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Dia 12 de fevereiro, Vitória da Conquista e Serrano se enfrentam no Baianão 2012. Qual resultado?

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    Com a tag ‘FHC’

    No primeiro ano, Dilma teve base menos fiel que Lula e FHC

    A base de sustentação da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados foi menos fiel ao governo em seu primeiro ano de mandato do que a de seus antecessores, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.

    A taxa de disciplina dos deputados dos sete partidos que têm ministérios no governo Dilma atingiu 87%.

    Em 2003, primeiro ano do governo Lula, esse índice chegou a 92%. Em 1995, na estreia de FHC, a taxa foi de 88%.

    Dilma chegou ao final de 2011 enfrentando oposição de apenas 4 das 23 legendas com representantes na Câmara.
    Folha

    O PT e os pesadelos com FHC

    Júlio César Cardoso*

    O senador Walter Pinheiro (PT-BA), em artigo publicado no site Congressemfoco, sob título “A morte em vida de FHC”, assim resumiu: “Toda a obra de FHC foi primeiro ignorada por Serra em 2002, depois por Geraldo Alckmin, em 2006, e novamente por Serra, em 2010. Como Pedro fez a Cristo, o PSDB negou Fernando Henrique por três vezes”.

    O político profissional Walter Pinheiro está de brincadeira. Certamente, porque outra coisa não sabe fazer ou não tem competência, usa o tempo ocioso do Senado para falar asneiras. Muito diferente da posição do cortesão barato, Walter Pinheiro, não é o que pensa a presidenta Dilma Rousseff do ex-presidente FHC, a qual declarou reconhecer o legado de FHC.

    Se jogo sujo houve dos correligionários de FHC, o que não dizer da cúpula petista, que era contrária à candidatura de Dilma Rousseff, não-petista de quatro costados, mas apenas a preferida de Lula?

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    Em carta, Dilma tece elogios e atribui fim da inflação a FHC

    Em carta recheada de elogios, a presidente Dilma Rousseff classificou Fernando Henrique Cardoso como “acadêmico inovador”, “político habilidoso” e “o presidente que contribuiu decisivamente para a consolidação da estabilidade econômica”.

    A mensagem foi publicada ontem em site especial criado para comemorar os 80 anos de FHC, que faz aniversário no próximo sábado. No texto, Dilma diz que o tucano acredita no “diálogo como força motriz da política”, “foi essencial para a consolidação da democracia brasileira” e luta por seus ideais “até os dias de hoje”.

    “Não escondo que nos últimos anos tivemos e mantemos opiniões diferentes, mas justamente por isso maior é a minha admiração por sua abertura ao confronto franco e respeitoso de ideias.”

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    Em filme, FHC defende descriminalização do consumo de drogas

    O documentário “Quebrando o Tabu”, que estreia na próxima sexta-feira (3), conta saga do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), que há três anos se juntou a personalidades na defesa da descriminalização do consumo de entorpecentes.

    Em entrevista à colunista Mônica Bergamo na Folha deste domingo, o sociólogo conta como esta bandeira se transformou no filme.

    “Eu sou a favor da descriminalização de todas as drogas”, diz FHC. “Quando eu digo descriminalizar, eu defendo que o consumo não seja mais considerado um crime, que o usuário não passe mais pela polícia, pelo Judiciário e pela cadeia. Mas a sociedade pode manter penas que induzam a pessoa a sair das drogas”, completa.

    FHC conta que mostrou o documentário às netas de 25 anos –que estavam ansiosas para saber, segundo ele, como defenderiam o trabalho “do avô maluco”.
    Folha

    Dilma iguala popularidade de Lula em início de governo

    A presidente Dilma Rousseff é aprovada por 47% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 15 e 16 deste mês. Com essa taxa de popularidade, iguala-se ao recorde registrado por Luiz Inácio Lula da Silva nesta mesma época no segundo mandato de seu antecessor no Planalto.

    Lula teve 43% de aprovação no terceiro mês de seu primeiro mandato, em março de 2003. Depois, bateu um recorde de aprovação presidencial em início de governo em março de 2007, com 48%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, Dilma com seus 47% hoje se iguala tecnicamente aos 48% de Lula em 2007. Desta vez, o instituto entrevistou 3.767 pessoas em 179 municípios.

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    Lula recusa convite para participar de almoço com Obama

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recusou o convite para participar do almoço que será oferecido ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, neste sábado (19), no Palácio do Itamaraty. Segundo a assessoria do ex-presidente, Lula vai passar o final de semana com a família, comemorando o aniversário do filho caçula.

    O PSDB informou que era provável que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fosse ao almoço. Segundo o jornal “O Globo”, FHC teria aceitado o convite da presidente Dilma. O ex-presidente José Sarney, que é presidente do Senado (PMDB-AP) deverá participar do almoço.

    Em sua visita ao Brasil, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, receberá de presente da presidente Dilma Rousseff uma coletânea de fotos artísticas do Rio de Janeiro. Obama desembarca em Brasília às 8h deste sábado (19), acompanhado da mulher, Michelle Obama, e das filhas, Malia e Sasha.

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    Lula, FHC, Itamar e Collor são convidados para almoço com Obama

    Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Itamar Franco e Fernando Collor foram convidados pelo Itamaraty para o almoço que será oferecido ao presidente Barack Obama amanhã, em Brasília.

    De acordo com o Itamaraty, por razões protocolares, os convites para ex-presidentes não pedem confirmação de presença. Por essa razão, a chancelaria brasileira não confirma se algum dos ex-presidentes convidados comparecerão ao almoço no Palácio do Itamaraty.

    Junto de sua mulher, Michelle, e das filhas Sasha e Malia, Obama chega a Brasília na manhã de sábado. Ele será recebido no Palácio do Planalto pela presidente Dilma Rousseff, e deverá participar ainda de dois encontros bilaterais de empresários.

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    Lula mudou o Brasil?

    Júlio César Cardoso*

    Bem, não podemos desconhecer os avanços das políticas governamentais. Mas o presidente Lula tinha o dever de trabalhar em prol do Brasil, pois foi eleito para isso. Se o fez, foi apenas no cumprimento de sua obrigação.

    O presidente Lula não foi nenhum Messias, salvador da Pátria. Ele não recebeu o país do marco zero. Se não fosse a política econômica fortalecida de FHC – Plano Real -, o Lula não surfaria em ondas plácidas com a crise mundial. A decantada marolinha foi marolinha porque o governo anterior – mesmo que o Lula e a claque petista não se dignem de reconhecer – legou uma economia estabilizada com o Plano Real.

    A grande jogada e esperteza do Lula foi não tentar reinventar a roda ao dar continuidade, com algumas pinceladas, à política econômica de FHC. O fato de Lula ter conclamado o povo a gastar, para aquecer a economia, o tempo vai dizer se ele estava certo ou foi uma irresponsabilidade, pois muita gente hoje está endividada com cartão de crédito, crediário etc., devido a compromissos contraídos acima de sua capacidade financeira.

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    Poupança pode fechar 2010 com menor rendimento em 43 anos

    A rentabilidade nominal da poupança pode encerrar o ano com a menor taxa já paga desde 1967, de 6,90%, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pela consultoria Economatica. A menor taxa apurada antes foi a de 2009, de ganho de 7,05% no ano. Com ajuste sazonal pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) até novembro, a rentabilidade no ano foi de 1,57%, de acordo com a entidade.

    FHC x Lula
    O estudo da Economatica também constatou que o ganho real de quem poupou durante o governo Lula foi de 89,4%, contra 218,6% daqueles que pouparam no governo Fernando Henrique Cardoso.

    Descontada a inflação dos períodos, o ganho real foi de 58,8% na era FHC e de 21,6% na era Lula – percentual que deve diminuir, segundo a Economatica, já que no cálculo não foi considerada a inflação de dezembro.
    Terra

    FHC critica Dilma e diz que faltam “políticos reais”

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou neste domingo, em São Paulo, que tem a expectativa de segundo turno e o PSDB se sairá bem nas urnas, porque enfrentou um “rolo compressor”: “Nunca houve na história deste país um presidente que fez tanta pressão para ganhar uma eleição”.

    Ele manteve a opinião de que não acredita em transferência de votos. “Se fosse transferência, ela teria 80%. Há alguma transferência, sem dúvida. O que precisa ver se é suficiente”.
    Folha

    Opinião: Dilma Rousseff, a soberba governamental

    Julio César Cardoso*

    A empáfia do governo Lula se mede pelo não reconhecimento da política econômica estável do governo FHC, que foi copiada e aprimorada. Por mais que a candidata Dilma Rousseff tente desqualificar a gestão administrativa anterior, ela deveria reconhecer que o seu partido não tinha um programa econômico de governo pronto para por em ação em substituição ao programa anterior.

    E seria um suicídio político a implantação de uma nova estrutura econômica diante de uma economia com moeda estável com inflação controlada. A candidata Dilma Rousseff sabe que o grande mérito do presidente Lula foi não tentar reinventar a roda.

    Ele mostrou a sua esperteza política ao dar continuidade ao programa econômico do governo anterior, introduzindo algumas pinceladas de verniz petista como era esperado naturalmente. E se não fosse a robustez da política econômica austera anterior, hoje ela não estaria falando que o Brasil tem estabilidade macroeconômica.

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    O que uma crise faz em nossas vidas?

    Prof Rosildo Barcellos*

    Um dos vernáculos mais repetidos essa semana além de Copa do Mundo foi “ Crise” – estamos vivendo realmente uma crise em diversos âmbitos e isso tem um reflexo na vida de todos nós.Vivemos a crise da inversão de valores, da falta de humor,da falta de entendimento das pessoas,da falta de uma orientação espiritual constante e ativa e inclusive de não ver na seleção alguns nomes que entendemos que poderiam fazer a diferença em momentos decisivos.

    Na verdade a palavra “Crise” vem do grego “krísis”, que significa, segundo o dicionário “Houaiss”, “ação ou faculdade de distinguir”. A crise financeira gerada no núcleo do capitalismo mundial avança para todos os países, com ameaças danosas para todos os setores da economia e nos impõe a todos a necessidade de fazer escolhas.

    No Brasil, os efeitos dessa crise foram menores em comparação com outros países em desenvolvimento e países mais desenvolvidos. Isso se deve às boas condições macroeconômicas e às políticas sociais, que, dentre outros fatores, estão dando mais robustez ao nosso mercado interno.

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    Governo Lula repassou à UNE 11 vezes mais que FHC

    A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou na última terça-feira (20) relatório do senador Gerson Camata (PMDB-ES) que reconhece a responsabilidade do Estado pela destruição da sede da União Nacional dos Estudantes (UNE), em 1964. A indenização, segundo o relatório, pode chegar a R$ 30 milhões.

    Enquanto a verba não sai, a UNE continua sendo contemplada com recursos públicos federais. Nos últimos sete anos, período do governo Lula, o valor total repassado por ministérios e secretarias corresponde a menos da metade do valor indenizatório. Desde 2003, a UNE recebeu quase R$ 12,9 milhões, dez vezes mais que o montante repassado nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

    Em 2008, o governo destinou quase R$ 4,5 milhões à UNE, maior cifra desde 1995. Desse valor, 64% foi pago pelo Ministério da Saúde referente a projetos de apoio da educação permanente dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde. Mas foi o Ministério da Cultura que mais aplicou recursos na entidade.

    Nos últimos sete anos, a pasta foi responsável por 72% do valor total recebido pela UNE. Apenas no ano passado, o órgão destinou mais de R$ 2 milhões para apoiar projetos voltados à produção, divulgação e outras ações ligadas à atividades artísticas e culturais.

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    Em jornal americano, FHC diz que Dilma é ‘autoritária’ e ‘dogmática’

    Um artigo do colunista Andres Oppenheimer publicado nesta quinta-feira no jornal americano The Miami Herald traz uma entrevista com Fernando Henrique Cardoso, na qual o ex-presidente classifica a possível candidata do PT nas eleições presidenciais deste ano, Dilma Rousseff, como uma pessoa “autoritária”, “dogmática” e mais próxima da esquerda do que o presidente Lula.

    Na entrevista, que segundo Oppenheimer foi concedida a ele nesta semana, FHC afirma que é possível que Dilma suba nas pesquisas de opinião, já que o “presidente Lula acelerou o início de sua campanha, e a oposição ainda não escolheu oficialmente seu candidato”.

    O ex-presidente, no entanto, afirma que, apesar deste eventual crescimento, no entanto, “as coisas irão mudar” quando os eleitores forem às urnas, devido à falta de experiência da ministra em cargos eletivos.

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    ‘FT’: mérito de Lula é continuar FHC

    Suely Caldas

    A cotação do presidente Lula está em alta na Europa. Escolhido o “Homem do Ano” pelos jornais Le Monde (francês) e El País (espanhol), o inglês Financial Times (FT) listou-o entre as 50 personalidades que moldaram a primeira década do século 21. Ao justificar a sua escolha, o jornal britânico tratou de dividir o sucesso de Lula com seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso.

    Sobre sua popularidade, destaca: “O que faz os brasileiros amarem Lula é a baixa inflação” – herança do Plano Real da era FHC. E lembra que, quando oposição, Lula criticou duramente as ações da política econômica do antecessor, “mas foi esperto o suficiente para mantê-las”.

    Faltou ao FT dizer que no Congresso, nos comícios, nas campanhas eleitorais, nos sindicatos e nas ruas Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) trabalhavam para derrubar, uma a uma, as ações de política econômica que eles trataram de preservar quando chegaram ao governo.

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    Aécio Neves avança

    CartaCapital

    O governador de Minas Gerais anunciou sua desistência da disputa pela indicação do PSDB para a candidatura à presidência da República em 2010. Ao contrário do que parece, ele não recuou, mas avançou.

    Aécio não suportava mais manter a pressão sobre o partido para que apressasse a definição do candidato tucano. Há meses expõe seu ponto de vista: acha que a oposição não deve cair no jogo do governo e transformar a eleição em um “plebiscito”, que chame o povo a votar contra ou a favor de Lula e sua candidata. Para ele, esse é o caminho da derrota, dada a popularidade gigantesca do presidente e o cenário favorável que se vislumbra para nossa economia no ano que se inicia.

    Com esta avaliação, imaginava-se mais competitivo do que José Serra, apesar deste liderar as pesquisas de opinião hoje. Aécio, mineiro, simpático e agregador, acredita ser mais capaz de atrair novos aliados e fugir do confronto direto com o governo. Mas, para isso, precisava de tempo, para correr o País e agregar apoios, inclusive na base governista. Entendia que, assim, iria subir pouco a pouco nas intenções de voto, enquanto que Serra, dada sua identificação com os governos FHC e seu inexistente carisma, tendesse a estacionar ou até declinar nas pesquisas.

    Sua tese conseguiu angariar muitos adeptos, sobretudo nas fileiras do DEM, principal aliado tucano. Mas não comoveu José Serra e a maioria da direção do PSDB. O governador paulista ficou irredutível o tempo todo, sem esboçar qualquer movimento nas sobrancelhas. Ao contrário do mineiro, lhe interessa uma campanha o mais curta possível.

    Serra entende que quanto mais cedo ser oficializada sua candidatura, mais cedo colocará a cara para apanhar do governo. E, como todo mundo sabe, ele tem uma saída segura pela lateral, se ficar configurado um cenário de grande crescimento de Dilma nos próximos meses: a reeleição ao governo de São Paulo, para desespero de Geraldo Alckmin.

    Com esta lógica, Serra pretendia esticar a corda da definição até março. Mas Aécio cansou e, surpreendendo a todos, nem esperou a troca de presentes de amigo secreto na sede do governo mineiro para anunciar sua “desistência”.

    Agora, ele aguarda. Serra não oficializou, nem vai oficializar tão cedo sua candidatura e até saudou a decisão de Aécio. Mas, daqui pra frente, as pesquisas de opinião só terão seu nome pela oposição. O noticiário ficará mais atento aos seus passos. E o governo vai partir mais duro para o confronto.

    Enquanto isso, o governador mineiro degustará seu peru de Natal com pão de queijo tranquilamente. Receberá inúmeros apelos para sair como vice de Serra, mas também muitos apelos caseiros para esquecer as eleições presidenciais e se dedicar a eleger seu sucessor em Minas e a estourar as urnas de tanto voto que receberá para o Senado.

    Daí, se não ceder ao convite para sair de vice – opção que, até aqui, não cansa de rechaçar – fica no aguardo do desempenho de Serra. Se este se elege presidente, Aécio será o homem do governo no Congresso. Se Serra perde, Aécio será o homem da oposição no Congresso.

    E se Serra desistir diante de um crescimento incontrolável de Dilma? Aécio será chamado para o “sacrifício” e sairá dele, na pior das hipóteses, como o tucano mais forte do Brasil. Pronto para novos voos, que sua juventude permite. Ou seja, em qualquer cenário, o futuro político do governador mineiro está garantido.

    Mas ele emparedou o governador paulista.

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