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:: ‘Dia das Mães’

Em homenagem ao Dia das Mães , prefeitura de Jequié brinca com caso das mochilas ‘gigantes’

mochilacoracaoDepois de o tamanho das mochilas entregues a estudantes da cidade de Jequié, sudoeste da Bahia, ter virado piada na internet, a prefeitura da cidade resolveu fazer uma homenagem ao Dia das Mães fazendo uma referência ao caso. A proporção “gigante” virou “meme” para os internautas, que brincaram com imagens de alunos de creches usando as mochilas.

“Parabéns a você que é mãe e carrega consigo a grandeza de sentimentos maiores do que a nossa mochila”, diz a frase em uma postagem publicada na página do Facebook da Secretaria Municipal de Educação da cidade.

A prefeitura já havia explicado que inicialmente não estava prevista a distribuição das mochilas para as crianças pequenas da creche, mas professores, diretores e a própria secretaria de Educação se reuniram e decidiram fazer a entrega também para os alunos menores.

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Ser mãe: o briefing mais desafiador da carreira

Nesta época do ano, falamos sempre sobre as campanhas e ações que as marcas promovem mirando o Dia das Mães. Filmes e peças emocionantes exaltando a primeira e provavelmente mais importante pessoa que conhecemos na vida surgem ao lado de ações diversas que têm essas mulheres como foco. Mas, e quanto àquelas que estão por trás de toda essa produção?

Elas já provaram que lugar de mulher é (também) no mercado publicitário. Apesar de ser um ambiente extremamente competitivo e que requer uma rotina muito acelerada, as mães publicitárias mostram que sim, embora não seja fácil, é possível e extremamente produtivo conciliar a carreira profissional com o ofício que não dá férias que é ser mãe.

Ouvir com atenção as aventuras dos filhos e o briefing do cliente, encarar a responsabilidade de liderar uma equipe e dar aquela bronca necessária nos pequenos, cumprir o deadline e não chegar atrasada na apresentação da escola, ganhar um leão em Cannes e o abraço apertado no final de um dia não tão bom. Elas lidam com tudo isso com a maestria digna de super-heroínas. Nada mais justo, então, que conhecermos o que elas próprias, as “mãecitárias”, têm a dizer sobre essa dupla jornada. Confira nos depoimentos abaixo: :: LEIA MAIS »

Mãe, quando te vi…

Por Flávio Melo Ribeiro

Flávio Perfil 4

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro CRP12/00449

Tenho dois meses de idade, não sei direito o que acontece ao meu redor, ainda me assusto facilmente, mas identifico uma mulher que me toca e passa um afeto muito grande. Não entendo o que diz, mas ela fala muito comigo. Percebo que ela está cansada, pois embora eu durma a maior parte do dia, acordo de hora em hora chorando e deixando a impressão de que não durmo.

Estou com cinco meses de vida e geralmente acordo exigindo atenção, ou espero ela me arrumar para molhar a roupa que ela cuidadosamente me vestiu. Mesmo assim ela é atenciosa e dela exala um amor muito grande, com ela me sinto seguro. Nos seus braços aprendi o que é aconchego.

Com onze meses aprendi a palavra que ela insiste em me falar desde que nasci: “Mãe”. Ainda não sei direito o que significa, apenas que ela é a mulher mais linda desse mundo. :: LEIA MAIS »



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