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Nível de confiança no meio empresarial baiano volta a subir em maio

confiançaO Indicador de Confiança do Empresariado Baiano, índice que avalia as expectativas das entidades representativas do setor produtivo do estado, calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), apresentou, em maio, um quadro de menor pessimismo comparativamente ao observado no mês anterior. O ICEB marcou -135 pontos em maio, melhora de 16 pontos em relação ao de abril (-151 pontos).

O indicador voltou a avançar após recuo no mês anterior, assumindo o segundo menor nível de pessimismo dos últimos 38 meses. Apesar do progresso neste mês, a expectativa geral do empresariado baiano continuou na zona de Pessimismo Moderado – completando nove meses seguidos nessa região.

A melhora do nível de confiança, captada na passagem de abril a maio, evidenciou o avanço nos indicadores de três dos quatro grupamentos de atividades: Agropecuária (de -95 a -88 pontos), Indústria (de -136 para -105 pontos) e Comércio (de -169 para -35 pontos). O setor de Serviços (de -160 para -175 pontos), portanto, foi aquele que aumentou o pessimismo. :: LEIA MAIS »

Bahia tem saldo negativo de 7.976 postos de trabalho em junho de 2016

17466479As informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), apontam que o estado contabilizou um saldo negativo de 7.976 postos de trabalho com carteira assinada em junho de 2016.

Tal resultado expressa a diferença entre o total de 43.332 admissões e 51.308 desligamentos. O saldo registrado em junho situou-se em um patamar superior ao contabilizado em igual mês do ano anterior (-9.124 postos), e inferior ao do mês de maio de 2016 (-5.614 postos), incluindo as declarações fora do prazo.

Setorialmente, seis segmentos exibiram saldos negativos na Bahia em junho: Serviços (-4.462 postos), Construção Civil (-1.984 postos), Comércio (-823 postos), Indústria de Transformação (-545 postos), Extrativa Mineral (-222 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (-75 postos). Em contrapartida, dois setores absorveram trabalhadores celetistas: Agropecuária (+84 postos) e Administração Pública (+51 postos). :: LEIA MAIS »

SEI, UESC e UESB registram aumento na cesta básica de Salvador, Ilhéus, Itabuna e Vitória da Conquista

cesta-basicaA ração essencial mínima definida pelo Decreto-lei 399, de 30 de abril de 1938, que estabelece 12 produtos alimentares (feijão, arroz, farinha de mandioca, pão, carne, leite, açúcar, banana, óleo, manteiga, tomate e café) e suas respectivas quantidades, sofreu aumento, em junho de 2016, em quatro municípios baianos.

A pesquisa foi realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI, responsável pela pesquisa em Salvador), pela UESC (Ilhéus e Itabuna) e UESB (Vitória da Conquista).

Em salvador, a cesta passou a custar R$ 316,19 em junho de 2016, representando um acréscimo de 2,10% quando comparado com o mês de maio de 2016. Entre os produtos que compõem a ração essencial mínima, nove registraram variações positivas: Feijão rajado (26,67%), Cruz machado (Carne bovina) (3,00%), Leite pasteurizado (3,00%), Açúcar cristal(1,97%), Pão francês (1,53%), Manteiga (1,45%), Farinha de mandioca (0,81%), Café Moído(0,70%) e Arroz (0,34%). Por sua vez, três registraram variações negativas: Banana da prata (10,51%), Tomate (3,92%) e Óleo de soja (1,78%). :: LEIA MAIS »

Confiança do empresariado baiano apresenta declínio de 19 pontos em Dezembro

empresárioO Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), índice que avalia as expectativas das entidades representativas do setor produtivo do estado, calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), apresentou, em dezembro, piora de 19 pontos em relação ao mês anterior.

Em dezembro, portanto, a Pesquisa revelou um quadro de maior pessimismo, com o indicador marcando -479 pontos, ante o registro de -460 em novembro. Apesar do esfriamento, a expectativa geral do empresariado baiano continuou na zona de Pessimismo. O mês de dezembro registrou o segundo menor valor da série, abaixo apenas da leitura feita em outubro passado (-481 pontos). No ano, a pontuação do indicador assumiu a mínima histórica em nove ocasiões.
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Produção industrial baiana recuou em setembro

A produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, recuou 7,6% em setembro de 2015, frente ao mês imediatamente anterior, segunda taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto.

Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana teve queda de 9,0%, interrompendo três meses de taxas positivas consecutivas neste tipo de comparação.

A variação acumulada no período de janeiro a setembro de 2015 registrou taxa negativa de 6,1%, em comparação com o mesmo período de 2014.

No acumulado nos últimos 12 meses, o indicador teve recuo de 4,0% frente ao mesmo período do ano anterior, queda mais intensa do que a observada em agosto último (-3,1%). As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

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Produção Industrial Baiana recuou 1,0% em agosto

industriiaEm agosto de 2015, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, recuou 1,0% frente ao mês imediatamente anterior, após assinalar duas taxas positivas consecutivas neste tipo de confronto. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou avanço de 2,7%, após também avançar em julho (0,9%). A variação acumulada no período, de janeiro a agosto de 2015, alcançou taxa negativa de 5,9%, em comparação ao mesmo período de 2014.

O indicador, no acumulado nos últimos 12 meses, teve recuo de 3,3% frente ao mesmo período do ano anterior, queda menos intensa que a observada em julho último (-4,1%). As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).
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Bahia fica em terceiro lugar na geração de empregos formais entre os estados brasileiros em 2014

carteira de trabalhoA Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) aponta, em 2014, acréscimo de 57.676 empregos formais na Bahia em relação a 2013, significando um crescimento de 2,49% e fazendo o estoque de postos de trabalho alcançar o total de 2.372.583 ao final de dezembro de 2014. Essa variação absoluta coloca o estado da Bahia em terceiro lugar no ranking de geração de empregos em 2014. Além do aumento no número de empregos formais, o rendimento real médio do trabalhador baiano aumentou 3,10%, passando de R$ 1.964, em 2013, para R$ 2.025, em 2014. As informações foram apuradas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Entre os setores de atividade econômica, seis deles apresentaram variações positivas de empregos em 2014: Serviços, com 34.302 novos postos; Comércio, com 16.618 postos de trabalho; Administração Pública, com 14.839 postos; Indústria de Transformação, com 479 postos; Agropecuária, Extrativa Vegetal, Caça e Pesca, com 387 postos; e Extrativa Mineral, com 164 postos. Os dois setores que registraram perdas em relação aos estoques de 2013, foram: Construção Civil, que eliminou 8.321 postos; e Serviços Industriais de Utilidade Pública, com variação negativa de 792 postos. Em termos relativos, o setor de Serviços apresentou a maior variação positiva (+4,54%), seguido por Comércio (+3,73%) e Administração Pública (2,54%). Os piores desempenhos relativos ficaram por conta dos setores de Construção Civil (-4,85%) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (-3,55%).
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Economia: Em junho, varejo baiano cai 5,4%

varejo-300x195O Comércio Varejista na Bahia registrou queda nas vendas de 5,4% no mês de junho de 2015, em relação a igual mês do ano passado. Apesar da desaceleração no ritmo de queda, confirmado com a taxa positiva de 0,2% para o ajuste sazonal, o setor ainda sofre intensamente os efeitos da retração na atividade econômica.

Na mesma base de comparação, o varejo nacional apresentou queda de 2,7%. Os dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em âmbito nacional, e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.

A manutenção da trajetória de queda do comércio varejista, na Bahia, período em que as vendas costumam ser intensificadas em função da comemoração do São João, é atribuída à redução de confiança dos empresários e dos consumidores. A comemoração do Dia dos Namorados, terceira melhor data de faturamento do setor, também não conseguiu incrementar as vendas. Outro aspecto a ser ressaltado é a alta da inadimplência, uma vez que esgotaram a sua capacidade de pagamento, bem como a continuidade do aumento da inflação medido pelo IPCA.

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Confiança do Empresariado Baiano recua quatro pontos em julho

altA Pesquisa de Confiança do Empresariado Baiano vem identificando pessimismo considerável da classe empresarial do estado nos últimos meses. O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), recuou em julho.

O ICEB marcou -473 pontos neste mês, ante o registro de -469 em junho – recuo de 4 pontos de um mês ao outro. A expectativa geral do empresariado baiano permanece, assim, desde outubro último, na zona de Pessimismo.

A pontuação do ICEB, em julho, indica que a confiança do empresariado baiano atingiu novo recorde negativo – sem sinais de recuperação da confiança, após seis meses seguidos de queda. Avaliando os registros desse Indicador no ano, os meses de maio, junho e julho confinam os três piores. :: LEIA MAIS »

Bahia totaliza saldo negativo de 9.124 postos de trabalho em junho de 2015

trabalhoDe acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), referentes ao mês de junho de 2015, a Bahia totalizou um saldo negativo de 9.124 postos de trabalho com carteira assinada. Tal resultado expressa a diferença entre o total de 51.867 admissões e 60.991 desligamentos.

O saldo registrado em junho situou-se em um patamar inferior ao contabilizado em igual período do ano anterior (-2.564 postos) e representa o menor resultado da série para os meses de junho (2005-2015). É, também, inferior a maio de 2015 (-7.580 postos), incluindo as declarações fora do prazo.
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Em maio, comércio varejista baiano cai 9,6%

varejoO comércio varejista apresentou a maior queda dos últimos 12 anos, ao registrar a taxa negativa de 9,6% no mês de maio de 2015, em relação a igual mês do ano passado. Essa taxa revela que o setor sofre intensamente os efeitos da retração na atividade econômica. Ainda na mesma base de comparação, o varejo nacional apresentou queda de 4,5%. Na análise sazonal, o comércio varejista na Bahia variou negativamente em 0,9%. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em âmbito nacional, e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.
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