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    Com a tag ‘Dilma’

    “Abril vermelho” de José Rainha contém apelo pró Dilma

    O líder do Movimento dos Sem-Terra da Base (MST da Base) José Rainha Júnior mandou instalar bandeiras de apoio à pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, nos acampamentos instalados no Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, no oeste do Estado de São Paulo. De acordo com Rainha, é a contribuição do movimento para o “abril vermelho”, a jornada de lutas do MST nacional.

    “Acreditamos que a ex-ministra Dilma é a candidata que tem condições de ajudar a reforma agrária”, disse. Seria também, segundo o líder, uma forma de homenagear os 19 sem-terra que tombaram em Eldorado dos Carajás, numa ação da Polícia Militar, em 1996.

    “A história de cada um daqueles militantes é a história da nossa candidata Dilma, quando enfrentou a ditadura militar”, disse Rainha. As bandeiras com os dizeres “Nós Votamos Dilma presidente” está em mais de 20 acampamentos e assentamentos liderados por Rainha.
    AgênciaEstado

    Serra mantém dianteira sobre Dilma, diz Datafolha

    A pesquisa Datafolha mostra José Serra (PSDB) com 38% das intenções de voto ante 28% de Dilma Rousseff (PT). É a primeira enquete após o lançamento da candidatura tucana, no sábado passado. No fim de março, Serra e Dilma tinham, respectivamente, 36% e 27%.

    Pela primeira vez Marina Silva (PV) aparece numericamente na frente de Ciro Gomes (PSB), embora do ponto de vista estatístico ambos estejam empatados. A pesquisa, registrada sob o número 8.383/2010, foi realizada nos dias 15 e 16 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
    Folha

    Pré-candidatos do PT e PSDB se despedem dos cargos


    Os pré-candidatos do PT e do PSDB para a eleição presidencial de outubro participaram nesta quarta-feira (31) de cerimônias de despedidas dos cargos. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao lado de 9 ministros, participou da cerimônia de posse dos substitutos em Brasília. Em São Paulo, o tucano José Serra realizou um discurso de despedida para cerca de 5 mil convidados no Pálácio dos Bandeirantes.

    No começo da tarde, a ex-ministra da Casa Civil disse que não pretende se “desvencilhar” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral. Segundo ela, a candidatura à Presidência não é um “voo solo” e o projeto de governo é de continuidade. Erenice Guerra, que era secretária-executiva do ministério, assumiu o cargo.

    Em São Paulo
    Diante de um auditório ocupado por cerca de 5 mil convidados e com transmissão ao vivo pela internet através do portal do governo do estado de São Paulo, o governador José Serra fez um discurso com referências indiretas aos adversários, rebateu críticas que costumam ser associadas ao seu perfil político e disse que seu governo é popular.

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    ula joga no lixo a própria história

    José Nêumanne

    As elites do exterior – ou pelo menos a parte delas que se jacta de ser civilizada – reagiram com estupefação à saraivada de disparates com os quais noço líder genial dos povos da floresta, da roça e da periferia urbana tem ferido de morte valores fundamentais do convívio humano, tais como a vida, a verdade e a liberdade.

    Antes encantados com o desempenho satisfatório da economia nacional no contexto da crise mundial e movidos pela mauvaise conscience quanto aos pobres da Terra, cuja redenção é a anunciada meta do “messias” Luiz Inácio Lula da Silva, os europeus agora torcem o nariz a sua bajulação à selvagem tirania cubana dos irmãos Castro.

    E os americanos o paparicam na certeza de que ele compreenderá que o mundo não põe Ahmadinejad contra a parede, mas o iraniano é que ameaça a sobrevivência do gênero humano. E usará o prestígio que amealhou entre os politicamente corretos do planeta para defender causas justas.

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    Sem Ciro Gomes na disputa, Dilma e Serra empatam no Nordeste

    Por Diêgo Gomes

    Segundo pesquisa Ibope divulgada ontem sobre as eleições presidências os pré-candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatados tecnicamente na região Nordeste do Brasil quando é excluído o nome de Ciro Gomes (PSB).

    De acordo com o Ibope o candidato tucano tem 36% de intenções enquanto que a petista possui 35%. Já Marina Silva (PV) marca apenas 8% nos estados nordestinos. 9% votariam branco/nulo e 11% afirmaram não saber.

    Com Ciro – Quando é inserido o nome de Ciro Gomes na pesquisa os números se alteram. Dilma Rousseff (PT) chega a 33% enquanto que José Serra (PSDB) fica com 28% das intenções. Ciro Gomes (PSB) registra 15% e Marina Silva (PV) fica com 6% apenas no Nordeste. 8% votariam branco/nulo e 10% disseram não saber em quem votar.

    Brasil - Em todo o Brasil Serra lidera. Ele tem 36%, Dilma possui 25%, Ciro chega aos 11% e Marina marca 8%. Brancos e Nulos com 11% e não sabe/não respondeu soma 9%.

    ‘El País’: Com Serra ou Dilma, ‘Lula vencerá’ eleições de 2010

    Um artigo no diário espanhol “El País” avalia que, qualquer que seja o vencedor das eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sairá simbolicamente vencedor no pleito.

    A análise, assinada pelo correspondente do jornal no Brasil, Juan Árias, discorre sobre os dois principais pré-candidatos na disputa – a petista Dilma Rousseff, candidata do Planalto, e o tucano José Serra, da oposição – afirmando que ambos, se eleitos, “seguirão o caminho” de Lula.

    “A partir do próximo dia 1º de janeiro, o Brasil será um Brasil sem Lula. O que acontecerá? Nada”, diz o repórter.

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    Em jornal americano, FHC diz que Dilma é ‘autoritária’ e ‘dogmática’

    Um artigo do colunista Andres Oppenheimer publicado nesta quinta-feira no jornal americano The Miami Herald traz uma entrevista com Fernando Henrique Cardoso, na qual o ex-presidente classifica a possível candidata do PT nas eleições presidenciais deste ano, Dilma Rousseff, como uma pessoa “autoritária”, “dogmática” e mais próxima da esquerda do que o presidente Lula.

    Na entrevista, que segundo Oppenheimer foi concedida a ele nesta semana, FHC afirma que é possível que Dilma suba nas pesquisas de opinião, já que o “presidente Lula acelerou o início de sua campanha, e a oposição ainda não escolheu oficialmente seu candidato”.

    O ex-presidente, no entanto, afirma que, apesar deste eventual crescimento, no entanto, “as coisas irão mudar” quando os eleitores forem às urnas, devido à falta de experiência da ministra em cargos eletivos.

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    Dilma Como Ela É

    IstoÉ

    Cansada de seguir as recomendações dos gurus do marketing para que se mostre uma pessoa mais simpática e afável, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT a presidente, decidiu aparecer para o público como ela mesma.

    O primeiro passo foi tirar a peruca, depois de sete meses. Ela usava o acessório desde maio, quando o cabelo começou a cair por causa da quimioterapia para o tratamento de um câncer linfático. Em solenidade no Itamaraty na segunda-feira 21, Dilma estreou, em público, seus cabelos naturais, de fios curtos e castanho-escuro.

    O novo visual é também um gesto de afirmação da forte personalidade da ex-guerrilheira. Em conversas com assessores nos últimos dias, a ministra decidiu que não se deixará mais moldar pelos mandamentos do marketing político. “Cansei de tentar ser outra pessoa. Vou ser quem eu sou”, disse ela.

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    Marina diz que Dilma não era escolha adequada para COP-15

    A ex-ministra do Meio Ambiente do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pré-candidata à presidência da República, Marina Silva (PV), afirmou neste sábado em São Paulo que a escolha da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef (PT), para chefiar as negociações brasileiras durante a COP-15, em Copenhague, atendeu a uma lógica política da conjuntura brasileira.

    Ainda que considere a escolha legítima, ela diz que foi inadequada. “Não era uma negociação para amadores”, disse durante discurso na convenção nacional de seu partido, na Assembléia Legislativa de São Paulo. Dilma é pré-candidata do PT à presidência da República para a sucessão de Lula.

    “Eu me ressinto da ausência do ministro Celso Amorim (Relações Exteriores), e do ministro Carlos Minc (Meio-Ambiente).

    Quem vai politicamente representar o governo é uma decisão do governo. Isso não está em questão. O papel da ministra Dilma Roussef é legítimo. Mas o processo negocial não poderia ficar submetido a uma lógica política da cojuntura do nosso País. Porque o que estava em jogo era muito maior. Teríamos de chegar com um grupo de negociadores, não para fazer a campanha política de 2010, mas para fazer a diferença na discussão”, diz.

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    Os “Judas” da caravana da ministra

    Veja

    No evangelho político do presidente Lula, se Judas Iscariotes, o apóstolo traidor, fosse brasileiro, Jesus Cristo teria de fazer com ele uma aliança tática para governar. A analogia é estranha, mas deriva de uma receita testada nos últimos anos pelo próprio presidente.

    Para garantir uma maioria folgada no Congresso, Lula lançou-se nos braços dos fariseus históricos da política brasileira. Dá-lhes cargos, verbas e visibilidade. Em troca, recebe apoio e proteção.

    Apesar dos escândalos que fraternidades assim estão fadadas a produzir – e já produziram aos borbotões –, os altíssimos índices de popularidade do governo sustentam a convicção oficial de que esse é o caminho certo, o modelo mais apropriado para viabilizar ambiciosos projetos de poder.

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    Dilma reúne Wagner e Geddel e diz que disputa entre os dois é normal

    A ministra Dilma Rousseff está na Bahia desde quinta-feira (8), para uma programação extensa, que inclui de missa, hoje (9) às 7h no Bonfim, a inaugurações no interior. Ela admitiu que, além das várias atividades administrativas, “um pouco de campanha” também está incluída na agenda.

    Na quinta-feira (8) à noite, Dilma participou da festa de aniversário do diretor geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o baiano Haroldo Lima. Ao lado do governador Jaques Wagner (PT) e do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, candidatos ao governo no próximo ano, ela disse encarar com naturalidade a existência de dois palanques na Bahia para sua candidatura à Presidência. “Geddel é ministro do governo, e Wagner é companheiro com quem também tenho laços afetivos. Então, a disputa vai ser normal”, afirmou.

    O evento, no Trapiche Adelaide, reuniu diversas outras lideranças políticas, entre elas os ministros Orlando Silva (Esportes) e Edison Lobão (Minas e Energia) e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli.

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    Governo teme mais efeito Marina em 2o turno de 2010

    O Executivo está fazendo projeções e analisa com frios na barriga os riscos potenciais da candidatura Marina Silva. Eis o mais temido deles em avaliações reservadas: ver a ex-ministra ao lado do PSDB num eventual segundo turno contra Dilma Rousseff, nome do governo. Marina embarca no Partido Verde no próximo dia 30, aumentando as altas cotações de que está de corpo e mente na disputa de 2010.

    “Ela ou deve ser oposição ou independente no segundo turno”, disse uma fonte do governo bastante próxima ao presidente. “Acho difícil ela apoiar a Dilma”, completou a fonte, sob condição do anonimato. Seus passos sugerem que, ao menos no primeiro turno, ela não seria oposição, nem governo.

    O perigo que Marina encarna para o Planalto neste momento está menos nos votos que ela pode tomar de Dilma e mais em uma aproximação de ocasião com os tucanos. Tudo dependerá do discurso dos candidatos-pólo sobre desenvolvimento sustentável.

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    Opinião: Lina e Marina, duas rimas de Catilina

    José Nêumanne

    Os 82% de popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva são um feito notável. E inusitado. Mas não inédito.

    Com o mesmo olhar fixo e esgazeado com que partiu para cima do colega Pedro Simon, reagindo à simples menção de seu nome, Fernando Collor, saído de um inexpressivo governo em Alagoas, teve apoio popular para derrotar na disputa pela Presidência nomes de tradição na política nacional, como Ulysses Guimarães, comandante da resistência civil à ditadura, e Leonel Brizola, símbolo do Brasil expulso do Brasil pelos militares.

    E Lula, o metalúrgico, padrão do operário emergente nos poderes aquisitivo e político. Seu antecessor, José Sarney, havia fruído glória similar até afundar no opróbrio causado por uma inflação absurda. A diferença entre Lula e eles, Tancredo Neves, Juscelino Kubitschek, Getúlio Vargas, dom Pedro II e outros governantes amados, é que o atual está em pleno segundo mandato e nada há no horizonte que ameace sua lua de mel com o povo.

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    Serra lidera para presidente

    Repórter Diêgo Gomes
    Às 22:35

    Na pesquisa de intenções de voto encomendada pelo PTB ao Instituto Getúlio Vargas(IGV) presidido pelo ex-deputado Benito Gama, havia uma pergunta para saber em quem o eleitor votaria para presidente em 2010: Serra ou Dilma.

    Segundo o IGV, o governador de São Paulo, José Serra(PSDB) lidera as intenções de voto com 44%, já Dilma Roussef(PT) tem 37,1% na Bahia.

    Opinião: O compadrio político

    Gaudêncio Torquato

    A foto não poderia ser mais reveladora: o chefe da horda de delinquentes abraça o sabonete sob o sorriso bicudo de um tucano. A estampa, que ganhou a primeira página dos jornais, mostra o presidente Luiz Inácio confraternizando com seu ex-rival, o hoje senador Fernando Collor de Mello, e os epítetos acima foram gentilezas trocadas entre ambos, às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, em 17 de dezembro de 1989. Pressentindo a derrota, Lula acusou Collor de ter sido vendido como sabonete, no que foi agraciado pelo adversário com o título que sugere conluio com a bandidagem.

    Recorde-se que o alagoano venceu o pleito depois de exibir em sua campanha depoimento eleitoral de Miriam Cordeiro, ex-namorada do candidato petista, acusando-o de tê-la pressionado a abortar a filha. Mais que perdão, o gesto afetuoso entre os presidentes de hoje e de ontem denota a adoção do preceito do cardeal Mazarino, sucessor de Richelieu na corte francesa, especialista em malandragem: “Não faças nada que traia tua cólera. Não procures te vingar, finge não te teres ressentido, e espera tua hora.”

    O palanque de Maceió, onde estavam também, na última quarta-feira, a ministra Dilma Rousseff e o governador Teotônio Vilela Filho, ilustra, de modo irretocável, a política tupiniquim. Retrata, à perfeição, a liturgia de simulação e dissimulação. A crítica à política de compadrio praticada por governos anteriores, feita pelo presidente, teve a intenção de preservar Collor, a seu lado, o qual deve ter-se sentido o mais justo dos governantes. Guerreiro dos tempos em que se fez São Jorge brandindo a espada contra os marajás, o “impichado” ex-presidente foi comparado a Juscelino Kubitschek, eis que, segundo Lula, ambos se mostraram sensíveis aos dramas do povo.

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    Serra continua na frente de Dilma na Bahia

    Repórter Diêgo Gomes
    Às 08:00

    O colunista de Veja, Lauro Jardim, divulgou na edição impressa dessa semana da revista que “Serra ganharia de 43 a 30″ na Bahia. Porém, em Salvador, a ministra  da Casa Civil está técnicamente empatada com o governador de São Paulo na capital baiana com 35 pontos cada.

    Ainda segundo Jardim, a Bahia é o estado onde Dilma possui “os percentuais mais altos de intenção de voto”. As eleições ocorre no ano que vem mas pesquisas internas estão sendo feitas constantemente por PT e PSDB.

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