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:: ‘Greve’

Greve é concluída na UESB e professores cobram novo termo de acordo

A greve na Universidade Estadual da Bahia (UESB) foi encerrada. A decisão foi tomada pela assembleia da categoria, realizada no dia 12 de junho. Os docentes avaliaram que a greve, iniciada há mais de 60 dias, deve ser finalizada, mas discordaram do termo de acordo enviado pelo governo na noite do dia 11 de junho, pois possui divergências em relação ao que foi combinado anteriormente. Os professores estarão à disposição da Universidade a partir da quinta-feira (17). Assembleia indicou o retorno às aulas na segunda-feira (17). Caberá ao Conselho Superior e Reitoria da UESB definir o novo calendário acadêmico.

“O termo de acordo enviado pelo governo ontem à noite não espelha aquilo que foi firmado entre o movimento docente e o governo nas últimas reuniões. A proposta de termo de acordo tem mais elementos prejudiciais ao movimento docente, daí o encaminhamento de fechar um termo de acordo tendo a ata aprovada na reunião do dia 10 como referência para o termo de acordo, que foi uma exigência da categoria”, conta o vice-presidente da Associação dos Docentes da UESB (ADUSB), Alexandre Galvão.

Professores e estudantes das Universidades Estaduais da Bahia acamparam de 4 a 6 de junho na Secretaria de Educação, em Salvador, para cobrar avanços na negociação. Como fruto da mobilização, uma série de reuniões foram realizadas com o governo Rui Costa. No dia 10 de junho, uma ata foi aprovada com os pontos em que foi possível chegar a um entendimento. O movimento docente apontou a necessidade de um termo de acordo a ser apreciado em assembleia, responsável por definir os rumos do movimento. Contudo, o documento enviado pelo governo foi considerado problemático pela categoria.  O termo não estabelece prazos para que o governo cumpra com sua parte no acordo, a não ser a abertura da mesa de negociação. Além disso, impõe que o movimento não faça reivindicações até 2020, a “cláusula da mordaça”. :: LEIA MAIS »

Greve Uesb: Mobilização contra o anúncio do corte de salários acontece na terça-feira (30)

O Comando de Greve da Adusb promoverá mobilização na terça-feira (30). Vamos denunciar o anúncio do corte de salários e defender a autonomia universitária. A atividade contará com café da manhã das 7h às 9h em frente aos portões dos três campi da Uesb. Também teremos a roda de conversa “A ética na greve”. Participe e fortaleça a luta em defesa das universidades e dos direitos trabalhistas.
Nota do Comando de Greve da Adusb sobre o anúncio de cortes de salários e o lançamento de faltas

Desrespeitando os direitos dos professores e das professoras das universidades públicas estaduais, o governo Rui Costa (PT) anunciou o corte de salários e lançou faltas injustificadas para um conjunto arbitrário de docentes. É mais uma ação de retaliação ao movimento sindical, na linha ultraconservadora do governo Bolsonaro. Ao atacar a greve, um instrumento legítimo da luta dos trabalhadores na defesa de seus direitos, o governador parece esquecer sua história política, forjada à frente do movimento sindical.

Ao longo da luta do movimento docente em defesa das universidades estaduais, o corte dos salários tem sido utilizado como medida de intimidação, de modo a desmobilizar a categoria. Agora, além do anúncio dos cortes, o governo estadual lançou faltas diretamente no sistema informatizado de controle de frequência, o RH Bahia, numa manobra arbitrária e ilegal, que fere a autonomia administrativa da Universidade, garantida pelas Constituições federal e estadual. :: LEIA MAIS »

Professores da Uesb permanecem em greve e cobram do governo avanço nas negociações

assembleia 24-04-19Sem votos contrários, a assembleia dos professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) decidiu na manhã da quarta-feira (24) pela continuidade da greve. A proposta apresentada pelo governo Rui Costa de liberação de 900 promoções nas Universidades Estaduais da Bahia não atende nem mesmo a fila dos docentes que aguardam por seus direitos trabalhistas. A categoria avaliou como positiva a abertura do diálogo, porém ainda é preciso que o governo avance na negociação da pauta protocolada desde 2015. Dados do Portal da Transparência mostram que há viabilidade financeira para a construção de uma proposta mais robusta, que de fato atenda às necessidades.

De acordo com estudo da Associação dos Docentes da Uesb (Adusb), a partir de setembro, diversos docentes irão adquirir direito à promoção na carreira e o número de pedidos será maior que o atual. Portanto, é fundamental lutar pela desvinculação das vagas por classe. É a única forma de impedir o represamento das promoções de agora em diante.

É essencial também que o governo inicie o debate transparente sobre o orçamento das Universidades Estaduais e o reajuste salarial dos professores, que há quatro anos não recebem sequer reposição da inflação. Os R$ 36 milhões liberados pelo governador não são recursos extra, mas parte dos recursos contingenciados e de receita gerada pelas próprias instituições. A justificativa da não discussão do reajuste por conta dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal é infundada e não convence. :: LEIA MAIS »

TST realiza audiência de conciliação sobre greve dos Correios para esta quarta-feira

BRASILIA, DF, BRASIL, 11-10-2011,  17h00.  Ministros do TST julgam a greve dos Correios. estão sendo analisadas as quetões do reajuste economico, o desconto dos dias parados e também se é abusiva a paralisação. (Foto Marcelo Camargo/Folhapress PODER)O vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Emmanoel Pereira, agendou esta quarta-feira (4), às 16h, em Brasília, audiência de conciliação entre os Correios e as federações representantes dos trabalhadores.

Na última quinta-feira (28), o ministro reconheceu como abusiva a paralisação de empregados dos Correios, iniciada no dia 19 de setembro. Em seu despacho, Emmanoel Pereira declarou que “houve adesão à greve com a negociação ainda não encerrada, o que implica na abusividade”.

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) iniciou a paralisação nas suas bases sindicais antes de ser apresentada a proposta financeira, entre outras cláusulas que estavam sendo discutidas nas negociações. :: LEIA MAIS »

Indicativo de greve é aprovado por professores da UESB

02Em protesto contra o descaso do governo Rui Costa (PT), professoras e professores da UESB aprovaram, na manhã dessa terça-feira (18), indicativo de greve. A pauta de reivindicações do movimento docente foi protocolada em dezembro do ano passado e o Estado tem protelado as negociações.

A categoria avalia que apesar das publicações das promoções e progressões da sexta-feira (14) e sábado (15), o governo precisa negociar com o Fórum das ADs os demais pontos de reivindicação, especialmente os que atendem todos docentes, inclusive os aposentados, como a pauta salarial. Vale lembrar também que a retroatividade financeira devida não foi assegurada às promoções e progressões veiculadas na semana passada no Diário Oficial.

O presidente da Adusb, Sérgio Barroso, ressalta a necessidade da mobilização da categoria. “A publicação das promoções e progressões é um avanço importante, mas o que foi publicado contempla menos da metade da demanda. Além disso, não podemos esquecer que as pautas salarial e orçamentária são também importantes. É preciso fortalecer a luta para pressionar o governo a atender toda nossa pauta”, afirma o presidente. :: LEIA MAIS »

Termina a greve dos professores da Uesb

Da Redação

A greve dos professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) chegou ao fim, após uma assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (15)

greve-uesb-1Segundo a categoria, “a greve cumpriu o importante papel de compor o movimento nacional contra a retirada de direitos e mostrar ao governo ilegítimo que a classe trabalhadora resistiu e continuará a resistir”.

A assembleia deflagrou ainda estado de mobilização permanente.

A greve, que começou no dia 28 de novembro, era contra PEC 55, reforma do ensino médio e congelamento de salários.

Em assembleia, professores da Uesb votam pela continuidade da greve

Da Redação

uesbb

Os professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) aprovaram em assembleia, na tarde desta terça-feira (06), por continuarem em greve.

O movimento grevista permanece por tempo indeterminado. A votação foi de 132 votos a favor da permanência, 130 contrários e 9 abstenções.

A suspensão das atividades foi iniciada no dia 28 de novembro contra a PEC 55, Reforma do Ensino Médio (MP 746) e o congelamento de salários.

Uma nova assembleia será realizada na próxima semana.

Professores da Uesb entram em greve por tempo indeterminado

Da Redação

uesbOs professores da Uesb decidiram em assembleia, na tarde desta terça-feira (22), entrar em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira (28).

Segundo a Adusb, a categoria é contra a PEC 55 (antiga 241), congelamento de salários e a MP 746 (reforma do ensino médio).

O Comando de greve também foi aprovado em assembleia e será instalado no dia 24 de novembro, às 9h, no campus de Vitória da Conquista. Na oportunidade, serão discutidas as comissões e as atividades docentes que serão mantidas durante o movimento paredista.

Bancários mantém a greve e Fenaban não apresenta nova proposta

bancoA Greve Nacional dos Bancários está completando um mês. Em todo o país, mais de 13 mil agências estão paralisadas em reivindicação por melhores condições de trabalho e atendimento digno à população. Na base do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região são 70 agências sem funcionamento.

A categoria decidiu pela permanência da greve após a última rodada de negociação na quinta-feira (29), onde a Fenaban continuou impondo perdas salariais de 2,6% e negando as demandas por mais contratações e investimentos em segurança, por exemplo. Na tarde de ontem (03), a categoria se reuniu em assembleia para organização e fortalecimento do movimento grevista.

Para a diretora de Cultura e Formação Sindical do SEEB/VCR, Larissa Couto, a greve chegou em seu ápice e deve continuar fortalecida até o atendimento das reivindicações. “Agora, mais do que nunca, devemos unir nossas forças para manter as paralisações, pois os bancos não vão nos vencer pelo cansaço. Sabemos que não é fácil nem para os bancários, nem para a população, mas a greve é nossa maior arma na luta por melhorias para toda a sociedade”, conclui.

Greve continua e bancários se reúnem na próxima segunda (03)

dsc_0580 A greve dos bancários continua em todo o país. Neste 25º dia de paralisação, 80% das agências da base do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região permaneceram sem funcionamento.

A proposta feita pela Fenaban na última quarta-feira, dia 28, não contemplou as necessidades da categoria – nem ao menos a reposição da inflação foi oferecida pelos bancos.

Na próxima segunda-feira (03), uma assembleia será realizada às 15h, na sede do Sindicato, em Vitória da Conquista, para avaliar o movimento grevista e definir os próximos rumos das mobilizações. :: LEIA MAIS »

Terceira Semana de Greve: Bancários seguem mobilizados

foto-30No último dia 15 as reuniões com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foram suspensas. Em uma ação desrespeitosa, as instituições financeiras insistiram em promover o rebaixamento salarial da categoria, com um reajuste 2,62% abaixo da inflação. Diante da inflexibilidade dos bancos, a única saída para os bancários é a continuidade e intensificação da greve.

No 11º dia de Greve foram 60% das agências sem funcionamento em todo o país.  Isso significa cerca de 12.727 agências e 52 centros administrativos. Na maioria das capitais, 100% das agências ficaram fechadas. Na Bahia, 910 agências estavam sem serviço no último balanço. Já na base do Sindicato dos Bancário de Vitória da Conquista e Região, mais de 80% estiveram paralisadas. :: LEIA MAIS »

Bancários não cedem à pressão dos bancos e a greve continua

xpifql7A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) tomou uma atitude desrespeitosa na última quinta-feira (15), durante a reunião do Comando Nacional dos Bancários. As instituições financeiras insistiram em promover o rebaixamento salarial da categoria, com um reajuste 2,62% abaixo da inflação.
Na tentativa de enfraquecer a luta, os banqueiros apelaram para o assédio moral e ameaça aos funcionários. O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região recebeu denúncias durante toda a manhã desta sexta (16) sobre o Bradesco e o Santander, por estarem pressionando os bancários por meio de ligações, para que voltassem aos seus postos de trabalho.

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Bancários param e consumidores devem procurar alternativas para pagar contas

greve(22)Com a greve dos bancários por tempo indeterminado, a partir de hoje (6), os consumidores devem procurar meios alternativos para pagar suas contas. Segundo a Proteste Associação de Consumidores, a greve não pode ser motivo para protelar pagamentos.

Quem tem conta para pagar e não dispõe de cartão para uso do caixa eletrônico, pode recorrer às agências lotéricas e até lojas de departamentos que aceitam a quitação de diversas contas. Mas o cliente que precisa sacar dinheiro na boca do caixa deve entrar em contato com o banco, por telefone, e solicitar uma alternativa, orienta a associação.

Quem movimenta a conta pela internet ou nos caixas eletrônicos não deve ser afetado pela paralisação, pois esses serviços devem continuar a funcionar normalmente.

Para as pessoas que têm contas a pagar de tarifas públicas, como água, telefone e energia, é aconselhável ligar para as empresas e negociar uma forma de pagamento. A Proteste lembra que essas contas podem ser quitadas em qualquer banco, já que o cálculo de taxas de multas (se já tiver vencido a data de pagamento) é acordado com a própria empresa que presta o serviço.

O serviço de compensação bancária é considerado atividade essencial pela legislação brasileira e não pode sofrer qualquer paralisação. Portanto, cheques e DOCs devem ter a compensação nos prazos normais.

A Proteste lembra que o consumidor está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor para responsabilizar o estabelecimento, caso seja penalizado com cobrança de multa e juros se não tiver, de forma alguma, como fazer o pagamento em consequência da greve. Nesse caso, o cliente deve formalizar a reclamação por meio de uma carta ao banco, aos cuidados do gerente, relatando os fatos e requerendo as providências cabíveis. Além disso, acrescenta a Proteste, o consumidor poderá registrar uma queixa no Banco Central e procurar os órgãos de defesa do consumidor.

Reivindicações

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real e 9,31% de correção da inflação; participação nos lucros e resultados de três salários mais R$ 8.297,61; piso salarial de R$ 3.940,24; vales-alimentação, refeição, décima-terceira cesta e auxílio-creche/babá no valor do salário-mínimo nacional (R$ 880); 14º salário; fim das metas abusivas e assédio moral; fim das demissões, ampliação das contratações, combate às terceirizações e à precarização das condições de trabalho; mais segurança nas agências bancárias e auxílio-educação.

A proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) inclui reajuste de 6,5%, mais R$ 3 mil de abono. O Comando Nacional dos Bancários diz que essa proposta representa perda real de 2,8% (ao descontar a inflação de 9,57%).

Para a Fenaban, se somados o abono e o reajuste, haverá “ganho superior à inflação na remuneração do ano da grande maioria dos funcionários do sistema bancário”.

Agência Brasil

Bancários entram em greve a partir de terça-feira, 6

greve(22)Em assembleia realizada nesta quinta-feira (1º), os bancários da base do Sindicato de Vitória da Conquista e Região decidiram, por unanimidade, dar início à greve por tempo indeterminado a partir do dia 6 de setembro.

Na última terça-feira, dia 30, os banqueiros apresentaram uma proposta de reajuste muito abaixo da reivindicação da categoria, de 14,78%, o que não cobre nem mesmo a inflação do período, projetada em 9,57% para agosto deste ano.

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ofereceu um reajuste salarial de 6,5%, abono de R$ 3 mil e a manutenção das regras de 2015 para a PLR. Além disso, o não atendimento às demais reivindicações como mais contratações e melhorias nas condições de trabalho, motivou a categoria a intensificar as mobilizações e paralisar as atividades nas agências bancárias.

Para o bancário e delegado Sindical do Banco do Brasil, Miguel Ribeiro, a postura da Fenaban diante das demandas apresentadas pelos bancários é desrespeitosa. “Precisamos lutar pela manutenção dos nossos direitos, pois o momento vivido hoje em nosso país é, politicamente, muito complicado. Teremos que lutar bastante para manter a classe bancária, que está ameaçada, e só com a greve podemos ter nosso poder de barganha. Na minha opinião, a proposta feita pela Fenaban foi indecente”, afirma. :: LEIA MAIS »



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