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Geddel não acredita em candidatura própria do PMDB a presidência
O ministro Geddel Vieira Lima, pré-candidato a governador da Bahia, concedeu entrevista ao nosso site. Geddel comentou sobre o governo Wagner, a possibilidade de candidatura própria de seu partido a presiência da República além de pesquisas que o colocam em terceiro lugar.
TRIBUNA DA CONQUISTA – Como o senhor avalia o governo Wagner quando tinha o PMDB com as secretarias e agora sem o PMDB na base de apoio?
GEDDEL - O grande problema do Wagner quando teve o PMDB foi a absoluta incapacidade de não ouvir. Marcamos uma audiência formal para fazer críticas internas e não fomos recebidos Acho que após a saída do PMDB o governo piorou. Piorou porque, quem nos substituiu vivem apenas prometendo. O secretário de infra-estrutura (João Leão – PP) está prometendo tapar até os buracos que existem na Lua. O secretáriod e Indústria e Comércio só faz agredir, não tem relacionamento nem dentro do próprio PT. Mas sou a favor da Bahia, quero que o governo melhore. Esse governo atrapalha eu quero um que ajude.
TRIBUNA DA CONQUISTA – Como o senhor vê o lançamento da pré-candidatura de Roberto Requião (governador do Paraná) ao presidencia da República?
Câmara de Vereadores lotada com a presença de Geddel
Por Diêgo Gomes
O Partido do Movimento Democrático do Brasil (PMDB) realizou no Plenário da Câmara de Vereadores em Vitória da Conquista o 16º Encontro Regional da legenda.
Compareceram ao evento três deputados estaduais, um deputado federal, aproximadamente 25 prefeitos do sudoeste da Bahia, João Henrique, prefeito de Salvador e Geddel Vieira Lima, ministro da Integração Nacional, além de quase 400 pessoas que foram assistir ao evento.
Segundo Geddel, o encontro serviu “para das às boas vindas a Hérzem Gusmão, já que não foi possível ter sido feito antes além de vez o PMDB reestruturado na cidade”. Por sua vez, João Henrique destacou sua vinda à Conquista “para rever a militancia do partido e incentivá-la”.
Sobre uma possível candidatura ao Senado nas próximas eleições, João negou a sua candidatura às próximas eleições. “Não sou candidato, vou continuar prefeito de Salvador e preciso preparar a cidade para a Copa do Mundo, em termos de segurança, zona hoteleira e mobilidade urbana. Vou precisar de tempo e por isso que preciso ficar na capital”.
Vitória da Conquista será a capital do PMDB amanhã
Por Diêgo Gomes
Acontece nesse sábado, a partir das 9h30 na Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, o 16º Encontro Regional do PMDB.
O diretório na cidade, presidido por Herzem Gusmão, confirmou a presença do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, do presidente do PMDB baiano Lúcio Vieira Lima, além de deputados estaduais, federais e lideranças políticas da região sudoeste.
Peemdebistas históricos de Conquista também vão estar no evento, como por exemplo o ex-prefeito Raúl Ferraz, o ex-ministro da Educação Ubirajara de Brito, e José Pedral Sampaio (atualmente no PPS) mas que governou a cidade por duas vezes pelo PMDB.
Jornal Tribuna da Bahia desconhece Hérzem Gusmão
Por Diêgo Gomes
A coluna Raio Laser de hoje, do Jornal Tribuna da Bahia, ressaltou a “disputa pesada” dentro da coligação PMDB/PSC/PTB para eleger candidatos a deputados federais em 2010.
O jornal destaca 11 nomes como os mais cotados para disputar as vagas, entre eles, Lúcio Vieira Lima, Benito Gama, Marcelo Guimarães “e um ex-concorrente à Pref. Conquista”, ou seja, Hérzem Gusmão.
Encontro Regional - No próximo sábado o PMDB realiza em Vitória da Conquista seu 16º Encontro Regional, na Câmara de Vereadores a partir das 9h com a presença do ministro Geddel Vieira Lima e de vários deputados estaduais e federais da legenda no Estado.
“Uma vitória da partido”, diz Hérzem Gusmão após ser eleito presidente do PMDB
Por Diêgo Gomes
Dezenas de militantes compareceram a convenção do PMDB ontem Vitória da Conquista. O presidente eleito, Herzém Gusmão ressaltou que a convenção foi “uma vitória do partido. O PMDB saiu de um período de intervenção”.
Ainda segundo o novo presidente, preservou a história do partido. “Tivemos o cuidado de preservar a história e as pessoas do partido. Quem está chegando sou eu. Devolvi o PMDB a peemdebistas históricos”.
O ex-vereador Edvaldo Ferreira assume a Secretaria Geral do PMDB e negou a indisposição com o novo presidente. “A minha preocupação agora é com o partido e não por disputa de cargos. A gestão será democrática”.
PMDB será fiel da balança na CPI do MST
Os congressistas do PMDB indicados para compor a CPI mista do MST (Movimento dos Trabalhadores sem Terra) determinarão os rumos das investigações da comissão. O PMDB deverá indicar sete dos 36 integrantes da comissão e será o fiel da balança entre governo e oposição.
Dos restantes, 16 congressistas serão de partidos próximos ao governo petista. Já os principais partidos da oposição -DEM, PSDB e PPS- terão 11 vagas. Além deles, o PSOL e o PSC terão uma vaga cada.
Contra o desejo do governo, a comissão foi criada nesta semana para investigar supostos repasses ilegais de entidades públicas, como o Incra (Instituto Nacional da Reforma Agrária), ao MST.
“O governo Wagner está falido”, afirma deputado Arthur Maia
O deputado estadual Arthur Maia(PMDB) concedeu uma entrevista, por telefone, ao Tribuna da Conquista. O parlamentar criticou o governo Wagner, ressaltou a importância da filiação de Herzem Gusmão a legenda e também falou das articulações de seu partido para a candidatura do ministro Geddel Vieira Lima ao governo da Bahia. Leia a seguir a entrevista.
TRIBUNA DA CONQUISTA- Deputado, o presidente da Assembléia Legislativa (ALBA) retirou a PEC da aposentadoria para ex-governadores. Como o senhor observou essa proposta?
ARTHUR MAIA – Foi uma infelicidade tamanha do presidente. De modo que agiu junto com Wagner, e não poderíamos aceitar essa proposta. Existe a Presidência Social que a população já contribui e outros contribuem ainda para uma previdência privada. Desse modo não fazia sentido uma Proposta de Emenda a Constituição que, em apenas dois anos de exercício do cargo de governador alguém pudesse receber aposentadoria como governador.
TRIBUNA DA CONQUISTA - Existe um projeto do senhor na ALBA, que propõe monitorar os presidiários na Bahia. Como está tramitando essa matéria?
Opinião: Escaras de Sarney nos escândalos do Senado
José Nêumanne
Na abertura de O 18 Brumário de Luís Bonaparte, o velho Karl Marx apropriou-se de uma máxima do mestre Georg Friedrich Hegel, de que a História sempre termina por se repetir, acrescentando que normalmente ocorre como tragédia, mas se repete como comédia. No Brasil, drama e farsa parecem andar sempre de mãos dadas, mesmo quando um prevalece sobre a outra e vice-versa.
Não restam dúvidas, por exemplo, de que os escândalos sucessivos que desgastam a já combalida imagem do Senado da República, das cotas de passagens aos atos secretos, terminando com os negócios suspeitos das empresas dirigidas pelo filho do presidente da Casa, resultam da já notória tragédia institucional brasileira. Mas ela também pode provocar momentos capazes de superar a comicidade dos grandes humoristas nacionais, de Martins Pena do teatro imperial a Chico Anysio na televisão desta República atual.
Difícil é resistir ao riso, por exemplo, quando se toma conhecimento de que o presidente do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), deputado Michel Temer (SP), abandonou o conforto de uma licença para assinar, em cumplicidade com sua substituta no cargo e colega de Câmara, Íris de Araújo, uma nota oficial em que o partido recomenda aos críticos de sua postura que vão embora. E que não demorem, mas o façam “o quanto antes”.
Opinião: A renúncia de Sarney
João Mellão Netto
Quando comecei a escrever aqui, no Estadão, em 1987, o meu principal alvo era o então presidente da República, José Sarney. Era fácil criticá-lo. O seu governo era caracterizado pela falta de autoridade. Passadas mais de duas décadas, é fácil entender as suas razões.
Sarney, à época, não tinha como se fazer valer. O presidente de direito era Tancredo Neves, que morrera sem tomar posse. Quem assumiu o poder, então, foi José Sarney, o vice.
Como foi que Sarney, o ex-líder do PDS, se tornou vice na chapa de Tancredo Neves, do PMDB? A estupefação embutida na pergunta se explica: o PDS era o grande partido que dava sustentação aos governos militares, enquanto o PMDB – que sucedeu ao antigo MDB – era o partido da oposição.
Sarney se reúne com Renan Calheiros e aliados para decidir se fica no cargo
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), reuniu na noite desta terça-feira em sua casa alguns aliados para avaliar o impacto dos pedidos para que ele se afaste da Presidência da Casa. Ele aguarda reunião da bancada do PT para decidir se permanecesse no cargo.
De acordo com interlocutores, a reunião de Sarney conta com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que insiste para que o correligionário não deixe o posto. Ele tenta convencer o presidente ao dizer que só conseguiu sobreviver à crise pela qual passou em 2007 porque permaneceu no comando no Senado. Na ocasião, ele só deixou a Presidência do Senado no último minuto, mas não perdeu o mandato e agora é o um dos parlamentares mais influentes do Congresso.
PR reúne 500 pessoas em encontro Estadual
Repórter Diêgo Gomes
Às 11:30
O Partido da República (PR) reuniu ontem dirigentes de toda a Bahia para o primeiro encontro estadual da legenda. Aproximadamente 500 pessoas lotaram o auditório da União dos Prefeitos da Bahia (UPB) em Salvador e presenças de peso falaram no encontro.
O presidente da sigla no Estado, Senador César Borges destacou a importância do partido na Bahia e no Brasil, tecendo críticas ao governador Jaques Wagner, e fazendo referencia às conversas que vem mantendo com dos Democratas, através do ex-governador Paulo Souto, com o PMDB, através dos irmãos Vieira Lima.
Bahia/Brasil em 2010 - O mais incisivo em falar abertamente para uma possível composição com Paulo Souto, Geddel Vieira Lima e César Borges foi o deputado estadual Elmar Nascimento. “Eu vejo aqui uma futura aliança para o governo da Bahia: PR, PMDB e Democratas”, afirmou o parlamentar.
Geddel dá a largada para disputa de 2010
O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) deu na segunda-feira, 18, a largada para sua provável candidatura ao governo da Bahia em 2010. Se o ministro cumprir a promessa que fez aos 95 prefeitos, 233 vereadores e a outras centenas de correligionários do PMDB presentes ao primeiro encontro regional do partido, realizado em Salvador, a decisão já está tomada: Geddel será candidato em oposição ao seu atual aliado, o governador Jaques Wagner.
“Eu vou para onde vocês disserem que eu devo ir”, prometeu o ministro de Lula, diante de uma base de peemedebistas que o pressionava por uma decisão. “A candidatura de Geddel hoje não pertence mais a ele, pertence à vontade do PMDB”, garantiu o presidente do PMDB de Vitória da Conquista, Geraldo Botelho.
Todos os discursos, das mais diversas lideranças, foram unânimes nas críticas árduas à gestão de Jaques Wagner e ao PT. Até de “tirano” o governador foi chamado por peemedebista descontente. Os prefeitos apontaram supostos “desmandos” da gestão, principalmente na falta de atenção à saúde, educação e segurança.
Doação para PT, PSDB, DEM e PMDB subiu 997% em 2008
A arrecadação do PT, PSDB, DEM e PMDB explodiu em 2008 com doações recebidas de empresas que exacerbaram, no ano passado, o mecanismo usado para ocultar a identificação dos reais financiadores dos candidatos a cargos públicos.
Os quatro partidos arrecadaram R$ 240,5 milhões em 2008, ano das eleições municipais, um aumento de 77,4% em relação a 2006 –ano de eleição para presidente, governador, deputado estadual, deputado federal e senador. Desse montante, 57% se referem a doações, que cresceu 997% em 2008 na comparação com 2007 –ano sem eleição.
Integrantes do governo priorizam bases políticas na hora de lançar programas
Ainda falta pouco mais de um ano para que os partidos definam seus candidatos aos governos estaduais, mas os ministros com projetos eleitorais não querem perder tempo nem desperdiçar a força dos cargos. Orlando Silva (Esporte), Tarso Genro (Justiça) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) são exemplos de ministros que deram um jeito de combinar as agendas oficiais com os planos de campanha. Uma análise da agenda deles neste início de ano mostra que a maior parte dos roteiros teve como destino suas bases eleitorais.
Em campanha por uma vaga na Câmara dos Deputados, o ministro Orlando Silva tem intensificado suas idas a municípios paulistas, para participar dos mais variados eventos. De acordo com a agenda divulgada pela pasta que dirige, das 16 visitas às unidades da federação realizadas por ele este ano, 11 tiveram São Paulo como destino. Entre os eventos que contaram com a presença dele estão a posse dos secretários municipais de Embu das Artes, o lançamento de uma pista de atletismo em Campinas e de um projeto chamado Visitando o Estádio, lançado pela secretaria municipal de Mogi Guaçu.
Opinião: QUANTO PIOR MELHOR!
A crise financeira internacional teve o seu prelúdio nos Estados Unidos,o grande expoente do sistema capitalista,entretanto, a mesma ultrapassou as fronteiras estadunidenses, pois o Brasil e os demais países do mundo, se deparam com situações extremamente graves, principalmente no que tange a empregabilidade,que é o termômetro para a estabilidade de qualquer sociedade
Partindo destas perspectivas, verificamos que os reflexos da crise, trouxeram como principal consequência o desemprego, que atingiu milhares de trabalhadores e trabalhadoras nos diversos segmentos da indústria no Brasil, que ocorreu em virtude da queda considerável das vendas dos produtos brasileiros no mercado nacional e internacional. Coadunado com o aumento significativo das barreiras alfandegárias impostas por diversos países, como forma de amenizar as conseqüências da crise.
Assembléia: Governistas fazem cinco cargos, oposição três e PT e PMDB nenhum
Os deputados governistas conseguiram eleger cinco dos oito cargos da mesa diretora da Assembléia Legislativa na eleição de ontem, entre os quais os dois mais importantes – a presidência e a primeira-secretaria. Dos três cargos agora controlados pela oposição, o Democratas, principal partido oposicionista na Assembléia, fez dois. O PT, principal partido governista, não conseguiu emplacar nenhum deputado. Assim como o PMDB, um governista rebelde, que perdeu a primeira-secretaria para um pedetista apoiado pelo governo, o deputado Roberto Carlos. Veja como ficou a composição da mesa:
Presidente: Marcelo Nilo (PSDB) – governista
Primeiro Vice-presidente: Rogério Andrade (DEM) – oposicionista
Segundo vice-presidente: Fernando Torres (PRTB) – oposicionista
Terceiro vice-presidente: Aderbal Caldas (PP) – governista
Primeiro-secretário: Roberto Carlos (PDT) – governista
Segundo-secretário: Júnior Magalhães (DEM) – oposicionista
Terceiro-secretário: Edson Pimenta (PCdoB) – governista
Quarto-secretário: Antonia Pedrosa (PRTB) – governista
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