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Chapa pura é “extremamente difícil”, diz presidente do PSDB
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse ontem em Recife que acha “extremamente difícil” a construção de uma chapa puro-sangue encabeçada pelos governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) para a disputa da Presidência em 2010.
“Prefiro não trabalhar com essa hipótese”, afirmou o líder tucano, sugerindo que Aécio deverá mesmo buscar uma vaga no Senado. Para Guerra, o DEM é o “aliado preferencial” para compor a chapa presidencial, apesar do envolvimento de integrantes do partido nas denúncias de corrupção no Distrito Federal.
“Não há nenhuma hipótese de o DEM não estar conosco nessa construção solidária”, declarou o senador. “Os nossos problemas afetam o DEM, assim como os do DEM afetam a nossa vida”, disse.
Serra lidera para presidente
Repórter Diêgo Gomes
Às 22:35
Na pesquisa de intenções de voto encomendada pelo PTB ao Instituto Getúlio Vargas(IGV) presidido pelo ex-deputado Benito Gama, havia uma pergunta para saber em quem o eleitor votaria para presidente em 2010: Serra ou Dilma.
Segundo o IGV, o governador de São Paulo, José Serra(PSDB) lidera as intenções de voto com 44%, já Dilma Roussef(PT) tem 37,1% na Bahia.
Serra continua na frente de Dilma na Bahia
Repórter Diêgo Gomes
Às 08:00
O colunista de Veja, Lauro Jardim, divulgou na edição impressa dessa semana da revista que “Serra ganharia de 43 a 30″ na Bahia. Porém, em Salvador, a ministra da Casa Civil está técnicamente empatada com o governador de São Paulo na capital baiana com 35 pontos cada.
Ainda segundo Jardim, a Bahia é o estado onde Dilma possui “os percentuais mais altos de intenção de voto”. As eleições ocorre no ano que vem mas pesquisas internas estão sendo feitas constantemente por PT e PSDB.
Disputa antecipada por 2010 já preocupa Justiça Eleitoral
A suposta realização de propaganda eleitoral antecipada pelos pré-candidatos à Presidência da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), fizeram com que a Justiça e o Ministério Público antecipassem em um ano a apreciação de representações da oposição e do governo, informa Flávio Ferreira, em reportagem publicada neste domingo na Folha (íntegra somente para assinantes do jornal e do UOL).
Pelo calendário eleitoral, a campanha só poderá ser feita a partir de 5 de julho do ano que vem.
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Carlos Ayres Britto, disse na reportagem que este ano será um desafio para o tribunal. “Tradicionalmente [o ano que antecipa as eleições] é eleitoralmente neutro, uma espécie de indiferente jurídico eleitoral, mas, como os tempos mudam e certos comportamentos podem assumir um grau de ostensividade eleitoral, vamos ver o posicionamento correto”, disse.













