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	<title>TRIBUNA DA CONQUISTA &#187; bebês</title>
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	<description>De Vitória da Conquista para a Bahia, o Brasil e o Mundo</description>
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		<title>Terapia precoce pode ajudar a prevenir autismo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 15:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poliana Bomfim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[autismo]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Três anos se passaram desde que Diego recebeu o diagnóstico de autismo, aos 2 anos de idade. Desde então, sua mãe Carmen Aguilar já fez incontáveis contribuições para as pesquisas sobre a síndrome. Ela doou todos os tipos de amostras biológicas e concordou em manter um diário de tudo o que come, inala ou esfrega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Terapia para o bebê reforça troca de olhares entre mãe e filho. Foto: Getty Images" src="http://i0.ig.com/fw/12/lb/7z/12lb7z9kdl2xueq0oai7x24nk.jpg" alt="" width="282" height="211" />Três anos se passaram desde que Diego recebeu o diagnóstico de autismo, aos 2 anos de idade. Desde então, sua mãe Carmen Aguilar já fez incontáveis contribuições para as pesquisas sobre a síndrome.<br />
Ela doou todos os tipos de amostras biológicas e concordou em manter um diário de tudo o que come, inala ou esfrega na pele. Uma equipe de pesquisadores presenciou o nascimento de seu segundo filho, Emilio. A placenta, algumas amostras de tecido da mãe e as primeiras fezes do bebê foram colocados em um recipiente e entregues para serem analisados.</p>
<p>Atualmente, a família participa de outro estudo: uma iniciativa de vários cientistas norte-americanos que buscam identificar sinais de autismo em crianças a partir dos 6 meses (até hoje, a síndrome não pode ser diagnosticada de forma confiável antes dos 2 anos de idade). No Instituto MIND , no Davis Medical Center da Universidade da Califórnia, os cientistas estão observando bebês como Emilio em um esforço pioneiro para determinar se eles podem se beneficiar de tratamentos específicos.<br />
<span id="more-20986"></span><br />
Assim, quando Emilio mostrou sinais de risco de autismo na sua avaliação de 6 meses – não fazia contato visual, não sorria para as pessoas, não balbuciava, mostrava interesse incomum por objetos – seus pais aceitaram de imediato o convite para que ele participasse de um programa de tratamento chamado “Infant Start”.</p>
<p>O tratamento consiste de uma terapia diária, chamada “Early Start Denver Model” (ESDM), baseada em jogos e brincadeiras. Testes aleatórios têm demonstrado que a técnica melhora significativamente o QI, a linguagem e a sociabilidade em crianças com autismo. Além disso, os pesquisadores dizem que quanto antes tiver início o tratamento, maior será potencial de sucesso.</p>
<p>&#8220;No fundo, o que podemos fazer é evitar que uma certa proporção de autismo ocorra,&#8221; explica David Mandell, diretor adjunto do Centro de Pesquisas de Autismo do Hospital Pediátrico da Filadélfia. &#8220;Eu não estou dizendo que estas crianças estão sendo curadas, mas podemos estar alterando suas trajetórias de desenvolvimento ao intervir precocemente, para que elas nunca sigam o caminho que leve à síndrome. É impossível conseguir isso se ficarmos esperando o completo surgimento da doença.&#8221;</p>
<p><strong>Observação e interação</strong></p>
<p>Sally Rogers, a cientista do Instituto MIND que acompanha a família Aguilar, conta que já enfrentou muitos desafios na adaptação da terapia de crianças de mais de um ano para os bebês. Mesmo os bebês com desenvolvimento normal para a idade ainda não podem falar ou gesticular, muito menos fingir.</p>
<p>Rogers pede que os pais prestem atenção no balbuciar e nas interações sociais simples que ocorrem durante as rotinas normais de alimentar, vestir, dar banho e trocar o bebê.</p>
<p>Durante a primeira sessão com Emilio, de 7 meses, Sally demonstrou aos pais Carmen e Saul jogos de esconde-esconde, cócegas e outras brincadeiras de interação com pessoas. Ela falou sobre as 12 semanas seguintes e como eles fariam para que Emilio trocasse sorrisos, atendesse pelo nome e balbuciasse, começando com uma única sílaba (&#8220;ma&#8221;), depois passando para duas (&#8220;gaga&#8221;) e mais adiante para combinações mais complexas (&#8220;maga&#8221;).</p>
<p>&#8220;A maioria dos bebês vem ao mundo com uma espécie de ímã embutido que atrai as pessoas&#8221;, explica Sally. &#8220;Uma coisa que sabemos sobre o autismo é que ele enfraquece esse ímã. Não é que não se interessem, mas eles têm um pouco menos de atração pelas pessoas. Então, como podemos aumentar nosso apelo magnético para chamar sua atenção? &#8221;</p>
<p>A lição número um foi o contato visual. Sally pediu que os pais se revezassem para brincar com Emilio, incentivando-os a ficar cara a cara com o bebê e permanecer na sua linha de visão. Carmen Aguilar inclinou-se sobre o cobertor azul e sacudiu um brinquedo. &#8220;Emilio? Onde está o Emilio?&#8221;</p>
<p>Do outro lado do espelho de duas faces, um pesquisador acompanhava a sessão e um assistente monitorava três câmeras de vídeo na sala. Sally Ozonoff, que foi a primeira a escolher Emilio para o estudo, parou para observar.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando apenas para o objeto, embora o rosto de sua mãe esteja a oito centímetros de distância&#8221;, disse ela. &#8220;Ele tem um rosto muito sóbrio e tranquilo&#8221;.</p>
<p>Saul Aguilar foi o próximo a tentar. Ele colocou Emilio em uma cadeira vermelha feita de um saco de sementes e dobrou os lados sobre o bebê. &#8220;Chuá, chuá, chuá!&#8221;, fez Saul. Nenhuma resposta.<br />
Ele levantou Emilio para cima de sua cabeça e imitou um avião. Emilio olhou para o teto.</p>
<p>Então Saul colocou o bebê de volta na cadeira e pegou um lobo de pelúcia. Pôs o lobo sobre a cabeça e deixou-o cair em suas mãos. &#8220;Pschooo! Uuooó!” Finalmente, Emilio olhou. &#8220;Isso foi ótimo&#8221;, disse Sally Rogers ao pai do bebê. &#8220;Você colocou o brinquedo sobre a cabeça e ele foi atraído para o seu rosto. Você usou o brinquedo para melhorar a interação social. Ao trazê-lo até o seu rosto, Emilio percebe você.&#8221;</p>
<p><strong>Cérebro e vivências</strong></p>
<p>Embora as causas do autismo ainda sejam um mistério, os cientistas concordam que existe algum fator genético ou biológico envolvido. Tratamentos experimentais como o “Infant Start” visam abordar o ambiente social em que o bebê vive, para descobrir se as mudanças em casa podem alterar o desenvolvimento biológico da doença.</p>
<p>&#8220;As experiências formam os cérebros dos bebês de uma maneira muito física&#8221;, explica Sally. &#8220;As experiências determinam as sinapses; algumas são construídas e outras são dissolvidas.&#8221;</p>
<p>Na teoria, se um bebê prefere objetos em vez de rostos, uma &#8220;cascata de desenvolvimento&#8221; pode começar: os circuitos cerebrais que nasceram para a leitura facial são usados para outro fim, como o processamento da luz ou de objetos. Assim, os bebês perdem a capacidade de entender os sinais emocionais transmitidos pela observação de expressões faciais. Quanto mais tempo o cérebro de um bebê seguir este curso de desenvolvimento, mais difícil torna-se a intervenção.</p>
<p>Entretanto, o esforço de frear o autismo através de intervenções antecipadas apresenta um problema científico.</p>
<p>Como não existe um diagnóstico formal de autismo antes dos 2 anos, é impossível distinguir entre os bebês que são ajudados pela intervenção e os que jamais teriam desenvolvido autismo. Os pesquisadores precisam obter uma série de avanços com bebês como Emilio antes de fazer um estudo aleatório, comparando os bebês que recebem o tratamento com aqueles que não o recebem.</p>
<p>Os pais de Emilio estão felizes por seu filho participar da primeira fase do programa piloto. Eles viram o filho mais velho, Diego, progredir tanto na terapia comportamental entre as idades de 3 e 5, que ficam muito esperançosos com o que poderá acontecer com o mais novo.</p>
<p>Saul Aguilar largou o emprego em uma empresa de telecomunicações para cuidar de Emilio e trabalhar em seus objetivos todos os dias. Carmen Aguilar havia deixado seu emprego de assistente social quando o primeiro filho recebeu o diagnóstico. Mas os planos para o futuro tiveram que ser revistos depois da avaliação de 6 meses de Emílio.</p>
<p>&#8220;Eu sou a primeira pessoa da minha família a ir para a universidade,&#8221; diz Carmen Aguilar. &#8220;Meu pensamento foi: &#8216;agora já preparei o futuro de meu filho.&#8221; Mas, depois de saber que Emilio também pode ter autismo, ela diz que &#8220;você para de olhar para tão longe no futuro; somos forçados a pensar um dia de cada vez.&#8221;<br />
<strong>TheNYT/iG</strong></p>
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		<title>Bebê nasce de embrião congelado há quase 20 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 14:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poliana Bomfim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[embrião congelado]]></category>

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		<description><![CDATA[A técnica foi aplicada no Instituto Jones de Medicina Reprodutiva, da Escola de Medicina de Eastern Virginia, em Norfolk, na Virgínia. A mulher que recebeu os embriões havia registrado uma baixa reserva ovariana, ou seja, baixo estoque de óvulos disponíveis, e fazia tratamento de fertilização havia dez anos. Os médicos descongelaram cinco embriões que haviam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Para cientistas, embriões podem permanecer congelados por décadas" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2010/10/11/101011113424_embryo_226x170_nocredit.jpg" alt="" width="181" height="136" />A técnica foi aplicada no Instituto Jones de Medicina Reprodutiva, da Escola de Medicina de Eastern Virginia, em Norfolk, na Virgínia.</p>
<p>A mulher que recebeu os embriões havia registrado uma baixa reserva ovariana, ou seja, baixo estoque de óvulos disponíveis, e fazia tratamento de fertilização havia dez anos.</p>
<p>Os médicos descongelaram cinco embriões que haviam sido doados anonimamente por um casal que realizara o tratamento de fertilização na clínica 20 anos antes.</p>
<p>Dos embriões descongelados, dois sobreviveram e foram transferidos para o útero da paciente. Ao fim de uma única gravidez, a mulher deu à luz um garoto que nasceu saudável.<br />
<span id="more-20231"></span><br />
O caso foi relatado em um artigo científico na publicação especializada Fertility and Sterility, da Sociedade Americana para a Medicina Reprodutiva.</p>
<p>A equipe, liderada pelo pesquisador Sergio Oehninger, disse que não conhece nenhum caso de gravidez em que um embrião humano tenha permanecido tanto tempo congelado – 19 anos e sete meses.</p>
<p>&#8220;Congelar embriões é uma prática que só começou a ficar frequente nos anos 1990, então este certamente estava entre os que foram congelados logo no início deste processo&#8221;, explicou à BBC Brasil o diretor científico e professor honorário do Centro de Medicina Reprodutiva da Universidade de Glasgow, Richard Fleming.</p>
<p>&#8220;Este é sem sombra de dúvida o caso mais antigo de que já ouvi falar, e mostra como um embrião de boa qualidade pode perfeitamente se desenvolver independentemente de ter sido gerado em 1990 ou 2010.&#8221;</p>
<p><strong>Tempo em suspenso</strong></p>
<p>O congelamento suspende biologicamente o envelhecimento das células, e os cientistas defendem que um embrião pode permanecer neste estado por décadas.</p>
<p>Ate agora, o maior tempo que um embrião permaneceu congelado antes de ser transferido para o útero e gerado um bebê foi 13 anos, em um caso na Espanha.</p>
<p>No Brasil, o recorde é de uma mulher do interior de São Paulo que deu à luz um bebê nascido de um embrião que ficara congelado por oito anos.</p>
<p>Há ainda casos de pacientes que congelam suas células reprodutivas com fins terapêuticos, antes de tratamentos que podem deixá-los estéreis.</p>
<p>Em 2004, um casal teve um filho a partir de esperma que havia permanecido congelado por 21 anos.</p>
<p>Nesse caso, o pai tinha congelado espermatozoides aos 17 anos de idade, antes de começar a tratar um câncer de testículo com radioterapia e quimioterapia, que o deixaram sem capacidade reprodutiva.<br />
<strong>BBCBrasil</strong></p>
<div id="tweetbutton20231" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tribunadaconquista.com.br%2Fv1%2F2010%2F10%2F11%2Fbebe-nasce-de-embriao-congelado-ha-quase-20-anos%2F&amp;text=Beb%C3%AA%20nasce%20de%20embri%C3%A3o%20congelado%20h%C3%A1%20quase%2020%20anos&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tribunadaconquista.com.br%2Fv1%2F2010%2F10%2F11%2Fbebe-nasce-de-embriao-congelado-ha-quase-20-anos%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tribunadaconquista.com.br/v1/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Lei torna obrigatória realização gratuita do teste da orelhinha em bebês</title>
		<link>http://www.tribunadaconquista.com.br/v1/2010/08/03/lei-torna-obrigatoria-realizacao-gratuita-do-teste-da-orelhinha-em-bebes/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 18:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[teste de orelhinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Hospitais e maternidades terão de fazer de forma gratuita o teste da orelhinha nos bebês nascidos em suas dependências. A lei que obriga essas unidades de saúde a fazerem o teste foi sancionada pelo presidente da República publicada na edição de hoje (3) do Diário Oficial da União. O chamado exame de emissões otoacústicas evocadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hospitais e maternidades terão de fazer de forma gratuita o teste da orelhinha nos bebês nascidos em suas dependências. A lei que obriga essas unidades de saúde a fazerem o teste foi sancionada pelo presidente da República publicada na edição de hoje (3) do Diário Oficial da União.</p>
<p>O chamado exame de emissões otoacústicas evocadas identifica precocemente problemas auditivos e deve ser feito preferencialmente nos primeiros dias de vida do bebê. O teste é realizado enquanto a criança está dormindo, dura cerca de dez minutos e o resultado sai na hora. Se houver suspeita de problemas auditivos, a criança deve ser encaminhada à avaliação audiológica.<br />
<strong>JornaldaMídia</strong></p>
<div id="tweetbutton18677" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tribunadaconquista.com.br%2Fv1%2F2010%2F08%2F03%2Flei-torna-obrigatoria-realizacao-gratuita-do-teste-da-orelhinha-em-bebes%2F&amp;via=tribunavca&amp;text=Lei%20torna%20obrigat%C3%B3ria%20realiza%C3%A7%C3%A3o%20gratuita%20do%20teste%20da%20orelhinha%20em%20beb%C3%AAs&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tribunadaconquista.com.br%2Fv1%2F2010%2F08%2F03%2Flei-torna-obrigatoria-realizacao-gratuita-do-teste-da-orelhinha-em-bebes%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tribunadaconquista.com.br/v1/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Sons emitidos pelo bebê podem auxiliar diagnóstico de autismo, diz estudo</title>
		<link>http://www.tribunadaconquista.com.br/v1/2010/07/20/sons-emitidos-pelo-bebe-podem-auxiliar-diagnostico-de-autismo-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 01:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[autismo]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas americanos acreditam ser capazes de distinguir bebês autistas a partir dos sons que eles produzem. Usando tecnologia para análise das vocalizações emitidas por 232 crianças com idades entre dez meses e quatro anos, os especialistas da University of Kansas identificaram diferenças nos sons emitidos pelas que foram diagnosticadas como sendo autistas. A tecnologia permitiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2010/07/20/100720133040_toddler_talking_on_mobile_phone_226x170_nocredit.jpg" alt="" width="226" height="170" />Cientistas americanos acreditam ser capazes de distinguir bebês autistas a partir dos sons que eles produzem.</p>
<p>Usando tecnologia para análise das vocalizações emitidas por 232 crianças com idades entre dez meses e quatro anos, os especialistas da University of Kansas identificaram diferenças nos sons emitidos pelas que foram diagnosticadas como sendo autistas.</p>
<p>A tecnologia permitiu diagnósticos corretos em 86% dos casos. Estudos anteriores indicaram uma associação entre características vocais e autismo, mas, até hoje, o critério voz nunca foi usado no diagnóstico da condição. O estudo americano foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.</p>
<p><span id="more-18366"></span>Autismo é o nome dado a um grupo ou &#8220;espectro&#8221; de condições caracterizadas pela inabilidade de comunicação ou empatia com o outro, falta de traquejo social, traços obsessivos e comportamentos repetitivos.<br />
<strong>BBCBrasil</strong></p>
<div id="tweetbutton18366" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tribunadaconquista.com.br%2Fv1%2F2010%2F07%2F20%2Fsons-emitidos-pelo-bebe-podem-auxiliar-diagnostico-de-autismo-diz-estudo%2F&amp;via=tribunavca&amp;text=Sons%20emitidos%20pelo%20beb%C3%AA%20podem%20auxiliar%20diagn%C3%B3stico%20de%20autismo%2C%20diz%20estudo&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tribunadaconquista.com.br%2Fv1%2F2010%2F07%2F20%2Fsons-emitidos-pelo-bebe-podem-auxiliar-diagnostico-de-autismo-diz-estudo%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tribunadaconquista.com.br/v1/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dormir mais pode ajudar mulheres a emagrecer após o parto</title>
		<link>http://www.tribunadaconquista.com.br/v1/2009/07/26/dormir-mais-pode-ajudar-mulheres-a-emagrecer-apos-o-parto/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 20:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[ma~es]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

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		<description><![CDATA[Época Estudos americanos com mães descobriram que aquelas que dormem cinco ou menos horas por dia durante os seis primeiros meses após o parto têm três vezes mais chances de reter os quilos extras acumulados na gravidez do que aquelas que têm sete ou mais horas de sono por dia. &#8220;A privação do sono pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Época</strong></p>
<p><img class="alignright" src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,21456549,00.jpg" alt="" width="300" height="400" />Estudos americanos com mães descobriram que aquelas que dormem cinco ou menos horas por dia durante os seis primeiros meses após o parto têm três vezes mais chances de reter os quilos extras acumulados na gravidez do que aquelas que têm sete ou mais horas de sono por dia.</p>
<p>&#8220;A privação do sono pode causar alterações nos níveis de hormônios envolvidos na regulação do apetite&#8221;, explica Sirimon Reutrakul, médica da Universidade de Chicago Medical Center.</p>
<p>Outra evidência de que a qualidade de sono é fundamental para a recuperação das novas mães está na pesquisa de Truls Ostbye, professor e vice-presidente do Departamento de Medicina Familiar e da Comunidade do Centro Médico da Universidade de Duke, na Carolina do Norte.</p>
<p>Um estudo conduzido por ele é voltado para a perda de peso após o parto em mulheres que já tinham sobrepeso antes da gravidez. Os dados preliminares mostram que as que dormem menos de seis horas perdem menos peso das seis primeiras semanas ao primeiro ano após o nascimento do bebê.</p>
<p><span id="more-7848"></span>O segredo, então, é dormir mais após o parto? Ter mais horas de sono é importante, mas praticar atividades físicas e ter uma boa dieta são fundamentais sempre que o objetivo for perder peso.Para muitas mulheres, a retenção de peso pós-parto é um problema grave, porque pode levar, a longo prazo, a um ganho de peso real. Os estudos mostram que até 20% das mulheres mantêm pelo menos 11 quilos em 6 a 18 meses após o parto.</p>
<p>É preciso lembrar, porém, que uma boa noite de sono não depende exclusivamente da mãe. Há outros fatores que podem contribuir para as horas acordada. Apenas o fato de ter um recém-nascido em casa já é o bastante para tirar o sono das novas mamães.</p>
<p>Além disso, a presença de outras crianças pequenas em casa, uma possível depressão pós-parto, doenças do bebê e o trabalho podem alterar diretamente a rotina da noite das mulheres.</p>
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		<title>Foto de bebê aumenta chances de carteira ser devolvida, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 15:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo na Escócia deixou 240 carteiras &#8220;perdidas&#8221; pelas ruas da capital, Edimburgo, para observar quantas delas seriam devolvidas aos seus &#8220;donos&#8221;. Várias das carteiras guardavam &#8220;informações pessoais&#8221; diferentes – entre outros, fotos de um bebê, cãozinho de estimação, um casal idoso, cartões comprovando doações recentes à caridade. Ao todo, 42% das carteiras foram devolvidas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2009/01/090127152742_bebe226170.jpg" alt="" width="226" height="170" />Um estudo na Escócia deixou 240 carteiras &#8220;perdidas&#8221; pelas ruas da capital, Edimburgo, para observar quantas delas seriam devolvidas aos seus &#8220;donos&#8221;. Várias das carteiras guardavam &#8220;informações pessoais&#8221; diferentes – entre outros, fotos de um bebê, cãozinho de estimação, um casal idoso, cartões comprovando doações recentes à caridade.</p>
<p>Ao todo, 42% das carteiras foram devolvidas, entre elas, principalmente (88%) as que continham a foto de um neném. Em segundo lugar nas mais devolvidas estavam as que guardavam a foto do animal de estimação.</p>
<p>De acordo com o psicólogo Richard Wiseman, que supervisionou o experimento, as fotos despertaram sentimentos de empatia com os donas das carteiras e fizeram com que as pessoas se sentissem compelidas a tentar devolve-las.</p>
<p><span id="more-7342"></span>&#8220;O que não é surpreendente, do ponto de vista evolucionário&#8221;, afirmou Wiseman, da Universidade de Hertfordshire. Menos de metade (48%) das carteiras que levavam um retrato de família foram devolvidas, enquanto só 28% das que guardavam a foto do casal idoso.</p>
<p>Em último lugar na lista das mais devolvidas ficaram as carteiras com cartões de doação a instituições beneficentes (20%) e as que não nenhuma informação pessoal além do endereço. As carteiras &#8211; sem dinheiro &#8211; foram abandonadas aleatoriamente em Edimburgo, distantes cerca de 800 metros umas das outras, para evitar que a mesma pessoa encontrasse duas.</p>
<p>As fotos e outras informações foram inseridas em janelas de plástico transparente.<br />
<strong>BBCBrasil</strong></p>
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