Ufba é acionada pelo MPF por indeferir matrícula de cotistas
O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) ajuizou ação civil pública contra a Universidade Federal da Bahia (Ufba) para que instituição regularize a matrícula de candidatos cotistas oriundos de escolas que participam do Convênio de Cessão de Salas.
O MPF pede que, no ato da matrícula desses estudantes, a universidade aceite, desde que atendidos os demais requisitos exigidos no edital, a declaração, atestado ou certidão expedidos pela Secretaria de Educação do Estado (SEC) e suas Diretorias Regionais que declarem a existência do convênio.
Na ação, o MPF requer, ainda, que a Justiça determine que a Ufba fixe um novo prazo para inscrição para o serviço de residência universitária e bolsa moradia, com data posterior à expedição do comprovante de matrícula.
O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida alertando o consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O Ministério Público Federal (MPF) propôs ação civil pública para que a Caixa Econômica Federal deixe de cobrar anuidade de cartões de crédito não desbloqueados. Na ação, o MPF quer que a Caixa pare de enviar fatura mensal referente às parcelas dessas anuidades e exclua dos cadastros restritivos de crédito os consumidores inscritos apenas por causa do não-pagamento da anuidade indevida desses cartões.




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