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:: ‘Dieese’

Emprego doméstico: crescimento da formalização e do rendimento são destaques em 2015

modelo-de-contrato-para-empregada-domesticaA Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em parceria com o Dieese, a Fundação Seade do Estado de São Paulo, a Setre-BA, com apoio do MTE/FAT, divulgou nesta segunda (25) dados sobre o emprego doméstico na RMS, utilizando as informações captadas pela PEDRMS, nos anos de 2014 e 2015.

A pesquisa aponta que a Lei Complementar nº 150, publicada em 2 de junho de 2015, que regulamenta a Emenda Constitucional nº 72 e dispõe sobre o contrato de trabalho doméstico, promoveu algumas mudanças nas características do emprego doméstico.

Enquanto em 2013 houve redução no contingente de empregados domésticos na RMS, principalmente entre as diaristas (-17,8%) e entre as mensalistas sem carteira (-3,5%), e o contingente de domésticas com carteira assinada se elevou (10,6%), em 2014, o emprego doméstico apresentou acréscimo em todas as posições, porém, de modo mais que proporcional para aquelas trabalhadoras com carteira de trabalho assinada.

Diante do declínio da atividade econômica nos últimos dois anos, com impactos negativos no contingente ocupado em geral, a ocupação doméstica com carteira de trabalho assinada continua em expansão, ainda que, em 2015, em ritmo menos intenso do que se observou no período 2010-2014. Por outro lado, tanto o número de mensalistas sem carteira assinada quanto de domésticas diaristas reduziram-se bastante em 2015. :: LEIA MAIS »

Valor da cesta básica cai em 15 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese

mercadoO preço da cesta básica caiu em 15 das 18 cidades pesquisadas em junho pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa mostra que as maiores quedas foram verificadas em Salvador (-8,05%), Rio de Janeiro (-6,71%) e Fortaleza (-5,49%). Nos últimos 12 meses, as 18 cidades acumulam alta, com destaque para Salvador, Campo Grande e Belém. Essas capitais registraram variações acima de 10%.

Em junho, São Paulo continuou liderando com a cesta de maior custo (R$ 392,77), seguida de Florianópolis (R$ 386,10), Porto Alegre (R$ 384,13) e Rio de Janeiro (R$ 368,71). Os menores valores médios para os itens básicos de consumo foram observados em Aracaju (R$ 275,42), Natal (R$ 302,76) e João Pessoa (R$ 309,48). Carne bovina, leite, pão francês, batata e manteiga apresentaram predominância de alta.
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