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:: ‘Pílula’

Paciente de Santo Antonio de Jesus consegue liminar para ter ‘Cápsula da USP’ contra câncer

justica1Um paciente de 57 anos, morador da cidade de Santo Antônio de Jesus, a cerca de 180 quilômetros de Salvador, conseguiu na Justiça o direito de receber a substância fosfoetanolamina, a chamada “Pílula da USP”, produzida em laboratório pelo Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (IQSC-USP), que promete combater o câncer.

A decisão liminar saiu na segunda-feira (30) e publicada no Diário de Justiça Eletrônico de quarta (3).

De acordo com o advogado do paciente, Felipe Machado, a decisão pode ser inédita no estado. “Na Bahia, pesquisei que tinham cinco processos em trâmite em relação a esse pedido, mas não havia decisão favorável. Vimos que no estado de São Paulo já é realidade, mas na Bahia não tínhamos. Muitos juízes não se julgavam competentes para julgar no estado da Bahia o caso contra a universidade de São Paulo”, afirma o defensor. O Tribunal de Justiça informou que não tem como precisar se a decisão é inédita no estado. :: LEIA MAIS »

“Pilula” contra câncer é liberada pela Justiça; entenda

20150813_104540Uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo faz com que pacientes com câncer e familiares formam enormes filas no Instituto de Química da Universidade de São Paulo para receber as chamadas ‘pílulas contra o câncer’. As cápsulas contém  uma substância que, supostamente, trata vários tipos de câncer. A decisão é do desembargador José Renato Nalini, presidente do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo.

Na sexta-feira (9) ele reconsiderou e liberou a distribuição do composto aos doentes. A determinação foi baseada em uma liminar do STF (Supremo Tribunal Federal) que autorizou a entrega das cápsulas a um paciente do Rio de Janeiro.

Entretanto, não há ainda comprovação científica dos benefícios da fosfoetanolamina para a eliminação de tumores. Até agora, a substância só passou por estudos iniciais em células e em animais. Nunca foi testada em humanos.

Para ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), seria necessário passar por, pelo menos, três fases de estudos clínicos que visam avaliar a eficácia e segurança do composto. :: LEIA MAIS »



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