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MEC divulga o novo gabarito oficial das provas do Enem
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) do Ministério da Educação divulgou no começo da tarde desta segunda-feira, 7, o novo gabarito oficial das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicadas neste sábado e domingo.
Na noite deste último domingo, foi divulgado um gabarito errado do Enem. Segundo o Ministério da Educação, havia “inconsistência nos gabaritos dos diferentes modelos de prova aplicada neste final de semana”. Ele foi tirado do portal do MEC por volta das 21h30.
Nota divulgada pelo Inep confirma que foi verificado “inconsistência nos gabaritos” e em função disso, todo o material estava sendo revisto. Os gabaritos oficiais deveriam ser divulgados a partir das 10 horas desta segunda-feira.
Opinião: Eleições OAB/2009 (Pela Humanização da OAB)
VASCO VASCONCELOS*
No próximo dia 16/11 (Segunda-Feira), os advogados irão às urnas para eleger os Presidentes e os Conselheiros das Secionais da OAB de todo o país. A OAB-DF está sendo disputada por quatro excelentes causídicos dentre eles o renomado advogado e homem público, Ibaneis Rocha, apoiado pela atual Presidente da OAB-DF, Dra Estefânia Viveiros, que está realizando um bom trabalho á frente a OAB-DF, e é candidata a uma vaga de Conselheira Federal. Os quatro candidatos são unânimes em defender o pecaminoso, abusivo, execrável, inconstitucional, famigerado Exame da OAB.
A OAB, que se aproveita de governos débeis ao usurpar prerrogativas do MEC, obriga na 2ª Fase, de tal exame, a compra de milhões de livros novos, ou seja sem qualquer anotação, num verdadeiro mecanismo de exclusão social. Os locais das provas parecem um aeroporto na época de fim de ano, congestionados de malas transbordando de livros.
Quem lucra e quem perde? Trata-se de exame, putativo, infestado de pegadinhas, feito para reprovação em massa, tosquiando os bacharéis em direito, com altas taxas de inscrições, R$ 250,00 (RO), jogando ao ostracismo, e ao banimento, cerca de 4,5 milhões de bacharéis devidamente qualificados por universidades reconhecidas e fiscalizadas pelo MEC, desrespeitando a independência dos poderes.
Ex-prefeito de Caetanos é condenado pela justiça
O ex-prefeito de Caetanos, Valmir Carlos da Rocha, foi condenado por deixar de prestar contas de recursos federais recebidos pelo município. O ex-gestor não declarou mais de R$ 20 mil repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por meio de um convênio firmado com o Ministério da Educação (MEC) e executado entre os anos de 1998 e 1999.
A sentença da Justiça determina que o Valmir Carlos da Rocha devolva R$ 20,1 mil, devidamente atualizados e com juros de mora de 1% a partir da citação.
Além disso, o ex-prefeito terá que pagar uma multa correspondente a 40 vezes o valor da remuneração que recebia como gestor de Caetanos em 1998 e terá seus direitos políticos suspensos por 04 anos.
iBahia
MEC: custo total do Enem será de R$ 140 milhões
O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira o extrato da dispensa de licitação para a empresa que irá operacionalizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009. As empresas contratadas pelo Ministério da Educação (MEC) são a Fundação Universidade de Brasília/Cespe e a Cesgranrio. O valor fixado pelo contrato é de R$ 99.959.837,86.
Segundo o MEC, para definição do valor a ser pago pela realização do Enem foi tomado como base o valor de R$ 35 por aluno inscrito. O valor total da operação está estimado em cerca de R$ 140 milhões.
Nos próximos dias, o MEC definirá os últimos detalhes do contrato que será formalizado em caráter emergencial.
JBOnline
PF não fez a segurança das provas do Enem após material deixar gráfica
Embora o ministro da Educação, Fernando Haddad, tenha informado que havia acionado a Polícia Federal para supervisionar a segurança do Enem, a PF negou que estivesse responsável pela tarefa.
A segurança do exame ficou por conta exclusivamente de um consórcio privado, liderado pela empresa baiana Consultec (Consultoria em Projetos Educacionais e Concursos). Nem o consórcio nem o MEC deram informações sobre como foi feita a segurança após o material sair da gráfica.
Ontem, durante entrevista coletiva, o ministro confirmou trecho da ata de audiência pública realizada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) em 6 de maio. Na audiência, o representante do instituto, responsável pela elaboração da prova, informou que a PF supervisionaria o exame, fazendo “toda a parte de inteligência”, segundo a ata.
Opinião. Ensino a distância e presencial: igualdade no desempenho dos alunos
Luiz Flávio Gomes
No ano 2000 contávamos no Brasil com apenas 1.682 alunos de graduação, na modalidade do ensino a distância. Em 2005 eram 114 mil e em 2008 chegou-se a 760 mil. A casa do um milhão deve ser ultrapassada neste ano de 2009.
Pesquisa que acaba de ser divulgada do Inep (Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais), do MEC (Ministério da Educação) concluiu: o desempenho dos alunos do ensino a distância, na média geral, é melhor que o dos alunos presenciais.
Comparando-se alunos com os mesmos perfis, as notas alcançadas por eles no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) de 2005, 2006 e 2007 (alunos a distância e presenciais) são praticamente idênticas.
MEC reconhece mais dois cursos de Faculdade em Vitória da Conquista
Repórter Diêgo Gomes
Às 08:50
O Ministério da Educação, através das portarias 747 e 749 do Diário Oficial da União, reconheceu os cursos de Engenharia Civil e Psicologia da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) de Vitória da Conquista.
Vagas - apenas a instituição possui o curso de Engenharia Civil na região Sudoeste com 200 vagas oferecidas anualmente. Já Psicologia, duas Faculdades (FTC e FJT) oferecem o curso presencial na cidade, porém a FTC passa a ser agora o único reconhecido pelo MEC e disponibiliza 180 vagas por ano.
Universidades federais confirmam participação no novo Enem
Um balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (21) revelou que 35 das 55 universidades federais de todo o país decidiram utilizar o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de processo seletivo já em 2009.
As instituições que tivessem intenção de aderir ao novo Enem como prova única, em substituição ao vestibular tradicional, ou primeira fase tinham até ontem (20) para informar a decisão ao MEC.
Das universidades que já optaram pela adesão, pelo menos 24 usarão o Enem em substituição total ao processo seletivo ou como primeira fase de seleção. Algumas universidade vão aplicar a regra a todos os cursos, outras aderem ao novo modelo para o preenchimento de um percentual específico de vagas, como fará a Ufba, que se utilizará do Enem para selecionar alunos para os cursos de Bacharelados Interdisciplinares e Superior em Tecnologia.
MEC deve anunciar hoje a extinção do vestibular
O ministro da Educação, Fernando Haddad (PT), deve anunciar hoje, em reunião com reitores das universidades federais, que o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado já neste ano, independentemente do número de instituições dispostas a substituir o vestibular pelo teste. Ontem, o ministro contabilizava a adesão de pelo menos 35 das 55 universidades federais à proposta de que o novo Enem passe a selecionar candidatos em todo o país.
Com o novo Enem, o Ministério da Educação (MEC) deseja que qualquer estudante brasileiro faça a prova e, de acordo com sua nota, tenha direito a uma vaga em universidades federais de todos os estados. Hoje, em geral, os vestibulares selecionam candidatos a uma única instituição. O novo modelo é inspirado no SAT (Scholastic Assessment Test), teste realizado nos Estados Unidos. A exemplo do que ocorre no vestibular, o sistema valerá para quem concluiu o ensino médio em anos anteriores.
TribunadaBahia
MEC prepara projeto que torna pré e ensino médio obrigatórios
O Ministério da Educação prepara um projeto para tornar obrigatórios a partir de 2010 a pré-escola (crianças de quatro e cinco anos) e o ensino médio (15 a 17). Hoje, cerca de 3,5 milhões de crianças e jovens nessas faixas etárias estão fora da escola. A intenção da União é que o atendimento total dessa população ocorra em até sete anos. A proposta tem de ser aprovada pelo Congresso.
Hoje, apenas o ensino fundamental (6 a 14 anos) é obrigatório no Brasil. A obrigatoriedade faz com que o prefeito ou o governador possa ser cassado caso não ofereça as vagas (por crime de responsabilidade). Os pais, caso não matriculem os filhos, podem perder a guarda e ser condenados a penas como prestação de serviços (enquadramento no “abandono intelectual” do Código Penal).
Segundo dados do IBGE, 29,9% das crianças de quatro e cinco anos estão fora da escola (1,7 milhão). Entre os jovens de 15 a 17, são 17,9% (1,8 milhão). Segundo nota técnica da assessoria de estudos do MEC, ações recentes do governo como o Fundeb (novo fundo de financiamento da educação) e a ampliação do ensino fundamental (de oito para nove anos) “não garantem a oferta suficiente de vagas ou a continuidade dos estudantes na escola”.
Esses dados foram apresentados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deu o aval à ampliação da obrigatoriedade há 15 dias. “Os dados mostram que quem não tem acesso à escola é a população mais pobre”, disse o ministro Fernando Haddad (Educação).
O MEC agora negocia com Estados e municípios, responsáveis diretos pela matrícula. À União cabe a coordenação. O governo pretende enviar ao Congresso e aprovar o projeto ainda neste semestre.
Um dos pontos analisados é o prazo para que todas as crianças e jovens nessas faixas estejam na escola. Segundo Haddad, a ideia é que, para o ensino médio, o prazo seja entre cinco e sete anos. Para o infantil, deverá ser menor. Ainda não há custo definido, mas Haddad diz que haverá investimento do governo federal.
Folha Online













