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Vitória da Conquista diverge da Bahia
Os últimos números atualizados divulgados do TSE confirmam, mais uma vez, que Vitória da Conquista diverge da Bahia no que diz respeito as eleições presidencias de 2010.
Até agora, Dilma Rousseff (PT) eleita presidente do Brasil para o período 2011-2014, conquistou na Bahia 70,37% dos votos válidos enquanto que José Serra (PSDB) chegou a 29,63% dos votos válidos. Já em Vitória da Conquista a situação se inverte. O tucano está com 58,11% e a petista aparece com 41,89%.
Diferença de Serra para Dilma chega a 12 mil votos
O TSE divulgou novos números da apuração em Vitória da Conquista neste segundo turno. De acordo com o Tribunal, foram apurados até o momento 47,41%. José Serra (PSDB) chega a 41.982 votos ou 58,50% do total apurado. Já Dilma Rousseff (PT) aparece com 29.785 votos ou 41,50% do total de votos válidos apurados.
Dilma aparece com 4,7 milhões de votos a frente de Serra
Os primeiros números da eleição presidencial divulgada pelo TSE coloca a candidata Dilma Rousseff (PT) 4,7 milhões de votos a frente de José Serra (PSDB). A petista aparece com 39.498.105 milhões de votos ou 53,21%, enquanto que o tucano tem 34.739.271 ou 46,79%. Foram apurados até o momento 73,01% em todo o País.
Primeiros números do segundo turno em Vitória da Conquista
A votação no município de Vitória da Conquista terminou agora há pouco. Nossa reportagem conseguiu os números de votos no colégio Orlando Leite, localizado no bairro Urbis II. A excessão é a urna da Seção 54 que infelizmente não conseguimos a votação. Veja a seguir.
Seção 53 –
Dilma Rousseff – 110
José Serra – 209
Seção 55
Dilma Rousseff – 99
José Serra – 189
Seção 56
Dilma Rousseff – 112
José Serra – 189
Seção 57
Dilma Rousseff – 108
José Serra – 194
Seção 58
Dilma Rousseff – 113
José Serra – 181
Seção 109
Dilma Rousseff – 103
José Serra – 179
Seção 110
Dilma Rousseff – 103
José Serra – 180
Seção 110
Dilma Rousseff – 110
José Serra – 180
Vitória da Conquista: Prefeito Guilherme Menezes pede silêncio para o público no comício de Dilma
Por Diêgo Gomes
O prefeito de Vitória da Conquista Guilherme Menezes (PT), anfitrião do ato político, ficou incomodado com a “falta de silêncio” do público em sua fala.
Menezes falava como Fernando Henrique Cardoso recebia os prefeitos quando o público começou a gritar “Dilma, Dilma”, após alguns segundos o prefeito falou que “se vocês fizessem o favor do silêncio eu terminaria”.
Após princípio de vaia e de aplausos ele continuou o assunto e lembro que no governo Lula, Dilma e todos os ministros recebiam os prefeitos.
Prefeitura reforça iluminação na Praça para comício de Dilma
Por Diêgo Gomes
Como a programação da candidata a presidência da República, Dilma Rousseff (PT), em Vitória da Conquista foi alterada para a parte da noite, a prefeitura decidiu reforçar a iluminação pública da Praça Barão do Rio Branco.
No local, seis postes receberam lâmpadas mais fortes. Nesse momento, ainda é possível ver uma equipe trabalhando no local.
Público – Mesmo com o comício marcado para iniciar äs 19 horas, algumas pessoas já se encontram na praça Barão do Rio Branco
Tudo pronto para a chegada de Dilma Rousseff
A assessoria da candidata Dilma Rousseff (PT), candidata a presidência da República, divulgou um novo horário para o ato político em Vitória da Conquista.
Segundo a agenda divulgada, a petista irá fazer um comício às 19 horas e não 16h30 como anunciado até esta segunda-feira. Nesse horário, será feito uma carreata pelas ruas da cidade sem a presença de Dilma.
Palco – o palco do comício foi “montado” desde ontem a noite na praça Barão do Rio Branco. Aproximadamente vinte pessoas do staff da campanha ficaram até pelo menos uma hora da manhã ajeitando os últimos detalhes no que diz respeito a iluminação e ao som.
‘Em hipótese alguma’ PV vai trocar apoio por cargos, diz Marina
A senadora Marina Silva (PV), terceira colocada nas eleições para a Presidência da República com quase 20 milhões de votos, disse nesta quarta-feira (6) que seu partido não vai negociar apoio a um dos candidatos que disputará o segundo turno em troca de cargos no novo governo.
“Vamos ter um processo transparente, democrático, baseado em programa e, em hipótese alguma, baseado na velha política da discussão em torno de cargos”, disse, em entrevista coletiva em São Paulo. Marina afirmou ainda que o compromisso de quem receber seu apoio e o do partido não poderá ser algo apenas “declaratório”, mas que deverá ser incorporado ao debate do segundo turno.
Ela aproveitou também para criticar as campanhas de Dilma e Serra. Disse que o segundo turno é uma “bênção” e uma “segunda chance” para se discutir propostas.
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Plínio diz que candidatura de Dilma é um “escárnio aos petistas”
O candidato do Psol à presidência da República, Plínio de Arruda Sampaio, afirmou nesta quarta-feira, durante a convenção de seu partido, que a candidatura de Dilma Rousseff (PT) é um escárnio aos petistas. Segundo ele, a indicação de Dilma feita por Lula é um desrespeito aos membros de seu antigo partido.
Plínio deixou o PT em 2005, descontente com o partido após o escândalo do mensalão. “Vivemos uma realidade ambígua. A crise econômica financeira mundial favoreceu o governo Lula e com a popularidade que ele tem, Lula se acha no direito de colocar como candidata dele um poste político. Não é nada pessoal contra ela, mas Lula humilhou o partido dele. É um escárnio aos petistas”.
Opinião: Dilma Rousseff, a soberba governamental
Julio César Cardoso*
A empáfia do governo Lula se mede pelo não reconhecimento da política econômica estável do governo FHC, que foi copiada e aprimorada. Por mais que a candidata Dilma Rousseff tente desqualificar a gestão administrativa anterior, ela deveria reconhecer que o seu partido não tinha um programa econômico de governo pronto para por em ação em substituição ao programa anterior.
E seria um suicídio político a implantação de uma nova estrutura econômica diante de uma economia com moeda estável com inflação controlada. A candidata Dilma Rousseff sabe que o grande mérito do presidente Lula foi não tentar reinventar a roda.
Ele mostrou a sua esperteza política ao dar continuidade ao programa econômico do governo anterior, introduzindo algumas pinceladas de verniz petista como era esperado naturalmente. E se não fosse a robustez da política econômica austera anterior, hoje ela não estaria falando que o Brasil tem estabilidade macroeconômica.
Pragmatismo vulgar de Dilma Rousseff
Julio César Cardoso*
A pré-candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, em entrevista ao jornal da CBN, na última segunda-feira, 17, deu mostras de como pretende resolver o problema de qualidade da saúde pública brasileira, caso venha a ser eleita. Inconformada com a extinção da CPMF, não vê alternativa para a saúde pública senão criando novas fontes tributárias de recursos.
E disse: “Eu me estarreço pelo fato de que foi feita toda uma campanha pela extinção da CPMF. Não vi resultados práticos no bolso do consumidor”. Ademais, tem o topete de pretender falar pelo bolso dos brasileiros. A senhora Dilma Rousseff demonstra pragmatismo vulgar ao acenar com aumento de impostos para corrigir as defecções de qualidade da saúde pública nacional.
Esta é a forma mais simples de governar: aumentando a carga tributaria. “É impossível ter melhoria na saúde no Brasil sem fazer composição nas fontes,” disse. A senhora Dilma Rousseff deveria ficar estarrecida, não pela extinção legal da CPMF, mas pela forma ilegal e política de descumprimento do objetivo sagrado para o qual a contribuição foi criada.
Além de Dilma Rousseff e José Serra
Desde que foi reeleito em 2006, o presidente Lula tem trabalhado para transformar a sua sucessão, que acontecerá em outubro deste ano, numa imensa enquete nacional sobre o seu governo.
O sonho de Lula, e toda a energia política que ele gasta, é para que as eleições presidenciais ocorram apenas entre o seu candidato e o nome que representa a oposição, de modo a que o eleitor se veja unicamente entre duas opções: a que ratificará seu governo e a que o rechaçará, sem meios termos.
As pesquisas eleitorais apontam, de fato, uma concentração das intenções de voto nos nomes da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a aposta governista, e do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), o candidato oposicionista. Ainda que esse dado reforce o caráter plebiscitário desejado por Lula, o fato é que, mesmo que com chances mínimas, haverá nomes na disputa eleitoral além de Dilma e Serra.
PMDB formalizará apoio à candidatura de Dilma Rousseff
A oito meses da convenção partidária que vai definir quem o PMDB terá como candidato à presidência da República, a cúpula do partido decidiu formalizar o apoio à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, na sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a indicação de um peemedebista para a vice-presidência da chapa. O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), vai informar Lula, na quinta-feira, 8, do resultado do jantar de terça-feira, 6, no qual setores do partido aprovaram por unanimidade o acordo.
O PMDB espera que, já na próxima semana, Lula reúna o PMDB e o PT para sacramentar o que vem sendo chamado de pré-compromisso. Os dois partidos vão deixar claro que estarão juntos na disputa presidencial em 2010. O partido não apresentará o nome do vice agora, mas Temer é o cotado para o cargo.
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Ministra Dilma Rousseff visita obras no estado neste fim de semana
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, estará na Bahia, na sexta (9) e no sábado (10), para participar junto ao governador Jaques Wagner, e do ato de autorização de concessão das rodovias federais do estado.
A partir das 7h da sexta, a ministra participa de uma missa em ações de graças na Igreja do Bonfim, e depois segue para Feira de Santana, onde visita as obras do hospital da Criança.
Durante a tarde, a ministra e o governador seguem para o município de Cipó, onde participam do encerramento da Caravana de Erradicação do Trabalho Infantil. Já no sábado (10), eles fazem uma visita às obras do PAC em Salvador.
Correio*













