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Analgésico pode aliviar sintoma de demência, conclui estudo
Muitos pacientes com demência atualmente tratados com medicamentos antipsicóticos poderiam se beneficiar mais de tratamentos à base de simples analgésicos, indica um pequeno estudo.
Especialistas britânicos e noruegueses concluíram que remédios para dor diminuíram significamente sintomas como agitação e comportamento agressivo, comuns em pessoas que sofrem da condição.
Tendo em vista os resultados do trabalho, a Alzheimer’s Society – entidade britânica que promove pesquisas sobre várias formas de demência e oferece suporte a pacientes e profissionais – quer que os médicos passem a considerar outros tratamentos para aliviar esse tipo de sintoma em seus pacientes.
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Depressivos têm mais chance de desenvolver demência
Veio a público recentemente um estudo dá a entender que indivíduos depressivos podem vir a desenvolver demência. De acordo com o jornal “Neurology”, os pesquisadores acompanharam 949 pessoas a sessões no Framingham Heart Study por, em média, 8 anos. Alguns casos foram observados de perto por até 17 anos.
Durante este tempo, mais de 17%, ou 165 participantes, desenvolveram algum tipo de demência. O índice de ocorrência aumenta para 22% se forem considerados apenas os indivíduos que já tinham depressão. Com os resultados, os cientistas constataram que a depressão aumenta em 72% o risco de apresentar alguma demência. E, ainda, quanto mais profunda a depressão, maior o risco.
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Elevação de período escolar pode reduzir demência no futuro, diz estudo
A elevação da idade mínima para deixar a escola pode ajudar a reduzir a taxa de demência entre os estudantes quando eles chegarem à terceira idade, segundo afirma um estudo britânico.
Pesquisadores da Universidade Cambridge chegaram à conclusão analisando as capacidades mentais de idosos britânicos, escolarizados antes e depois de 1947, quando a idade mínima na Grã-Bretanha foi elevada de 14 para 15 anos.
Eles concluíram que aqueles obrigados a permanecer por mais anos na escola tinham uma capacidade mental melhor e afirmam que novas elevações da idade mínima podem reduzir ainda mais os níveis de demência entre os idosos.
Trabalhar demais ‘aumenta risco de demência’
Uma pesquisa liderada por cientistas finlandeses sugere que excesso de trabalho pode aumentar o risco de declínio mental e, possivelmente, de demência. Demência é um termo genérico que descreve a deterioração de funções como memória, linguagem, orientação e julgamento. Existem vários tipos de demência, mas o mal de Alzheimer, com dois terços dos casos, é a forma mais comum.
O estudo analisou 2.214 funcionários públicos britânicos de meia idade e descobriu que aqueles que trabalhavam mais de 55 horas por semana tinham menos habilidades mentais do que os que faziam o horário normal. A pesquisa, divulgada na publicação científica American Journal of Epidemiology, descobriu que os que trabalhavam demais tinham problemas com a memória de curto prazo e lembrança de palavras. Ainda não se sabe a razão de o excesso de trabalho causar estes efeitos no cérebro.













