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:: ‘Greve’

Professores da Ufba decidem manter greve

ufbaApós rejeitarem a proposta de reajuste feita pelo governo na semana passada, os professores da Universidade Federal da Bahia (Ufba) decidiram manter a greve, iniciada há um mês, em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira, 29.

A reunião aconteceu na Faculdade de Arquitetura, no bairro da Federação, e cerca de 137 professores estiveram presentes. A informação foi confirmada pelo Sindicato dos Professores das Instituições Federais do Ensino Superior da Bahia.

Na quinta, 25, o governo apresentou uma proposta de reajuste de 21,3% dividido em quatro parcelas. A primeira delas, de 5,5%, para 1° de janeiro de 2016; a segunda, de 5%, para 1° de janeiro de 2017; a terceira, de 4, 75%, para 1° de janeiro de 2018 e a quarta, de 4,5%, para 1° de janeiro de 2019.

A Universidade Federal da Bahia conta com 35 mil alunos distribuídos em 100 cursos de graduação.
ATarde

Greve de rodoviários continua em Vitória da Conquista e chega ao 6° dia

greveApós assembleia realizada na noite desta quinta-feira (25), os rodoviários do município de Vitória da Conquista, na região sudoeste da Bahia, decidiram manter a greve que acontece desde a última sexta-feira (19).

Motoristas e cobradores reivindicam reajuste de 10%, o retorno do plano de saúde (cancelado por falta de pagamento) e o pagamento do prêmio de férias, uma bonificação que era paga quando os funcionários retornavam do recesso. Sem acordo entre patrões e empregados, a população da cidade encontra dificuldade para se locomover já que apenas 30% da frota está circulação.

“Não tem previsão se teremos aumento de salário. Só estamos esperando as empresas se pronunciarem. Caso elas [as empresas] não sentem para negociar, vamos resolver na Justiça”, disse Valdemi Evangelista da Silva, diretor de comunicação do Sindicato dos Transportes de Vitória da Conquista (Sintravc). :: LEIA MAIS »

Porque a greve continua nas Universidades Estaduais Baianas

10476402_1000326030002382_1417779313080880056_nO Governador da Bahia, Rui Costa (PT), tem levado as Universidades Estaduais (UESB, UNEB, UESC e UEFS) a uma trágica crise. O seu Governo realiza cortes de verbas e inviabiliza não apenas as atividades de ensino, pesquisa e extensão, mas até mesmo a manutenção das despesas básicas, tais como pagamento de energia, telefone, correio, segurança e limpeza. Soma-se a este descaso a total ausência de uma política voltada à permanência estudantil, que garanta as condições mínimas para os nossos alunos.

É importante lembrar que as Universidades Estaduais da Bahia são responsáveis pela formação de milhares de jovens e influenciam diretamente no desenvolvimento das regiões onde estão inseridas. Todavia, o Governo ao invés de investir na ampliação e melhoria dessas instituições, que cumprem uma relevante função social, tem reduzido o investimento no ensino superior público e de qualidade do Estado. Tal política fere os interesses do povo baiano e pode significar a destruição destas universidades. :: LEIA MAIS »



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