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Justiça cancela mais de 1,4 milhão de títulos de eleitor
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou nesta sexta-feira (15) que mais de 1,4 milhão de eleitores tiveram o título cancelado por não ter votado nas últimas três eleições. Quem não votou nos últimos três pleitos tinha até a quinta-feira (14) para regularizar a situação, pagando multa.
Segundo o levantamento do TSE, 62.382 pessoas foram até um cartório para quitar a situação em um cartório eleitoral. Os cartórios eleitorais de todo o país têm até dia 25 de abril para enviar ao TSE os dados dos eleitores que regularizaram a situação.
O número definitivo de pessoas que tiveram o título cancelado só deve ser divulgado depois do dia 6 de maio. A partir desta data os cartórios eleitorais vão disponibilizar uma lista com o nome dos eleitores que tiveram o documento cancelado.
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TSE quer todos os eleitores identificados por impressão digital
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Ricardo Lewandowsky, prevê que todos os eleitores brasileiros poderão votar, em 2018, identificados apenas pela impressão digital, ou seja, através do sistema biométrico. Nas últimas eleições, cerca de 1,2 milhão de eleitores já experimentaram a novidade, em implantação paulatina pelo TSE.
Lewandowsky, em entrevista ao programa Brasília ao Vivo, da RecordNews, disse que “a nossa meta, na Justiça Eleitoral, é chegar em 2018, quando pelas nossas projeções o Brasil terá cerca de 150 milhões de eleitores, com todos eles cadastrados biometricamente, o que seria absolutamente fantástico”.
Pelo novo sistema, um aparelho de identificação da digital é acoplado à urna eletrônica, dispensando o uso da carteira de identidade e o título de eleitor, que passa a ser útil apenas para relembrar o eleitor de seu local de votação.
Termina nesta quinta prazo para pedir a 2ª via do título
O Tribunal Superior Eleitoral prorrogou até 30 de setembro o prazo para tirar a segunda via do título de eleitor. Para votar nestas eleições será obrigatória a apresentação do título e um documento de identificação com foto (carteira de identidade, de trabalho, de motorista ou passaporte).
A segunda via do título deverá ser requerida no cartório onde o eleitor está inscrito. É preciso ainda estar em dia com a Justiça Eleitoral.
Os eleitores que já estavam cadastrados até o dia 5 de maio deste ano, data em que foi fechado o cadastro eleitoral de 2010, podem pedir a reimpressão do título. Nesse caso, não é preciso comprovar quitação com a Justiça Eleitoral.
iG
Eleitores têm até quinta para tirar 2ª via do título
Termina na próxima quinta-feira, 30, o prazo para solicitar a segunda via do título eleitoral, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Quem perdeu ou teve extraviado seu título pode solicitar o documento em qualquer cartório eleitoral do País. Até o dia 21 de setembro, o TSE havia emitido 2.220.102 novas vias em todo o país.
Nas eleições do próximo domingo, 3, o eleitor será obrigado a apresentar dois documentos para votar: o título de eleitor e um documento oficial com foto. A inovação foi introduzida pela lei 12.034, aprovada em 2009 pelo Congresso Nacional. Serão aceitos como documento de identificação a carteira de identidade ou documento equivalente (identidade funcional), carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira nacional de habilitação com foto ou passaporte.
Estadão
Vitória da Conquista passa dos 205 mil eleitores
Por Diêgo Gomes
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a quantidade de eleitores em todo o Brasil até o mês de junho de 2010. No país são mais de 135 milhões sendo 9.550.898 eleitores na Bahia.
A cidade de Vitória da Conquista mantém a terceira colocação na quantidade de eleitores com 205.076, ou seja, 2,147% do total na Bahia. Salvador tem 1.832.878 eleitores enquanto que Feira de Santana tem 359.516.
Zona eleitoral – Conquista possui três zonas eleitorais. A 39ª tem 68.132 eleitores e 0.713% da Bahia. Já a 40ª zona possui 71.973 ou 0.754% e a 41ª, está com 64.971 ou 0.68% dos eleitores da Bahia.
Senado aprova fim de punição para eleitores que não votarem
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (9), um projeto de lei que determina o fim das punições para eleitores que não votarem e não justificarem sua ausência. O projeto, de autoria do senador Marco Maciel (DEM-PE), recebeu emenda do relator, Antonio Carlos Júnior (DEM-BA), que propõe punir apenas os cidadãos que não tiverem título de eleitor.
Atualmente, os eleitores que não votarem, não justificarem a ausência dentro do prazo legal e não pagarem a multa devida, não podem tirar passaporte ou carteira de identidade, se inscrever em concurso público, tomar posse ou assumir cargo público e obter empréstimos em bancos estatais, entre outras sanções.
Brasil pode chegar a 58 legendas se nanicos obtiverem registro
Nada de somente PT, PSDB ou PMDB. No futuro, eleitores mais à direita poderão votar no Movimento Integralista Brasileiro (MIB), os que preferem a esquerda terão a possibilidade de optar pela Liga Bolchevique Internacionalista (LBI) ou pelo Partido Comunista Revolucionário (PCR).
Os de espírito mais alternativo poderão depositar suas esperanças no Partido Pirata. Se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovar a fundação das novas legendas, o Brasil pode chegar a 58 partidos ante os 27 que existem atualmente. Trinta e uma novas agremiações aguardam a oportunidade de se tornar partidos.
A questão, para o eleitor, será descobrir quem, dentro dessa sopa de letrinhas, tem propósitos de realmente representar setores da sociedade. E quem pretende apenas vender seu espaço na TV e no rádio para partidos maiores ou se tornar “língua de aluguel”, encarregando-se de atacar rivais na defesa de interesses de terceiros, em troca de cargos ou dinheiro.
Juiz sugere diminuir peso político de eleitores analfabetos
Revoltado com o sistema eleitoral brasileiro, um juiz de Goiás, em plena sentença sobre a cassação de um prefeito, deu sugestões para melhorias no modelo político do país, incluindo uma fórmula para diminuir o peso político de eleitores com baixa escolaridade nas eleições. Também defendeu na sentença a proibição de políticos sem estudo de se candidatar a cargos públicos.
O juiz eleitoral Mateus Milhomem de Sousa, 37, da cidade de Aurilândia (156 km de Goiânia), diz que sua proposta não é discriminatória e que, se implantada, ajudaria a melhorar a qualificação dos políticos.













