setembro 2019
D S T Q Q S S
« ago    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930  

:: ‘Samarco’

Inema não acha indícios de lama de Mariana em Abrolhos

abrolhosUma análise realizada pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) não encontrou indícios que comprovem que os sedimentos da barragem de Mariana, em Minas Gerais, atingiram as águas do Arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia. A informação foi divulgada ao G1, na tarde desta quarta-feira (27), pelo secretário de Meio Ambiente do Estado (Sema), Eugênio Spengler.

O resultado coincide com o divulgado pelo laboratório independente contratado pela mineradora Samarco, que apontou não haver alteração do mar na região que estivesse relacionada ao rompimento da barragem de Fundão.
:: LEIA MAIS »

Documento inédito: Samarco sabia desde 2013 que barragem corria risco

Esta semana, a mineradora Samarco, a Vale, a empresa de consultoria VOGBR e mais sete executivos foram indiciados por crime ambiental, pelo rompimento da barragem de Fundão, em novembro de 2015.

Lama que atingiu Mariana. Foto: AFP

Lama que atingiu Mariana. Foto: AFP

:: LEIA MAIS »

Lama que vazou de barragem da Samarco pode ter chegado ao sul da Bahia, diz Ibama

Lama que atingiu Mariana. Foto: AFP

Lama que atingiu Mariana. Foto: AFP

A lama de rejeitos de minério que vazou da barragem da Samarco – cujos donos são a Vale a anglo-australiana BHP Billiton – em Mariana (MG) pode ter chegado ao sul da Bahia, inclusive à região do arquipélago de Abrolhos, de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Abrolhos é um dos principais santuários brasileiros de flora e fauna marinhos.

Em novembro, a ministra do Meio Ambiente, tinha dito que não havia expectativa de que a lama chegasse a Abrolhos. O rompimento da barragem da Samarco ocorreu em 5 de novembro de 2015 e causou uma enxurrada de lama no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na região Central de Minas Gerais. A lama chegou ao mar pelo Rio Doce, depois de ter passado por municípios mineiros e do Espírito Santo.
:: LEIA MAIS »

Samarco admite que duas barragens podem se romper em Mariana

marianaRepresentantes da Samarco, mineradora responsável pela barragem que se rompeu em Mariana (MG) no dia 5, disseram hoje (17) que há riscos de rompimento das represas de Santarém e de Germano, que ficam próximas à primeira. Eles afirmaram ainda que a de Santarém não se rompeu, diferentemente do que a empresa informou.

“Tem o risco e nós, para aumentarmos o fator de segurança e reduzirmos o risco, estamos fazendo as ações emergenciais necessárias”, disse o gerente-geral de Projetos Estruturais da Samarco, Germano Lopes.

“O monitoramento dessas barragens está sendo feito de forma online. Todos os dias os fatores de seguranças são reportados. A gente não percebeu ainda nenhuma movimentação nessas barragens. Existe uma plano de ação montado [caso haja rompimento da barragem]”, completou o diretor de Operações e Infraestrutura da empresa, Kléber Terra.
:: LEIA MAIS »

MP faz acordo de R$ 1 bi com Samarco para cobrir prejuízos socioambientais em MG

rio doceO Ministério Público (MP) de Minas Gerais informou hoje (16) que fechou um acordo com a Mineradora Samarco para pagamento de caução socioambiental de R$ 1 bilhão por conta do rompimento de duas barragens de rejeitos de mineração em Mariana (MG).

No dia 5, as barragens da Samarco, empresa controlada pela Vale e pela BHP Billiton, se romperam, formando uma onda de lama que destruiu o distrito de Bento Rodrigues e chegou a outras regiões de Minas Gerais e do Espírito Santo. A lama alcançou o Rio Doce, impedindo a captação de água e prejudicando o ecossistema da região.

Até agora, sete corpos foram identificados, quatro aguardam identificação e 12 pessoas permanecem desaparecidas. Mais de 600 ficaram desabrigadas.
:: LEIA MAIS »

Recifes de Abrolhos ameaçados pela lama de Mariana

mapa-abrolhosO vilarejo de Regência, em Linhares (ES), jamais imaginou profecias tão violentas para o encontro do Rio Doce com o mar. Com o rompimento de barragens da Samarco em Mariana (MG), o temor de ambientalistas é que rejeitos de minério, ao chegarem à região, arrasem um dos mais importantes ecossistemas do Brasil: os recifes de corais de Abrolhos.

Acostumados com ações de proteção a golfinhos e tartarugas ameaçadas que vivem e se reproduzem apenas ali, eles passaram a última semana numa força-tarefa. O esforço é para reduzir possíveis impactos dos rejeitos nas mais de 500 espécies na área, entrada para o banco de Abrolhos.

Os recifes de corais — considerados “amazônias oceânicas” — estão bem mais próximos que o arquipélago, a 221 quilômetros do estuário. Não é possível dizer a que distância os resíduos serão levados, o que dependerá da posição de mar e vento. Segundo boletim do Serviço Geológico do Brasil no sábado, a chegada da água turva à barra está sendo reavaliada em razão de sua passagem por reservatórios de usinas hidrelétricas.
:: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia