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Mulheres que jogam games fazem mais sexo, diz estudo
Mulheres que jogam games on-line fazem mais sexo do que as que não jogam, diz estudo feito pela Harris Interactive a pedido da Gamehouse.
Das jogadoras, 57% fazem sexo e 38% têm relações sexuais pelo menos uma vez na semana. O percentual cai para 52% e 34%, respectivamente, para as mulheres que não jogam.
A pesquisa ainda diz que, das mulheres que jogam games on-line:
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Mulheres fumantes tendem a ter mais doenças cardíacas que homens, diz pesquisa
As mulheres que fumam têm 25% mais chances de sofrer doenças cardíacas do que os homens.
São essas as conclusões de uma pesquisa que utilizou os dados de pouco menos de 2,4 milhões de pessoas com problemas cardíacos, realizada nos EUA por especialistas da Universidade de Minnesota e da Johhs Hopkins University, entre 1966 e 2010.
O estudo, publicado na revista médica especializada Lancet, afirma ainda que as mulheres em média fumam menos cigarros por dia do que homens, mas acrescenta que ainda assim elas têm mais chances de sofrer doenças coronárias se deveria a diferenças fisiológicas entre os dois sexos.
As mulheres, afirma a pesquisa, ”possivelmente extraem uma maior quantidade de cancerígenos e outros agentes tóxicos a partir da mesma quantidade de cigarros que os homens”.
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Cresce número de mulheres envolvidas com tráfico na Bahia
É cada vez maior o número de mulheres presas na Bahia por envolvimento com o tráfico de drogas. Em Salvador, o aumento foi de 5% em 2010 em relação a 2009. Segundo a polícia, as mulheres estão assumindo o comando de quadrilhas no lugar dos companheiros que foram presos ou mortos.
Uma mulher apontada pela polícia como uma das principais chefes do tráfico na capital baiana foi presa em maio de 2011no subúrbio de Salvador. De acordo com a polícia, ela comandava um grupo suspeito de mais de 30 assassinatos no subúrbio ferroviário, região violenta da cidade.
Outra mulher presa recentemente em Salvador é acusada de chefiar uma quadrilha no Alto das Pombas, comunidade ocupada há pouco mais de um mês pela Polícia Militar. Ela é viúva do traficante Eberson Souza Santos, o Pitty, morto pela polícia há quatro anos. De acordo com as investigações, ela passou a comandar a distribuição de drogas em três bairros da capital baiana.
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Duas mulheres são presas por comércio de drogas em Conquista
Investigadores da 10ª Coordenadoria Regional da Polícia Civil (10ª Coorpin) de Vitória da Conquista (no Sudoeste baiano, a 509 km de Salvador) localizaram na manhã desta sexta-feira, 18, duas mulheres acusadas de comercializar drogas dentro de casa. Ana Paula Lopes dos Santos, 29, foi presa em flagrante e a adolescente N.L.S, de 16 anos, apreendida na Rua Turquia, no bairro Ipanema.
A polícia chegou ao local por meio de uma denúncia anônima. Lá, foram apreendidos 233 pedras de crack (94 g cada), 26 tabletes de maconha, R$74, cinco munições intactas de calibre 38, quatro aparelhos e cinco carregadores de celular. Segundo o coordenador regional da Polícia Civil, Odilson Pereira, as substâncias e os equipamentos foram encontrados em cima de uma cama.
Mulheres de sucesso incomodam os homens
Por Bianca de Souza*
Não é para todo mundo que o sucesso do companheiro é sinal de alegria. Na maioria dos casos é o homem que se sente desconfortável.
Talvez porque não estejam, ainda, preparados para lidar com a independência feminina. Ou pior, sintam-se ameaçados por elas. Em casos extremos, a separação do casal pode ocorrer.
Por séculos os homens ocuparam a posição de provedor, enquanto a mulher era frágil e indefesa. Porém, essa realidade mudou e as mulheres conquistaram espaço na sociedade – situação pode interferir de forma negativa na relação. “Vivemos uma fase de transição, com a mudança de paradigmas sobre os gêneros. A única coisa que nos resta é flexibilizar nossas mentes, pois, na prática, as transformações já estão em pleno andamento”, é o que afirma Sérgio Savian, terapeuta especializado em aconselhamentos.
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Chocolate amargo reduz risco de ataques cardíacos, diz estudo
Uma pesquisa americana afirma que mulheres mais velhas que comem chocolate amargo uma ou duas vezes por semana podem reduzir o risco de doenças cardíacas.
De acordo com o estudo, mulheres que comem chocolate amargo até duas vezes por semana reduzem o risco de doenças cardíacas em até 33%. No entanto, as que comem todos os dias não se beneficiam.
A pesquisa foi publicada em uma revista científica da Sociedade Americana do Coração. Os cientistas analisaram dados de cerca de 32 mil mulheres entre 48 e 83 anos ao longo de nove anos.
Mulheres se vestem melhor em período de ovulação
Em período de ovulação, as mulheres se vestem melhor e compram roupas e acessórios para atrair um parceiro. Mas também para desencorajar as rivais, segundo estudo de marketing realizado por uma universidade americana e publicado segunda-feira (15/8).
Inconscientemente, as mulheres em período de ovulação vestem-se “para impressionar” não apenas os homens, mas as que poderiam ser suas rivais, afirma o estudo da escola de administração da Universidade de Minnesota (norte dos Estados Unidos).
O estudo, divulgado no “Journal of Consumer Research”, volta-se para estabelecer as ligações entre a compulsão de compra e fatores hormonais.
“O desejo que têm as mulheres, no momento importante de sua fecundidade, de escolher inconscientemente artigos que destacam sua aparência é movido pelo desejo de serem mais sedutoras que as rivais”, afirma Kristina Durante, autora da pesquisa que ouviu 269 mulheres. “Se você é mais desejável que a concorrência, tem mais chances”, resume ela.
Cerveja aumenta risco de doença de pele em mulheres, diz estudo
Mulheres que bebem cerveja regularmente têm mais chances de desenvolver psoríase, uma doença de pele crônica, segundo sugere um estudo de pesquisadores americanos.
O estudo descobriu que as mulheres que bebem cinco cervejas por semana têm o dobro de risco de desenvolver a doença em comparação com as mulheres que não bebem.
A pesquisa, da Harvard Medical School, em Boston, analisou dados de mais de 82 mil enfermeiras entre 27 e 44 anos e seus hábitos de consumo de bebidas alcoólicas entre 1991 e 2005.
Os pesquisadores disseram observar um aumento de 72% no risco de psoríase entre as mulheres que bebiam mais do que uma média de 2,3 cervejas por semana em relação às mulheres que não bebiam.
Censo 2010: mulheres e jovens são maioria
Equipe de pesquisadores que irão trabalhar no Censo Demográfico tem domínio de mulheres e jovens. Este é o 12º censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Dos 209.826 recenseadores classificados para a segunda etapa de treinamentos, 58% são mulheres e 45% tem idade entre 18 e 25 anos.
A coleta de dados nos 5.565 municípios do país será iniciada no dia 1º de Agosto. Entre as 27 unidades da federação somente em oito o número de recenseadores homens supera o de mulheres. Também de acordo com o IBGE há cinco candidatos a recenseador com mais de 80 anos, sendo que o mais velho deles é de Goiânia e tem 87 anos.
iBahia
Homens mentem mais e com menos culpa que mulheres, diz pesquisa
O estudo indicou que cada homem britânico mente em média três vezes por dia, o que equivale a 1.092 mentiras por ano.
Já as mulheres parecem mais honestas: segundo a enquete, as britânicas mentiriam em média duas vezes por dia, ou 728 vezes por ano.
A pesquisa foi encomendada pelo Museu da Ciência (Science Museum), em Londres, para marcar a inauguração de uma nova galeria.
Chamada Who Am I? (em tradução livre, “quem sou eu?”), a nova galeria é dedicada às ciências do cérebro, genética e comportamento.
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Diferença de idade no casamento reduz expectativa de vida da mulher, diz estudo
Um estudo feito na Alemanha indicou que casar com um homem muito mais velho ou mais novo pode reduzir a expectativa de vida de uma mulher.
Analisando dados de mais de dois milhões de casais dinamarqueses, os pesquisadores do instituto Max Planck de pesquisas em demografia perceberam que o risco de mortalidade de uma mulher casada com um parceiro entre sete e nove anos mais jovem aumenta 20%.
Se for casada com um homem entre sete e nove anos mais velho, as chances de mortalidade também aumentam, mas em grau menor – menos de 10%. Os dados foram publicados na última edição da revista científica Demography.
Governo distribuirá 1 milhão de camisinhas a mulheres do Bolsa Família
O governo federal vai distribuir 1 milhão de camisinhas para mulheres beneficiárias do Bolsa Família. Segundo a coluna, duas integrantes do programa vão estrelar anúncios em rádio falando sobre o uso de preservativos. Na semana passada, o MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome) anunciou ter cancelado 86.963 benefícios do Bolsa Família porque as famílias não informaram a escola de seus filhos no Cadastro Único.
Esse foi o terceiro lote de cancelamentos realizado em 2010 –que, somados, significam 820,3 mil benefícios. Em janeiro, 23,5 mil famílias perderam o benefício por baixa frequência escolar e, em fevereiro, outras 709,9 mil tiveram o Bolsa Família cancelado porque não atualizaram seus dados cadastrais até 31 de dezembro.
Mulheres morrem mais de crises cardíacas, diz estudo
As mulheres morrem mais de crises cardíacas, porque raramente se beneficiam das análises e tratamentos aplicados rotineiramente aos homens, segundo um estudo francês divulgado na terça-feira (16) nos Estados Unidos.
A pesquisa –realizada com 3 mil mulheres que tinham sofrido crise cardíaca na região francesa de Franche-Comte em 2006 e 2007– descobriu que poucas vezes essas mulheres realizavam angiografia para estudar os vasos sanguíneos. Também não realizavam angioplastia, que implica em dilatar uma artéria coronária por meio de um pequeno stent que é inserido para manter a artéria aberta.
Os autores concluíram que as mulheres têm duas vezes mais riscos de morrer de infarto que os homens nos 30 dias posteriores a um ataque cardíaco.
"Isso sugere que poderíamos reduzir a mortalidade entre as pacientes mulheres usando procedimentos mais invasivos", declarou François Schiele, chefe de cardiologia da Universidade Hospital de Besancon, na conferência anual do American College of Cardiology, em Atlanta.
"Se não existirem contraindicações evidentes, as mulheres deveriam ser tratadas com todas as estratégias recomendadas, inclusive as mais invasivas", completou.
Folha
Aids causa maioria das mortes de mulheres entre 15 e 49 anos
A infecção pelo vírus HIV se transformou na principal causa de mortes e doenças de mulheres em idade reprodutiva (entre 15 e 49 anos) no mundo todo, de acordo com a Unaids, a agência das Nações Unidas para o combate à Aids.
A agência lançou nesta terça-feira um plano de ação de cinco anos para lidar com os fatores que colocam mulheres em risco, no início de uma conferência de dez dias sobre a situação das mulheres no mundo, em Nova York.
A agência advertiu que até 70% das mulheres no mundo todo sofrem violência, e esses maus tratos prejudicam a capacidade destas mulheres de negociar relações sexuais seguras com seus parceiros. Ou seja: elas podem estar sendo forçadas a fazer sexo sem preservativo, o que aumenta a chance de contaminação pelo HIV.
Opinião: Homens que não gostam de mulheres
Não estive presente na São Paulo Fashion Week. Mas li sobre a matéria. Com fascínio. Com horror. Folheando virtualmente a imprensa americana, passei os olhos pela revista “New York” (não confundir com a “The New Yorker”) e encontrei fotografia sobre o evento. Corrijo. Fotografia sobre os bastidores do evento.
Espetáculo admirável: meia dúzia de modelos mudando de roupa, oferecendo os corpos despidos a uma câmera fotográfica. Dizer que as modelos são magras é, se me permitem, um eufemismo. Magro sou eu. As modelos são esqueletos mórbidos com a pele dramaticamente colada aos ossos. Só faltam as moscas a rodear estes cadáveres adiados. Ou os abutres.
Os organizadores do evento mostram preocupação. Paulo Borges, por exemplo, fala em medidas urgentes para combater o horror. Mas que medidas? Nos últimos anos, a São Paulo Fashion Week exigiu peso mínimo para evitar donzelas subnutridas. Pelos vistos, as agências e os criadores não ouvem os apelos e continuam a apostar nos esqueletos.
Mulheres pedem mais separação do que homens
As mulheres estão pedindo mais a separação do que os homens. Dados sobre registro civil divulgados nesta quarta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que, em 2008, 71,7% das separações não consensuais – ou seja, um quer, mas o outro não – foi pedido por mulheres.
A porcentagem maior das mulheres foi observada pelo instituto em todos os Estados brasileiros, menos na Paraíba, onde 41,4% das separações não consensuais foram pedidas pelos homens.
Nos casos dos pedidos de divórcios, a hegemonia na guarda dos filhos menores foi das mulheres. Em 2008, 88,7% dos divórcios concedidos no Brasil tiveram a responsabilidade pelos filhos concedida às mulheres.













