano lança pedra fundamental

    Três anos após a morte do senador Antonio Carlos Magalhães, a família do político baiano lançará a pedra fundamental de um antigo sonho ao assinar o estatuto do Instituto Antonio Carlos Magalhães de Ação, Cidadania e Memória (IACM), espaço que está sendo erguido para homenagear o baiano. A cerimônia acontece hoje, às 11h, após a missa que será realizada na Igreja da Vitória, às 9h.

    Voltado para a formação de gestores públicos e privados, o IACM será inaugurado em 4 de setembro, data em que ACM completaria 83 anos. O instituto será sem fins lucrativos e não terá vinculação política. Abrigará um museu com fotografias, vídeos, áudios de discursos e objetos pessoais do senador, cedidos por sua família, e terá também uma biblioteca com 4 mil livros de seu acervo pessoal.

    “O objetivo é que o instituto seja um espaço apartidário, onde todos tenham acesso a informações sobre ACM”, explica Renata de Magalhães Correia, neta e uma das idealizadoras do projeto. Segundo ela, sua a vó, dona Arlette Magalhães (viúva do político), foi a grande motivadora do instituto, junto como senador Antonio Carlos Júnior e o deputado ACM Neto.

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    Poder, tradição e corporativismo aumentam clãs políticos na Bahia

    Poder não é genético, mas hereditário em boa parte da política brasileira. A Bahia, por exemplo, é pródiga na formação de clãs políticos familiares, que se mantêm no poder há anos, como os das famílias Magalhães e Carneiro – respectivamente de Antonio Carlos Magalhães (morto em 2007) e do senador João Durval Carneiro (PDT).

    O que não falta, também, é político querendo eleger seus filhos para manter seu poderio. Todos, porém, dizem que entram na vida pública para o bem da coletividade.

    Nessa ala se enquadram os casos recentes dos filhos dos deputados federais João Leão (PP) e Mario Negromonte (PP) – Carlos Felipe Leão (PP), o Cacá Leão, e Mário Negromonte Junior (PP) – que, pela primeira vez, são prováveis candidatos a deputado estadual. Eles são bons exemplos de que, para muitos que têm parentes políticos – com base eleitoral estruturada e o caminho das pedras pronto para patrocínio de campanha – fica fácil entrar na vida pública.

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    Geddel usa tática de ACM para levar votos do carlismo na BA

    Principal candidato a herdeiro político do carlismo na Bahia, o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) intensifica as viagens pelo Estado, a distribuição de recursos a aliados e as aparições públicas para tentar ocupar o vácuo eleitoral deixado pelo senador Antonio Carlos Magalhães, morto em 2007.

    Pré-candidato ao governo baiano, Geddel segue estratégia parecida à de ACM durante a hegemonia do carlismo no Estado, com distribuição de recursos a aliados e influência em meios de comunicação.

    Das verbas do Ministério da Integração Nacional destinadas à Bahia, 68% do total foi repassado por convênios a prefeituras do PMDB. De acordo com Geddel, que comanda o ministério desde março de 2007, os critérios são técnicos.

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    Dois anos sem ACM

    Repórter Diêgo Gomes
    Às 10:52

    Nessa segunda-feira completa dois anos da morte do senador Antônio Carlos Magalhães. ACM iniciou sua vida política como deputado estadual pela UDN em 1954. Foi eleito três vezes seguidas para a Câmara Federal. Já em 1967 foi nomeado prefeito de Salvador.

    Em 1970 foi nomeado governador da Bahia. Após cumprir o primeiro mandato a frente do governo do Estado, foi indicado para a presidência da Eletrobras. Em 1979, volta ao cargo de governador da Bahia. No período da redemocratização da República, o então presidente José Sarney, em 1985, nomeou ACM para ser ministro das Comunicações.

    Em 1990, foi eleito por voto direto para governar a Bahia pela terceira vez(1991-1995). Nas eleições de 1994, candidatou-se pela primeira vez ao Senado Federal e presidiu o Congresso por duas oportunidades 1997 a 1999 e 200 a 2001. Em 2002, foi reeleito Senador, cargo que exerceu até dia 20 de junho de 2007, dia que faleceu.

    Hoje, o deputado federal ACM Neto fez um artigo apra lembrar o avô. Leia a seguir a homenagem.

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    O dia dos baianos no plenário do Senado

    Repórter Diêgo Gomes
    Às 22:01

    Nessa quinta-feira nenhum dos três senadores baianos – ACM Junior(DEM), César Borges(PR) e João Durval(PDT) – utilizaram o plenário do Senado Federal para discursar.

    Cavalcanti destaca dois anos de morte de ACM

    Porém, o senador pela Paraíba, Roberto Cavalcanti(PRB) lembrou o aniversário de dois anos da morte do ex-governador Antônio Carlos Magalhães.

    Segundo Cavalcanti, o também ex-senador por dois mandatos, se notabilizou por uma “inquestionável competência administrativa”.

    O paraíbano lembrou que ACM, em sua vida pública, rendeu amor e ódio enquanto esteve vivo. “Era amado pelos que o admiravam e odiado pelos seus adversários”. Logo em seguida lembrou que ACM era chamado por uns de Toninho Ternura e por outros de Toninho Malvadeza – gostava dos dois apelidos.

    Roberto Cavalcanti citou que ACM foi um dos homens mais poderosos do país inclusive lembrou que, em reunião que o senador baiano não estava, a reunião não valia. Além do mais “ACM mudou a face da Bahia” pois desenvolveu e modernizou o Estado

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