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A partir de hoje, cheques terão a data da emissão como medida de segurança
A partir deseta sexta-feira (28) as folhas de cheques passarão a ter a data de confecção impressa, na lateral esquerda. A medida foi aprovada há seis meses pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e o objetivo é aumentar a segurança, a transparência e a credibilidade nas operações.
Antes dessa decisão, apenas a data em que o correntista passava a ser cliente do banco vinha impressa nos cheques. Algumas instituições financeiras se anteciparam ao início do prazo de vigência da mudança e já incluíram a data de emissão.
O Banco Central (BC) informou que nos contratos os bancos serão obrigados a esclarecer os clientes sobre a nova medida e as alterações adotadas para liberar os talões. A medida foi adotada atendendo a pedidos de comerciantes que reclamavam sobre o uso de folhas antigas de cheques.
BC reduz taxa básica de juros para 12% ao ano
O Banco Central surpreendeu a maior parte do mercado financeiro, e até mesmo do governo, e anunciou nesta quarta-feira (31) a redução da taxa básica de juros de 12,50% para 12% ao ano. Desde a piora na crise internacional, e diante de indicadores de desaceleração na atividade doméstica, a instituição vinha sendo pressionada a cortar os juros.
Desde a piora na crise internacional, e diante de indicadores de desaceleração na atividade doméstica, a instituição vinha sendo pressionada a cortar os juros.
Ontem, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o aumento de R$ 10 bilhões na economia para pagar os juros da dívida (superavit primário) anunciado no início desta semana abriu caminho para a queda dos juros, que já estava no “horizonte”.
A expectativa, no entanto, era que os juros só começassem a cair na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC, nos dias 18 e 19 de outubro. Será a penúltima reunião do comitê neste ano. A última está marcada para o final de novembro.
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Banco terá que trocar nota danificada em caixa eletrônico, diz BC
O Banco Central modificou as normas anteriores e, agora, as instituições financeiras terão de trocar as notas danificadas que eventualmente os correntistas tenham sacado direto de caixas eletrônicos.
“Esse procedimento deverá ocorrer imediatamente após a apresentação da cédula à instituição financeira”, diz o BC, em nota divulgada nesta quinta-feira.

Banco Central estima que 75 mil notas manchadas circulam
O Banco Central estima em cerca de 75 mil o número de cédulas manchadas por mecanismos antifurtos de caixas eletrônicos não retiradas de circulação, segundo informações do diretor de Administração do BC, Altamir Lopes. Nesta quarta-feira, o órgão anunciou que não irá mais ressarcir o cidadão que receber uma cédula danificada.
Com o aumento de casos de explosão de caixas eletrônicos, principalmente em São Paulo, os bancos têm instalado dispositivos antifurto nessas máquinas. Esse mecanismo mancha com tinta rosa as cédulas do caixa eletrônico atacado.
Lopes alertou que a população deve ficar atenta às características das notas de real e recusar o recebimento de cédulas danificadas. Ele explicou que todas as notas manchadas perderão a validade, independentemente do tamanho da mancha de tinta.
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Banco Central do Japão deve injetar trilhões de ienes no mercado 2ª feira
O Banco do Japão (BOJ) planeja oferecer trilhões de ienes (dezenas de bilhões de dólares) ao mercado monetário na segunda-feira, em uma operação de emergência destinada a debelar o nervosismo do mercado após um forte terremoto e tsunami atingiram o nordeste do país, informou a agência de notícias Jiji.
Esta operação será a maior realizada num só dia desde maio do ano passado, quando a crise da dívida grega agitou o mercado financeiro global, segundo a agência.
Silvio só vendeu banco após ligação do BC
Silvio Santos só aceitou vender o controle do Panamericano para o BTG Pactual após receber um telefonema do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, no início da tarde de segunda-feira, dia em que o negócio foi anunciado. Até então, o empresário relutava em aceitar as condições da operação. O contrato foi assinado por volta das 20h30.
Segundo fontes que acompanharam as negociações, desde a confirmação do novo rombo de R$ 1,5 bilhão, cerca de 10 dias atrás, Silvio mostrou-se irritado. Em diversas ocasiões, “trucou”. Dizia que, se as condições de venda não fossem mais favoráveis a ele, o Banco Central poderia liquidar de vez o Panamericano.
Procurada, a assessoria do Grupo Silvio Santos não quis comentar. O BC também não quis se pronunciar.
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Novas cédulas do real começam a circular na próxima semana, diz BC
O Banco Central informou nesta sexta-feira (10) que a segunda família de cédulas do real começará a circular na próxima segunda-feira (13). Os primeiros modelos em circulação serão as notas de R$ 50 e R$ 100.
As novas notas entrarão em circulação por meio dos bancos comerciais, sendo que as cédulas atuais continuarão valendo e somente serão retiradas de circulação em decorrência do desgaste natural, informou o Banco Central. As novas notas custam cerca de 25% a mais do que os modelos antigos, segundo informações da autoridade monetária.
Na nova cédula de R$ 100, permanece a garoupa de um lado e a efígie da República, do outro. Na nota nota de R$ 50, continuam a onça pintada e efígie da República. Os animais, porém, estão na posição horizontal. No modelo atual, aparecem na posição vertical. As mudanças são tecnológicas e de design, mas o BC afirmou que todos os animais representados nas notas atuais continuarão a figurar nas novas versões.
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Financiamento de veículos sem entrada terá restrição do BC
O consumidor terá, a partir de agora, mais dificuldade para comprar veículos sem entrada. Pelas normas anunciadas nesta sexta-feira pelo Banco Central, haverá restrições de recursos para financiamentos com prazo superior a 24 meses.
Pela nova regra, para não cair na restrição, os bancos deverão exigir uma entrada de pelo menos 20% nos financiamentos entre 24 e 36 meses para carros novos ou usados.
Nos parcelamentos entre 36 e 48 meses, a entrada sobe para 30%. Entre 48 e 60 meses, para 40%.
Todas as vendas de veículos com prazo superior a 60 meses terão restrição, independentemente da entrada.
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BC vê risco inflacionário em aumento de salários
O mercado de trabalho e a evolução dos salários ganharam importância no Relatório Trimestral de Inflação de setembro. No documento divulgado nesta quinta-feira, 30, os diretores do BC afirmam que “um risco importante para a não concretização do cenário central (para a inflação) advém das condições do mercado de trabalho”. Nesse ambiente, o BC destaca que o nível do emprego “tem crescido de forma vigorosa, gerando as mais baixas taxas de desemprego desde o início do cálculo da série” e que “o rendimento médio real, depois de oscilar ao longo de 2009, tem crescido desde o início do ano”.
“O risco importante, nessas situações, é o de que o aquecimento no mercado de trabalho leve à concessão de aumentos nominais dos salários em níveis não compatíveis com o crescimento da produtividade, o que, em ambiente de demanda aquecida, tendem a ser repassados aos preços ao consumidor”, alerta o documento do BC.
Diante do risco, os diretores do BC lembram que a teoria, “no que é respaldada pela experiência internacional”, “determina que moderação salarial constitui elemento chave para a obtenção de um ambiente macroeconômico com estabilidade de preços”.
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Estimativa de analistas de mercado para a inflação oficial este ano chega a 5,05%
A projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 5,01% para 5,05%, este ano, segundo o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central (BC), com base nas expectativas para os principais indicadores econômicos. Para 2011, a previsão para o IPCA oscilou de 4,95% para 4,94%.
As projeções estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%. Essa meta tem ainda limite inferior de 2,5% e superior de 6,5%, e cabe ao BC persegui-la. Um dos instrumentos para controlar a demanda por bens e serviços é a taxa básica de juros, a Selic, que na projeção dos analistas deve encerrar 2010 no atual patamar de 10,75% ao ano. Para o término de 2011, a expectativa para a taxa básica é de 11,75% ao ano.
O boletim Focus também traz a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que passou de 4,90% para 4,99%. Para 2011, a projeção subiu de 4,58% para 4,60%.
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Brasil mantém 1ª colocação em ranking dos maiores juros
O Brasil manteve o primeiro lugar do ranking de maiores taxas de juros reais do mundo com a manutenção da Selic em 10,75% ao ano, anunciada nesta quarta-feira pelo Banco Central (BC). Segundo levantamento dos economistas Jason Vieira e Thiago Davino, a taxa real de juros brasileira (juros nominais menos a inflação projetada para os próximos 12 meses) é de 5,6% ao ano.
Na segunda colocação, com juros reais menores que a metade do brasileiro, aparece a África do Sul, com 2,2%. A Rússia é o terceiro da lista, com 2,1%, seguida da China, com 1,9%.
Segundo o levantamento, o Brasil é líder no ranking porque combina uma projeção mais modesta de inflação e uma taxa nominal alta. “Outros países detêm projeções inflacionárias mais fortes, portanto perdem posições no ranking”, afirma o estudo.
Terra
BC e Fazenda apresentam novas cédulas do real
Com mais recursos de segurança, visual mais limpo e com tamanhos diferenciados, as novas cédulas do real foram apresentadas hoje pelo Banco Central (BC) e Ministério da Fazenda.
As efígies permanecem, mas as notas foram reduzidas, ficando a de R$ 2 com o menor e a de R$ 100 com o maior tamanho.
Ficaram muito parecidas com o Euro. O governo chama essa série de ” segunda família do real “. A primeira foi lançada em 1994.
Opinião: Caçadores de fantasmas em 2010
Ilan Goldfajn
Bons administradores de risco são como caçadores de fantasmas. Receiam pelo que ninguém acredita, atuam para evitar o que ninguém vê (ou quer ver). Se não conseguem evitar o que temiam, são cobrados pela falta de precaução. Se bem-sucedidos, evitam o pior. Mas como o pior não acontece, poucos acreditam que houvesse risco de verdade.
Era tudo excesso de zelo, estavam vendo fantasmas, era pura paranoia. Em 2010 o Banco Central do Brasil provavelmente sofrerá desse mal: terá de subir os juros ainda neste ano. Será acusado de excesso de zelo ou, pior, caso não atue, deixará um problema inflacionário para o ano seguinte.
O Banco Central é caçador de fantasmas por natureza. Administra o risco da volta da inflação para preservar, em última instância, a estabilidade macroeconômica, o que beneficia a todos. Mas para isso tem a obrigação de se antecipar aos eventos, subir os juros para evitar o retorno da inflação. Se for bem-sucedido, a ameaça inflacionária é debelada e a inflação permanece em torno da meta.
Copom mantém ritmo e surpreende ao reduzir juros para 9,25% ao ano
Dividido, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central surpreendeu nesta quarta-feira (10) ao manter o ritmo de corte dos juros básicos da economia em um ponto percentual. Com a decisão, a taxa Selic caiu de 10,25% para 9,25% ao ano. Esse foi o quarto corte consecutivo dos juros.
A redução de um ponto percentual nos juros realizada nesta quarta foi igual ao recuo feito em abril. Entretanto, foi mais baixa do que o corte de 1,5 ponto percentual realizado em março de 2009 – no que foi a maior diminuição desde dezembro de 2003.
Globo.com
Investimento estrangeiro no Brasil atinge maior patamar desde outubro
Os investimentos estrangeiros no setor produtivo brasileiro ficaram positivos em US$ 3,409 bilhões em abril, melhor resultado desde outubro do ano passado, segundo dados do Banco Central. No mesmo mês do ano passado, estava positivo em US$ 3,872 bilhões.
Para maio, o BC projeta um resultado positivo de US$ 2,8 bilhões. Até esta terça-feira, já entraram US$ 2,5 bilhões neste mês.
“Isso é um sinal de que o investidor está olhando para o país com um objetivo de longo prazo em um momento em que você tem uma crise dessa dimensão”, disse o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.
Meirelles vê trajetória preocupante do desemprego
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, prevê que o desemprego no país no segundo semestre voltará aos patamares de 2007, movimento que considerou preocupante, e que a dívida pública brasileira encerrará 2009 em torno de 38 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
“A previsão para os índices de desemprego no segundo semestre vão levar a uma trajetória comparável a 2007. É preocupante, estamos retrocedendo dois anos”, disse ele a jornalistas em evento no Rio de Janeiro nesta terça-feira.
A taxa média de desemprego no Brasil medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 9,3 por cento em 2007. Em março deste ano, último dado disponível, a taxa chegou a 9 por cento, depois de atingir recorde de baixa, a 6,8 por cento, em dezembro do ano passado.
Meirelles, no entanto, minimizou o desempenho negativo quando comparado a outras economias que vêm sofrendo mais com a crise global. “Não podemos esquecer que há países que estão com nível de desemprego comparável com a década de 1940″, afirmou.













