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Geddel e João Henrique vem a Conquista participar de encontro do PMDB
Por Diêgo Gomes
As lideranças do Partido do Movimento Democrático do Brasil(PMDB) na Bahia decidiram realizar o 16º Encontro Regional em Vitória da Conquista, dia 07 de novembro, no plenário da Câmara de Vereadores.
Segundo integrantes locais da legenda, estarão presentes no evento o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima o presidente do PMDB baiano, Lúcio Vieira Lima e o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro, além de deputados federais, a exemplo do Severiano Alves e deputados estaduais como Arthur Maia, que foi decisivo para a entrada de Hérzem Gusmão no PMDB.
No encontro o partido vai dar boas vindas aos novos filiados e deve confirmar o desejo de ver Hérzem Gusmão, um dos mais recentes militantes, como candidato a deputado federal em 2010. A data foi escolhida por estar próximo ao aniversário da cidade, dia 09 de novembro.
Dilma reúne Wagner e Geddel e diz que disputa entre os dois é normal
A ministra Dilma Rousseff está na Bahia desde quinta-feira (8), para uma programação extensa, que inclui de missa, hoje (9) às 7h no Bonfim, a inaugurações no interior. Ela admitiu que, além das várias atividades administrativas, “um pouco de campanha” também está incluída na agenda.
Na quinta-feira (8) à noite, Dilma participou da festa de aniversário do diretor geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o baiano Haroldo Lima. Ao lado do governador Jaques Wagner (PT) e do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, candidatos ao governo no próximo ano, ela disse encarar com naturalidade a existência de dois palanques na Bahia para sua candidatura à Presidência. “Geddel é ministro do governo, e Wagner é companheiro com quem também tenho laços afetivos. Então, a disputa vai ser normal”, afirmou.
O evento, no Trapiche Adelaide, reuniu diversas outras lideranças políticas, entre elas os ministros Orlando Silva (Esportes) e Edison Lobão (Minas e Energia) e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli.
Posição de Geddel mexe com as peças do tabuleiro em 2010
A intensa movimentação política do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, que agora admite a possibilidade de compor chapa com a oposição, cria novos panoramas para a eleição de 2010. O cenário das candidaturas ao governo estadual de Paulo Souto (DEM), Jaques Wagner (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB) pode cair por terra e dar lugar a apenas duas candidaturas.
Para o Senado Federal, a possível adesão gedelista também altera a posição dos, até agora, prováveis candidatos. A principal mudança deverá acontecer na oposição. Caso Geddel integre a chapa dos antigos adversários, a vaga deverá ser para o Senado, já que Paulo Souto tem aparecido melhor pontuado nas pesquisas de intenções de voto.
A chegada de Geddel também garantiria a permanência do senador César Borges (PR) na composição que, apesar de afirmar ser um candidato “natural” ao lado de Paulo Souto, não descarta um flerte com o PMDB e a candidatura do ministro. “Eu, naturalmente, tenho um caminho ao lado de Paulo Souto, mas isso não me impede de continuar conversando com Geddel”, afirmou o senador, que traçou sua trajetória política ao lado do carlismo.
Wagner e Souto em Conquista essa semana
Repórter Diêgo Gomes
Às 18:05
Vitória da Conquista é o terceiro maior colégio eleitoral da Bahia com aproximadamente 200 mil eleitores. Por conta desse fato, há o interesse grande dos partidos de governo e oposição na cidade.
Visando às eleições de 2010, o governador Jaques Wagner(PT) já compareceu no município pelo menos três vezes nesse ano e amanhã, terça-feira(04) estará na cidade mais uma vez para assinar a ordem de serviço do Programa de Restauração e Manutenção de Rodovias da Bahia (Premar), no valor de R4 64 milhões, para restauração das BAs 263 e 262, que liga Conquista/Itambé e Brumado respectivamente.
Já o ex-governador Paulo Souto(DEM), que esteve em Maracás e Jequié no último fim de semana, vem à Vitória da Conquista para receber o Título de Cidadão Conquistense na sexta-feira. Assim como Wagner, Souto vai estar acompanhado de seu grupo político e a expectativa é que aproximadamente 500 pessoas compareça à Câmara de Vereadores.
Opinião: Três nomes e um cargo
Jânio Lopo
Acredito que política é a arte do impossível. Daí me permitir conjeturar sobre a possibilidade de uma aliança, firme e para valer, entre o PMDB e o PT, que hoje andam às turras e cuja tendência, do jeito que a coisa vai, é o cometimento de um “partidicídio”. A expressão acaba de ser inventada por mim. Tratarei logo de patenteá-la. “Partidicídio” é quando um partido assassina o outro – literalmente.
Enquanto penso nessas baboseiras (tem algo melhor do que pensar em baboseira?) vem meu amigo Raimundo Sobreira, ex-deputado e peemedebista ferrenho me despertar para a realidade. E o fato real, no entender dele é que é improvável qualquer mudança no quadro político atual.
Pelo menos no que diz respeito ao seu PMDB. Sobreira acredita que não há santo capaz de tirar da cabeça do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) que ele será candidato ao governo baiano em 2010. Não há clima para uma desistência. O ministro se expôs à opinião pública reafirmando-se candidato, tem percorrido todo o Estado defendendo sua candidatura e agregou em torno de si, tanto na capital quanto no interior, uma massa eleitoral que já começa voluntariamente a fazer a sua campanha.
Geddel alfineta Jaques Wagner
Repórter Diêgo Gomes
Às 13:45
O colunista de Veja, Lauro Jardim, afirmou em seu blog que o ministro Geddel Vieira Lima(PMDB) continua com uma relação tensa com Jaques Wagner(PT) e o pior, alfinetando o governador. Para Geddel os ùnicos pontos de sucesso na gestão petista são as secretarias comandadas pelo PMDB (Infraestrutura, Indústia, Comércio e Mineração). Já a saúde, educação e segurança pública é o que tem de pior no governo.
Ainda segundo Jardim, o maior problema que Geddel enfrenta atualmente são às pesquisas pois Jaques Wagner e Paulo Souto disputam a liderança nas intenções de voto ficando Geddel “esmagado” na disputa.
José Dirceu: “Ninguém quer enfrentar Lula em 2014″
IstoÉ
Na próxima semana, o exministro José Dirceu vai a Goiânia e a Palmas. Segue depois para Belém e outras cidades do Norte. Além de mobilizar a militância petista, o alvo preferencial de suas articulações é o PMDB.
Nesta entrevista, Dirceu diz que 2010 “não será uma eleição fácil”. Por isso, atribui especial importância aos acertos do PT com os peemedebistas na Bahia, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e até mesmo em São Paulo. “Muitos políticos do PMDB não querem a aliança com Serra e eu pago para ver o Serra cumprir o acordo com o Quércia”, explica.
Como revelou ISTOÉ na última edição, Quércia fez acordo com o governador paulista e tem viajado pelo País com o objetivo de levar o PMDB para a candidatura tucana. Dirceu acompanha com faro fino os movimentos dos tucanos: “O Aécio tem dito a interlocutores que não será vice de Serra. E, se o Serra não tiver apoio do Aécio, ele não ganha a eleição.”
Geddel dá a largada para disputa de 2010
O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) deu na segunda-feira, 18, a largada para sua provável candidatura ao governo da Bahia em 2010. Se o ministro cumprir a promessa que fez aos 95 prefeitos, 233 vereadores e a outras centenas de correligionários do PMDB presentes ao primeiro encontro regional do partido, realizado em Salvador, a decisão já está tomada: Geddel será candidato em oposição ao seu atual aliado, o governador Jaques Wagner.
“Eu vou para onde vocês disserem que eu devo ir”, prometeu o ministro de Lula, diante de uma base de peemedebistas que o pressionava por uma decisão. “A candidatura de Geddel hoje não pertence mais a ele, pertence à vontade do PMDB”, garantiu o presidente do PMDB de Vitória da Conquista, Geraldo Botelho.
Todos os discursos, das mais diversas lideranças, foram unânimes nas críticas árduas à gestão de Jaques Wagner e ao PT. Até de “tirano” o governador foi chamado por peemedebista descontente. Os prefeitos apontaram supostos “desmandos” da gestão, principalmente na falta de atenção à saúde, educação e segurança.
Integrantes do governo priorizam bases políticas na hora de lançar programas
Ainda falta pouco mais de um ano para que os partidos definam seus candidatos aos governos estaduais, mas os ministros com projetos eleitorais não querem perder tempo nem desperdiçar a força dos cargos. Orlando Silva (Esporte), Tarso Genro (Justiça) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) são exemplos de ministros que deram um jeito de combinar as agendas oficiais com os planos de campanha. Uma análise da agenda deles neste início de ano mostra que a maior parte dos roteiros teve como destino suas bases eleitorais.
Em campanha por uma vaga na Câmara dos Deputados, o ministro Orlando Silva tem intensificado suas idas a municípios paulistas, para participar dos mais variados eventos. De acordo com a agenda divulgada pela pasta que dirige, das 16 visitas às unidades da federação realizadas por ele este ano, 11 tiveram São Paulo como destino. Entre os eventos que contaram com a presença dele estão a posse dos secretários municipais de Embu das Artes, o lançamento de uma pista de atletismo em Campinas e de um projeto chamado Visitando o Estádio, lançado pela secretaria municipal de Mogi Guaçu.
Eleições na UPB
Roberto Maia é o candidato de Geddel
Nesta quarta-feira (28), acontecerá as eleições para a presidência da União dos Municípios da Bahia. O prefeito de Bom Jesus da Lapa, Roberto Maia (PMDB), não está poupando esforços e nem dinheiro para se eleger, pois em várias cidades da Bahia, tem outdoors com uma mensagem de apoio a todos os prefeitos do estado.
Há poucos instantes as chapas que disputarão a entidade foram formadas. De um lado, Roberto Maia, como candidato a presidente e do outro, Luiz Caetano (PT). Tudo indica, que a interferencia, discreta, diga-se de passagem, por parte do governador Wagner, pode decidir as eleições a favor de Luiz Caetano, porém em eleições onde o voto é secreto, tudo pode acontecer.
Da redação
Mais que uma imagem

Pelo menos 8 outdoors em Conquista
Engana-se quem crê que os oitos outdors de Geddel Vieira Lima, em Conquista, seja apenas “felicitações/ajuda”. Engana-se quem olha apenas para a imagem do ministro do Gonverno Lula e o vê como forte candidato ao Governo da Bahia em 2010. Observe as cores escolhidas pelo ministro.
De fundo, o verde e amarelo: cores da bandeira do Brasil. Entenda-as como ele, Geddel, possível candidato a vice-presidente na mesma coligação de Dilma Roussef. Caso não queira ir muito longe, são as cores do PMDB, o seu partido.
Já a camisa é azul. Não que seja divagações, mas azul é a cor do DEMOCRATAS, e desde o segundo turno da campanha para prefeito de Salvador, o ministro tem conversações com o partido de ACM Neto. Além do mais, nas cidades que o PMDB disputou as eleições a “onda” (camisa) era verde.
Por fim, o vermelho da gravata. Geddel, nunca gostou muito de usar o vermelho. Talvez por isso, tenha deixado apenas como um acessório. E acessório, é o PT de Wagner hoje, para o ministro. Esse sentido é o de comadar importantes secretarias do Estado, além de ter bom tramite com os petistas do governo federal. E nada mais.
Da redação













